Colocamos um post sobre o famoso teste da bailarina que gira. O boato era que se você visse ela girando para um lado você era mais lógico e para o outro você seria mais artístico.
A gente coleta coisas legais na web e depois não sabe o quanto a coisa vai avançar. Esse "teste" é uma verdadeira caixa de pandora.
Para começar, não é de fato um teste. É apenas uma ilusão de ótica criada pelo Web designer japonês Nobuyuki Kayahara.
Pois, a ilusão começou a ser interpretada e circular como um teste que poderia indicar que nós temos uma predominância de um hemisfério cerebral, dependendo do sentido que víssemos a bailarina.O que está ocorrendo aqui para fazer a inversão é algo que acontece inteiramente dentro do sistema visual. Se nós podemos compreender porque invertemos essa figura, então nós estamos em posição de compreender algo muito fundamental para a forma como o sistema visual contribui para a experiência consciente.
Dr. Thomas C. Toppino. Catedrático do departamento de psicologia da Universidade de Villanova.
Trocando em miúdos, o que acontece nessa animação é que o designer habilmente conseguiu produzir uma imagem relativamente complexa que não possui referências que mostre profundidade. O que está na frente ou atrás nessa animação é ambíguo.
É por isso que esse tipo de imagem é chamado de reversível ou ambígua. Igual às escadas representadas no filme A Origem (Inception). Imagens como essa, e o Cubo de Necker causam esse tipo de problema de interpretação.
O pior é quando as pessoas sequer notam a falta de referência, e começam a insultar o autor do blog dizendo que é pegadinha etc. Huahuahua ;-D Eu me divirto (e os demais, com certeza), mas eu sei também que isso causa muita aflição nessas pobres almas em desequilíbrio com o seu meio.
Tudo que posso dizer aos paranóicos é que GARANTIMOS ser possível, pelo menos para a maioria, ver a bailarina girando nos dois sentidos.
Para demonstrar colocamos acima as imagens dos quadros da animação (Clique nelas para ver todas). Espero que quem ainda tem dúvida perceba que cada quadro pode ser visto como uma figura de frente ou de costa, voltada para direita ou para esquerda. Pois a verdade é que não dá para sabermos. Uma vez que não existe nada que indique o que está na frente e no fundo na imagem. 
De fato, nossa percepção visual do mundo depende de contexto, de referenciais. Se não estiverem disponíveis, certamente nosso cérebro escolherá um. Baseado nas experiências do passado. Aquilo que costuma dar certo.
Se você quiser tentar uma técnica tente se concentra no pé se apoia no chão. Imagine que ele é ora o esquerdo, ora o direito. Se não conseguir tente "roubando": Acesse a imagem com referenciais para o pé esquerdo e para o pé direito. :-D
Dr. Toppino diz que as pessoas que não podem ver a reversão, possivelmente possui uma estrutura neural subjacente mais dominante (não quer dizer que seja um hemisfério cerebral inteiro), mas uma vez que alguém finalmente consegue ver a reversão, ela vai começar a acontecer mais vezes.
Assim, poderíamos inferir que isso está mais para um treino do que para um teste.
Para entender como funciona nossa visão e as ilusões recomendo que assista o vídeo desse post: Ilusões de ótica para entendermos a realidade.
Fonte: Wikipedia, The New york Times
A verdade sobre o teste da bailarina
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Gmail vai priorizar seus e-mails para você
Novo recurso vai destacar quais são os e-mails mais importantes. A ideia é economizar tempo e melhorar a experiência de uso do webmail.
O Gmail já possui um filtro de spam bem esperto. Agora, um algoritmo mais inteligente vai priorizar as mensagens que você mais deseja abrir, levando em conta os e-mails que você efetivamente lê, os e-mails que você responde e a frequência das palavras-chave de mensagens abertas recentemente.
Assim, as mensagens de seu chefe ou sua namorada terão uma maior prioridade sobre aquelas ofertas que você não sabe porque pediu para que te enviasse (parecia uma boa ideia na época).
Quando você clicar no link de navegação Caixa prioritária no lado esquerdo dos e-mails, você verá mensagens agrupadas em três seções: Importantes e não lidas, Com estrela e Todos as demais. Se não gostar dessas seções, haverá opções de personalização.
