Entenda o que é IA, Apredizagem de Máquina, Deep Learning, LLM, entre outros conceitos

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"O ChatGPT é inteligência artificial?" É — mas dizer só isso é como dizer que um ipê é "um ser vivo": verdade, porém vag...

"O ChatGPT é inteligência artificial?" É — mas dizer só isso é como dizer que um ipê é "um ser vivo": verdade, porém vago demais para ser útil. Neste segundo post da nossa série sobre IA, organizamos os termos que todo mundo usa (e quase ninguém define) em cinco conjuntos aninhados — inteligência artificial, aprendizado de máquina, deep learning, IA generativa e grandes modelos de linguagem —, com um diagrama interativo, exemplos e contra-exemplos em cada nível, as datas e os autores de cada termo, os fabricantes e seus produtos, e os três conceitos que destravam qualquer conversa técnica: modelo, parâmetro e token. Tudo com fontes primárias na mesa.
Observatório noturno cujo piso forma cinco círculos concêntricos luminosos rotulados inteligência artificial, aprendizado de máquina, deep learning, IA generativa e LLM; a coruja-buraqueira mascote de capelo caminha entre os anéis com uma lanterna

Toda turma tem esse momento: alguém pergunta se "o ChatGPT é uma IA", outro jura que "IA e machine learning são a mesma coisa", um terceiro garante que leu que "deep learning substituiu o machine learning". Nenhum dos três está exatamente errado — e é justamente por isso que a confusão prospera. Esses termos não são sinônimos nem rivais: são conjuntos aninhados, um dentro do outro, como bonecas russas. Todo LLM é IA generativa; toda IA generativa moderna é deep learning; todo deep learning é aprendizado de máquina; e todo aprendizado de máquina é inteligência artificial. A recíproca, porém, nunca é verdadeira — e é nos contra-exemplos que o entendimento de verdade acontece.

Este post é o dicionário visual da nossa série: define cada nível com sua fonte primária, diz quem cunhou cada termo e quando, dá exemplos e contra-exemplos de cada conjunto, apresenta os fabricantes e produtos que você encontra no noticiário e fecha com os três conceitos transversais — modelo, parâmetro e token — e um panorama de aplicações. Guarde-o nos favoritos: os próximos textos da série vão usar esse vocabulário o tempo todo.

Camada 01

O mapa: cinco conjuntos, um dentro do outro

Antes das definições, o mapa. Toque ou clique em cada anel do diagrama (ou nos botões) para ver a definição, o ano do termo, exemplos, contra-exemplos e os principais fabricantes de cada nível.

Selecione um nível no diagrama.

Cada conjunto contém todos os que estão dentro dele — e os contra-exemplos mostram o que fica de fora.

Uma imagem para levar para a prova: quando alguém disser "IA", pergunte mentalmente: de qual anel estamos falando? A resposta muda o assunto — falar de IA em geral inclui um GPS de 1990; falar de LLM é falar de uma tecnologia que só existe, com esse nome, desde a virada dos anos 2020.

Camada 02

Nível 1 — Inteligência artificial: o conjunto-mãe (1956)

Vitrine de museu com braço robótico, GPS, tabuleiro de xadrez e robô aspirador sob a placa máquinas que agem racionalmente

Nível 1 — IA: qualquer sistema que percebe o ambiente e age racionalmente. Ilustração do autor (2026)

Definição: é o campo que estuda e constrói agentes — sistemas que percebem seu ambiente e escolhem ações para atingir objetivos da melhor forma possível (RUSSELL; NORVIG, 2022). O termo: artificial intelligence foi cunhado por John McCarthy e colegas na proposta do seminário de Dartmouth, redigida em 1955 e realizada em 1956 — a certidão de nascimento do campo (McCARTHY et al., 2006).

Exemplos (estão neste conjunto, mas não necessariamente nos de dentro): o GPS que planeja sua rota por busca em grafos; os sistemas especialistas de regras, como o MYCIN dos anos 1970; o Deep Blue, da IBM, que venceu Kasparov no xadrez em 1997 com busca massiva e heurísticas; um robô aspirador. Nenhum deles aprende com dados — e todos são IA. Contra-exemplos (fora do conjunto): uma calculadora, uma planilha de fórmulas, um sistema de cadastro, um semáforo de tempo fixo — automatizam, mas não decidem racionalmente diante de um ambiente que muda.

Camada 03

Nível 2 — Aprendizado de máquina: programas que melhoram com a experiência (1959)

Computador retrô de 1959 jogando damas, com cartões perfurados entrando como exemplos e curva de aprendizado subindo

Nível 2 — Aprendizado de máquina: em vez de regras prontas, exemplos. Ilustração do autor (2026)

Definição: a mais precisa é a clássica de Tom Mitchell: um programa aprende com a experiência E, em relação a uma tarefa T e a uma medida de desempenho P, se seu desempenho em T, medido por P, melhora com E (MITCHELL, 1997). Em vez de programar a regra, fornecemos exemplos — e a regra é ajustada a partir deles. O termo: machine learning foi estabelecido por Arthur Samuel, da IBM, no artigo de 1959 em que seu programa de damas melhorava jogando contra si mesmo — a máquina chegou a vencer o próprio autor (SAMUEL, 1959).

Exemplos: o filtro de spam que aprende com as mensagens que você marca; o sistema de recomendação do streaming; a previsão de inadimplência de um banco; o detector de fraudes do cartão. Contra-exemplos (IA que não é ML): o Deep Blue e o MYCIN de novo — toda a "inteligência" deles foi escrita à mão por programadores e especialistas; nada foi aprendido de dados. É por isso que "IA" e "machine learning" não são sinônimos: houve — e há — muita IA sem aprendizado algum.

Camada 04

Nível 3 — Deep learning: muitas camadas de neurônios (anos 2000)

Rede neural profunda em camadas processando a foto de um gato e produzindo a etiqueta GATO com 98% de confiança

Nível 3 — Deep learning: representações aprendidas camada a camada. Ilustração do autor (2026)

Definição: é o subcampo do aprendizado de máquina que usa redes neurais artificiais com muitas camadas, nas quais cada camada aprende representações progressivamente mais abstratas dos dados — de bordas a olhos, de olhos a rostos (LECUN; BENGIO; HINTON, 2015). O termo: a expressão deep learning aparece na literatura já em 1986, em outro contexto (DECHTER, 1986), mas ganhou o sentido atual nos anos 2000, com o trabalho de Geoffrey Hinton e colegas sobre redes de crenças profundas (HINTON; OSINDERO; TEH, 2006) — e explodiu em 2012, quando a rede AlexNet venceu o desafio ImageNet de reconhecimento de imagens, como vimos no primeiro post da série.

Exemplos: a AlexNet e as redes de visão computacional; o reconhecimento de fala do seu celular; o AlphaFold, que previu a estrutura de proteínas; a percepção dos carros autônomos. Contra-exemplos (ML que não é DL): regressão linear e logística, árvores de decisão, florestas aleatórias, k-médias, o filtro de spam bayesiano — aprendem com dados, mas sem camadas profundas de neurônios. Continuam extremamente úteis: boa parte do ML corporativo do mundo real vive aqui.

Camada 05

Nível 4 — IA generativa: máquinas que criam (2014)

Prisma luminoso projetando três criações: um quadro sendo pintado, uma partitura musical e um texto se escrevendo

Nível 4 — IA generativa: em vez de classificar conteúdo, produzir conteúdo novo. Ilustração do autor (2026)

Definição: são os sistemas de deep learning treinados para produzir conteúdo novo — texto, imagem, áudio, vídeo, código — que se pareça com os dados de treinamento, em vez de apenas classificá-los ou prever um número. O marco: o artigo das redes adversárias generativas (GANs), de Ian Goodfellow e colegas, em 2014, no qual duas redes competem — uma gera, a outra critica — até a geração ficar convincente (GOODFELLOW et al., 2014). A expressão "IA generativa", porém, só virou vocabulário de jornal com a chegada dos geradores de imagem e do ChatGPT ao grande público, em 2022 (OPENAI, 2022).

Exemplos: DALL-E (OpenAI, 2021), Midjourney (2022) e Stable Diffusion (Stability AI, 2022) para imagens; geradores de música e de vídeo; e os próprios chatbots de texto. Contra-exemplos (DL que não é generativo): o classificador que diz "é um gato", o reconhecimento facial, o detector de fraude, o AlphaGo — redes profundas que percebem, classificam e decidem, mas cujo produto não é um conteúdo novo.

Camada 06

Nível 5 — LLMs: os grandes modelos de linguagem (2017–2020)

Pilha de livros cujas palavras se transformam em fichas coloridas de tokens que fluem para um balão de conversa

Nível 5 — LLM: bilhões de parâmetros treinados para prever o próximo token. Ilustração do autor (2026)

Definição: os large language models são modelos generativos de linguagem, baseados na arquitetura Transformer (VASWANI et al., 2017), treinados sobre volumes gigantescos de texto para prever o próximo token de uma sequência — e que, nessa tarefa aparentemente humilde, desenvolvem competência linguística geral. O termo e a linhagem: o primeiro GPT é de 2018 (RADFORD et al., 2018); a expressão "grande modelo de linguagem" se consolidou com o GPT-3 e seus 175 bilhões de parâmetros, em 2020 (BROWN et al., 2020); e o fenômeno chegou ao público com o ChatGPT, lançado pela OpenAI em 30 de novembro de 2022 (OPENAI, 2022).