Além disso, a precisão do novo recurso melhora ao longo do tempo, ele vai aprendendo a medida que vai sendo usado. Haverá botões com os sinais "+" e "-" para que você ajude-o a melhorar a taxa de acertos. Por exemplo, ao clicar no botão "-" (marcar como não importante) em uma mensagem na seção Importante, ela será imediatamente retiada de lá.
Na semana passada, o Google já havia divulgado duas novidades no Gmail. A primeira foi a ampliação do tempo para desfazer o envio de uma mensagem para até 30s. Em seguida, ofertou ligações VoIP por meio do webmail.
O novo recurso está sendo disponibilizado ao longo dessa semana e se você ainda não tem acesso deverá obtê-lo em breve. Qualquer dúvida, clique em Configurações (no canto superior direito da tela do Gmail e procure pela guia Caixa Prioritária (se não estiver vendo é porque ainda não está disponível para você :-P).
Parece bastante promissor, mas só o tempo dirá se será um sucesso ou outro Google Wave. :-P
Acesse aqui para maiores informações.
Chachorro que dança merengue
Eu sei que isso não é muito acadêmico (na verdade, não é nada acadêmico). Mas precisamos de audiência, e o que é melhor para isso do que cachorro, saia e ritmo caribenho?
Para mim esse cão é um bípede que tem que se esforçar para andar nas quatro patas.
Via BoingBoing
Bicicleta sem garfo na roda dianteira
Você já viu uma bicicleta que o guidon não se liga diretamente à roda dianteira? Pode não ser prático, mas se a ideia é chamar a atenção...
Pois essa bicicleta causa um impressão estranha a primeira vista. Falta alguma coisa ali. Será que é invisível? Ou antigravitacional?
Como a roda a frente continua virando para os lados e o guidon está onde deveria estar só nos resta agradecer aos céus por entendermos o mecanismo que possibilita essa pegadinha que desafia a lógica (e não parece ser nada prática).
Criação do designer finlandês Olli Erkkila a bicicleta é o seu projeto de graduação para o Instituto de Design, em Lahti. Seu guidon é conectado a uma barra de direção, que gira a roda da frente. Já o quadro é modificado para suportar o piloto, na ausência do garfo dianteiro, com adição de um tubulação em arco abaixo do assento.
Valeu pelo design interessante e pela boa trilha sonora do vídeo.
Via The Design inspiration
NASA testa óculos com lentes líquidas
Novidade substituiria a necessidade de lentes bifocais para astronautas com "vista cansada" em espaçonaves e na estação espacial.
Foi-se o tempo em que a NASA só recrutava jovens pilotos com olhos de águia para missões espaciais.
Hoje em dia a Agência pega qualquer um. Isto é, as missões estão deixando de ser algo que testa os limites do homem para se tornarem atividade científica corriqueira.
Isso está mudando o perfil do viajantes espaciais, já que as pesquisas estão demandando mais pesquisadores do que pilotos e tem elevado a média da idade das tripulações, o que aumenta a probabilidade de ocorrência de problemas de meia-idade, como a presbiopia.Presbiopia, popularmente conhecida como "vista cansada", é um caso particular de hipermetropia que atinge as pessoas, normalmente, a partir dos 40 anos. Pessoas com Hipermetropia ou Diabetes mellitus tendem a apresentar a presbiopia mais precocemente, ao redor dos 35 anos de idade.
Wikipedia
Por essa razão, a NASA tem testado durante os últimos seis meses a solução denominada TruFocals. Um óculos que permite ajustar o foco através de um controle deslizante.
O TruFocals tem algumas vantagens em relação às soluções tradicionais, entre elas destacam-se:
O TruFocals possui as lente circulares, para melhor performance, o que fornece um maior campo visual sem distorções, mas também dá aos usuários um visual Harry Potter. O que chega a causar estranheza, já que o acessório custa 900 dólares. O que, covenhamos, parece bem caro para algo pouco estético.