Exemplos e fabricantes: a família GPT (OpenAI), o Gemini (Google DeepMind, 2023) (GOOGLE, 2023), o Claude (Anthropic, 2023) (ANTHROPIC, 2023), o Llama (Meta, 2023) (META, 2023) — e, com orgulho nacional, o Sabiá, LLM treinado para o português brasileiro pela Maritaca AI, empresa nascida na comunidade acadêmica de Campinas (PIRES et al., 2023). Contra-exemplos (IA generativa que não é LLM): os geradores de imagem, música e vídeo — Stable Diffusion e Midjourney criam, mas seu produto não é linguagem. Todo LLM é IA generativa, mas nem toda IA generativa é um LLM.

Camada 07

Modelo, parâmetro e token: o vocabulário que destrava o resto

Modelo é a função matemática que o aprendizado produz: uma estrutura (a arquitetura) mais um conjunto de números ajustáveis, treinada para transformar entradas em saídas (MITCHELL, 1997); (RUSSELL; NORVIG, 2022). Parâmetros são exatamente esses números — os "pesos" das conexões da rede, ajustados durante o treinamento. Quando o noticiário diz que um modelo "tem 175 bilhões de parâmetros", está contando esses números ajustáveis, e não "fatos memorizados": parâmetro não é conhecimento enciclopédico, é coeficiente de uma função gigantesca. A Tabela 1 mostra a escalada.

Tabela 1 — Quantidade de parâmetros de modelos de linguagem selecionados — 2018-2024

ModeloFabricanteAnoParâmetros
GPT-1OpenAI2018117 milhões
GPT-2OpenAI20191,5 bilhão
GPT-3OpenAI2020175 bilhões
Llama 3.1 (maior versão)Meta2024405 bilhões

Fonte: elaborado pelo autor com base em Radford et al. (2018), Brown et al. (2020) e Meta (2024).Nota: fabricantes deixaram, em geral, de divulgar o número de parâmetros de seus modelos mais recentes; a tabela usa modelos com valores publicados.

Token é a unidade em que o texto é picado antes de entrar no modelo: nem letra, nem exatamente palavra — em geral, pedaços de palavra definidos por algoritmos como o byte-pair encoding, que equilibram vocabulário enxuto e capacidade de representar palavras raras (SENNRICH; HADDOW; BIRCH, 2016). Uma palavra curta e comum pode ser um único token; uma palavra longa vira vários:

Divisão ilustrativa — o recorte exato varia conforme o tokenizador de cada modelo

Por que isso importa para você? Porque é em tokens que os modelos cobram, limitam contexto e "pensam": a janela de contexto de um LLM, os preços de API e até alguns erros curiosos (como dificuldade em contar letras de uma palavra) são consequências diretas da tokenização.

Camada 08

Quem fabrica o quê: produtos, datas e endereços no mapa

O Quadro 1 reúne produtos que você encontra no noticiário, seus fabricantes, o ano de lançamento público e o anel do diagrama em que cada um mora — repare como produtos famosos de IA ficam fora dos anéis internos.

Quadro 1 — Produtos de inteligência artificial, fabricantes, lançamento e nível no diagrama

ProdutoFabricanteLançamentoNível no diagrama
Deep BlueIBM1997IA (busca e heurísticas; não aprende)
Watson (Jeopardy!)IBM2011IA + ML (linguagem e recuperação de informação)
AlphaGoGoogle DeepMind2016Deep learning (não generativo)
AlphaFold 2Google DeepMind2020Deep learning (não generativo)
DALL-EOpenAI2021IA generativa (imagem; não LLM)
GitHub CopilotGitHub/OpenAI2021LLM aplicado a código
MidjourneyMidjourney, Inc.2022IA generativa (imagem; não LLM)
Stable DiffusionStability AI2022IA generativa (imagem; não LLM)
ChatGPTOpenAInov. 2022Aplicação sobre LLM (família GPT)
LlamaMetafev. 2023LLM (pesos abertos)
ClaudeAnthropicmar. 2023LLM
SabiáMaritaca AI (Brasil)2023LLM em português brasileiro
GeminiGoogle DeepMinddez. 2023LLM multimodal

Fonte: elaborado pelo autor com base em Openai (2022), Meta (2023), Anthropic (2023), Google (2023) e Pires et al. (2023).Nota: datas referem-se ao primeiro lançamento público de cada produto; as versões atuais (famílias GPT, Gemini, Claude, Llama e afins) evoluem em ritmo semestral.

Camada 09

Aplicações: onde esses conjuntos encostam na sua profissão

Cada anel do diagrama sustenta aplicações profissionais concretas: o ML clássico prevê demanda, inadimplência e evasão escolar; o deep learning lê exames de imagem, inspeciona linhas de produção e transcreve reuniões; a IA generativa redige minutas, cria material didático e protótipos; os LLMs viram assistentes de pesquisa, tutores e copilotos de escrita e código. E isso já é estatística oficial: segundo o IBGE, 41,9% das empresas industriais brasileiras com 100 ou mais pessoas ocupadas usavam IA em 2024 — e as finalidades mais comuns mostram onde a ferramenta encosta no expediente (IBGE, 2025).

Para que as empresas brasileiras usam IA

Fonte: elaborado pelo autor com base em IBGE (2025).Nota: percentuais calculados sobre as empresas industriais com 100 ou mais pessoas ocupadas que utilizam inteligência artificial.

Camada 10

Perguntas para o seu contexto

Teste o vocabulário: marque o que você já consegue responder — cada item usa um conceito deste post.

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Saída

Um mapa não é o território — mas evita muita discussão perdida

Setenta anos separam o seminário de Dartmouth do chat que você abre no celular — e, nesse intervalo, cada anel do nosso diagrama nasceu de uma pergunta diferente: máquinas podem agir racionalmente? Podem aprender? Podem aprender representações? Podem criar? Podem conversar? A resposta prática de 2026 é "sim" para as cinco — com as ressalvas de sempre sobre o que "criar" e "conversar" significam, discutidas no primeiro post da série. Na próxima parada, abriremos o anel 2 por dentro: como um algoritmo aprende, o que são treino e teste, e por que dados enviesados produzem modelos enviesados. Até lá, fica o exercício: da próxima manchete sobre IA que você ler, qual é o anel?

Nota do autor: a célebre frase "capacidade de aprender sem ser explicitamente programado", popularmente atribuída a Samuel, não consta literalmente do artigo de 1959 — por isso adotamos a definição formal de Mitchell (1997). O termo deep learning tem história dupla: aparece em Dechter (1986) em contexto de busca com restrições e ganhou o sentido atual, ligado a redes neurais, nos anos 2000. O encaixe "IA generativa ⊂ deep learning" é um recorte didático consagrado pelos diagramas de conjuntos: houve modelos generativos anteriores às redes profundas, mas toda a IA generativa relevante hoje é construída sobre elas. As datas do Quadro 1 referem-se ao primeiro lançamento público; contagens de parâmetros de modelos recentes deixaram de ser divulgadas pelos fabricantes. A divisão de tokens mostrada é ilustrativa — cada tokenizador recorta de um jeito.