Cada lente do TruFocals na verdade é constituída de duas lentes, presas magneticamente uma à outra (o conjunto possui 3 mm de espessura). A lente próxima ao olho é flexível com uma membrana transparente flexível presa a uma superfície rígida. O espaço entre a membrana e a superfície rígida é preenchido por um fluido de silicone. Um botão deslizante localizado na ponte dos óculos injeta ou reduz o líquido que faz a membrana expandir ou contrair, funcionando como uma lente de foco ajustável. A segunda lente, a externa, possui a prescrição normal de qualquer óculos.
Esse ajuste é feito naturalmente pela lente dos olhos (cristalino), antes da presbiopia se desenvolver.
O TruFocals está passando por testes duros. Ele será até incinerado para verificar a presença de gases tóxicos após a queima. Mas a NASA considera outras possibilidades além dele.
O emPower! possui uma zona eletrônica de leitura incorporada à lente que faz com que ela funcione como um bifocal virtual. Graças a um acelerômetro embutido que liga e desliga a zona de leitura de acordo com o movimento da cabeça.
Todavia, o fato do campo visual ser mais amplo, e não restrito a uma zona, constitui uma forte característica do TruFocals. E isso pode fazer a escolha final pender para o seu lado.
Via SciAm
Faça sua parte, coma insetos
Esses invertebrados têm agora a chancela para consumo da FAO, organização para alimentação e agricultura da ONU. O órgão já realizou um encontro sobre o tema em 2008, na Tailândia, e planeja um novo congresso, mais amplo, em 2013.
As razões para a ONU estar recomendando o consumo de insetos tem um sentido muito prático. Crar bois, porcos e cabras ocupam dois terços das terras que podem produzir alimento no mundo.
Para piorar, o gado é responsável pela emissão de 20% dos gases do efeito estufa. Segundo estimativas, em 20 anos o consumo anual de carne vai saltar de 50 para 80 quilos por pessoa, o que deverá agravar a mudança climática global.
Por outro lado, a entidade assegura que eles são mais nutritivos e baratos, além de poder conter a escalada do consumo de carne.
Além disso, ao contrário da alternativa vegetariana, o consumo de inseto não tem problema de falta de proteínas. Longe disso. Os insetos possuem uma quantidade proporcional de proteína muito superior à presente na carne.Insetos são muito mais eficientes do que gado.
Arnold van Huis. Especialista em insetos da Universidade Wageningen (Holanda)
Arnold van Huis, autor do estudo chancelado pela FAO, explica que enquanto são necessários dez quilos de grãos para cada quilo de carne de vaca obtido, a mesma quantidade de insetos demanda apenas 1,5 quilo de ração.
Vários estudos indicam ainda que os pequenos animais contêm os mesmos nutrientes encontrados na carne de boi, porco, aves e peixes.
Segundo Eraldo Medeiros Costa Neto, pesquisador da Universidade Estadual de Feira de Santana, na Bahia, o hábito de comer insetos é comum em mais de 120 países.
Grilos, gafanhotos e larvas de diversas espécies são iguarias em países asiáticos e da África. Em restaurantes de Londres, Paris e Tóquio, eles compõem pratos sofisticados. No Brasil, vários grupos consomem larvas e bichos adultos. No semiárido baiano, por exemplo, a farofa de tanajuras fritas é um prato típico. 
Apesar de existirem cerca de 1,5 mil espécies comestíveis no mundo, os insetos exigem certos cuidados, como ocorre com qualquer alimento.
Nem todos os insetos podem ser comidos, pois alguns são venenosos ou contêm outras substâncias tóxicas.
Fonte: ISTOÉ
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O Peixe Tripé
Um peixe com essas características parece saído de um desenho animado mostrando formas alienígenas.
Alguns dizem se tratar da evidência do Design Inteligente. Outros dirão que a função desse tripé é uma adaptação para o peixe poupar energia ao repousar no fundo do oceano.
Estudos talvez mostrarão que a finalidade de tais pilares é ficar em uma profundidade adequada para capturar determinado tipo de alimento.
É possível ainda que esses pilotis, desenvolvidos a partir de duas de suas nadadeiras pélvicas e da nadadeira caudal, sejam uma transição evolutiva sem função atualmente.
O fato é que o bizarro Bathypterois grallator é mais uma espécie inusitada vinda do estranho mundo dos abismos oceânicos.
Via Boing Boing





