Referências

  1. ANTHROPIC. Introducing Claude. San Francisco: Anthropic, 2023. Disponível em: https://www.anthropic.com/news/introducing-claude. Acesso em: 9 ago. 2026.
  2. BROWN, Tom B. et al. Language models are few-shot learners. In: CONFERENCE ON NEURAL INFORMATION PROCESSING SYSTEMS, 34., 2020. Advances in Neural Information Processing Systems 33. [S. l.]: NeurIPS, 2020. Disponível em: https://arxiv.org/abs/2005.14165. Acesso em: 9 ago. 2026.
  3. DECHTER, Rina. Learning while searching in constraint-satisfaction-problems. In: NATIONAL CONFERENCE ON ARTIFICIAL INTELLIGENCE, 5., 1986, Filadélfia. Proceedings of AAAI-86. Menlo Park: AAAI, 1986. p. 178-183. Disponível em: https://cdn.aaai.org/AAAI/1986/AAAI86-029.pdf. Acesso em: 9 ago. 2026.
  4. GOODFELLOW, Ian et al. Generative adversarial nets. In: CONFERENCE ON NEURAL INFORMATION PROCESSING SYSTEMS, 28., 2014, Montreal. Advances in Neural Information Processing Systems 27. [S. l.]: NeurIPS, 2014. Disponível em: https://arxiv.org/abs/1406.2661. Acesso em: 9 ago. 2026.
  5. GOOGLE. Introducing Gemini: our largest and most capable AI model. Mountain View: Google, 2023. Disponível em: https://blog.google/technology/ai/google-gemini-ai/. Acesso em: 9 ago. 2026.
  6. HINTON, Geoffrey E.; OSINDERO, Simon; TEH, Yee-Whye. A fast learning algorithm for deep belief nets. Neural Computation, v. 18, n. 7, p. 1527-1554, 2006. DOI: 10.1162/neco.2006.18.7.1527. Disponível em: https://doi.org/10.1162/neco.2006.18.7.1527. Acesso em: 9 ago. 2026.
  7. IBGE — INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. De 2022 a 2024, percentual de empresas industriais utilizando inteligência artificial subiu de 16,9% para 41,9%. Agência IBGE Notícias, Rio de Janeiro, set. 2025. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/44551-de-2022-a-2024-percentual-de-empresas-industriais-utilizando-inteligencia-artificial-subiu-de-16-9-para-41-9. Acesso em: 9 ago. 2026.
  8. LECUN, Yann; BENGIO, Yoshua; HINTON, Geoffrey. Deep learning. Nature, v. 521, p. 436-444, 2015. DOI: 10.1038/nature14539. Disponível em: https://doi.org/10.1038/nature14539. Acesso em: 9 ago. 2026.
  9. McCARTHY, J.; MINSKY, M. L.; ROCHESTER, N.; SHANNON, C. E. A proposal for the Dartmouth Summer Research Project on Artificial Intelligence, august 31, 1955. AI Magazine, v. 27, n. 4, p. 12-14, 2006. DOI: 10.1609/aimag.v27i4.1904. Disponível em: https://doi.org/10.1609/aimag.v27i4.1904. Acesso em: 9 ago. 2026.
  10. META. Introducing LLaMA: a foundational, 65-billion-parameter large language model. Menlo Park: Meta AI, 2023. Disponível em: https://ai.meta.com/blog/large-language-model-llama-meta-ai/. Acesso em: 9 ago. 2026.
  11. META. Introducing Llama 3.1: our most capable models to date. Menlo Park: Meta AI, 2024. Disponível em: https://ai.meta.com/blog/meta-llama-3-1/. Acesso em: 9 ago. 2026.
  12. MITCHELL, Tom M. Machine learning. Nova York: McGraw-Hill, 1997.
  13. OPENAI. Introducing ChatGPT. San Francisco: OpenAI, 2022. Disponível em: https://openai.com/index/chatgpt/. Acesso em: 9 ago. 2026.
  14. PIRES, Ramon; ABONIZIO, Hugo; ALMEIDA, Thales S.; NOGUEIRA, Rodrigo. Sabiá: Portuguese large language models. [S. l.], 2023. Disponível em: https://arxiv.org/abs/2304.07880. Acesso em: 9 ago. 2026.
  15. RADFORD, Alec et al. Improving language understanding by generative pre-training. San Francisco: OpenAI, 2018. Disponível em: https://cdn.openai.com/research-covers/language-unsupervised/language_understanding_paper.pdf. Acesso em: 9 ago. 2026.
  16. RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência artificial: uma abordagem moderna. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2022.
  17. SAMUEL, Arthur L. Some studies in machine learning using the game of checkers. IBM Journal of Research and Development, v. 3, n. 3, p. 210-229, 1959. DOI: 10.1147/rd.33.0210. Disponível em: https://doi.org/10.1147/rd.33.0210. Acesso em: 9 ago. 2026.
  18. SENNRICH, Rico; HADDOW, Barry; BIRCH, Alexandra. Neural machine translation of rare words with subword units. In: ANNUAL MEETING OF THE ASSOCIATION FOR COMPUTATIONAL LINGUISTICS, 54., 2016, Berlim. Proceedings of the 54th Annual Meeting of the ACL. Stroudsburg: ACL, 2016. p. 1715-1725. Disponível em: https://arxiv.org/abs/1508.07909. Acesso em: 9 ago. 2026.
  19. VASWANI, Ashish et al. Attention is all you need. In: CONFERENCE ON NEURAL INFORMATION PROCESSING SYSTEMS, 31., 2017, Long Beach. Advances in Neural Information Processing Systems 30. Long Beach: NeurIPS, 2017. Disponível em: https://arxiv.org/abs/1706.03762. Acesso em: 9 ago. 2026.

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Brasil Acadêmico: Entenda o que é IA, Apredizagem de Máquina, Deep Learning, LLM, entre outros conceitos
Entenda o que é IA, Apredizagem de Máquina, Deep Learning, LLM, entre outros conceitos
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