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Google faz planos para libertar os EUA do petróleo

A Google resolveu mostrar seus dotes de líder de indústria e resolveu tirar os EUA (e o capitalismo, alguns dirão) do atoleiro. Pelo menos ela não está de pires na mão pedindo uma ajudinha federal (como aquele povo de Detroit, tsc, tsc). Ou está?
O CEO da Google, Eric Schmidt, disse que o governo dos EUA tem de investir milhões de dólares em iniciativas de energia alternativa, infra-estrutura de banda larga (Arrá! Eu sabia!) e investigação num esforço para reconstruir a economia do país.
Notícia publicada no site da ComputerWorld de Portugal em nota entitulada “A inovação tem de estar em primeiro lugar”.
Eric Schmidt, CEO do Google
É tempo do governo ter uma nova abordagem em relação a questões como a independência energética e a implementação de banda larga, depois de em anos recentes terem mostrado que os esforços privados não são suficientes, considerou o CEO e chairman da Google, num discurso em Washington.
Os planos para a recuperação do sistema financeiro em debate no Congresso dos Estados Unidos deveria focar-se em recompensar a inovação e a colocar as pessoas a trabalhar na construção de infra-estrutura de banda larga e energia disse o executivo que tem sido conselheiro de para a área da economia.
"Para abordar os nossos problemas econômicos e criar emprego, nós precisamos de pôr a inovação em primeiro lugar”, recomenda Schmidt. Os empreiteiros sem trabalho podem ocupar-se da construção de uma rede inteligente de energia ou então uma rede de comunicações de banda larga.
Na opinião do mesmo, é tempo do país olhar para outras formas do setor privado e setor público trabalharem juntas para resolver problemas. As suas idéias deverão ter a oposição dos legisladores, preocupados com os déficits federais. Em dado momento Schmidt referiu a necessidade de se investir dez mil milhões de dólares só em incentivos fiscais a companhias de energia alternativa.
Contudo o CEO considera que os Estados Unidos estão passando uma grande crise energética, com as reservas de petróleo do país em queda e o aquecimento global capaz de produzir problemas significativos, ainda durante “o nosso tempo de vida”. "Chegamos a um ponto em que temos de conseguir fazer isto bem," disse o responsável.
Schmidt explicou o plano da Google para libertar os Estados Unidos da dependência de comsbustíveis fósseis até 2030. Ele apelou ao governo para ligar quaisquer medidas de recuperação financeira da indústria automóvel à economia de combustível conseguida pelos carros. Por outro lado, sugeriu que mais estados sigam a iniciativa da Califórnia e criem incentivos regulatórios com o objetivo de fazer as companhias de energia pouparem mais energia.

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Diretrizes para Economia de Energia em Data Centers Europeus

Comissão Européia lança código de conduta para centros de dados em resposta ao aumento do consumo de energia e visando reduzir o impacto ambiental dessas instalações.
data center verde
A idéia é que esse código seja uma "iniciativa voluntária" para os envolvidos no problema a fim de "informar e estimular" os proprietários e operadores destes centros de dados a diminuir o gasto energético.
Sabe-se que muitos dos data centers europeus possuem um projeto ultrapassados, sem priorizar o consumo racional de energia elétrica, assim como foram construídos com o objectivo de serem "tolerantes a alterações nas operações e na capacidade", sendo que apenas uma pequena parcela de toda eletricidade é usada na alimentação dos sistemas informáticos. Na verdade, a maioria da energia é consumida nos sistemas de arrefecimento e em tarefas redundantes. Por fim, a maior parte dos sistemas implementados nos data centers possuem uma baixa taxa de uso. Esses fatores combinados são responsáveis por "ineficiências energéticas".
O consumo dos centros de dados europeus chegou a 56 terawatts-hora em 2007 e este consumo deverá superar os 104 terawatts-hora em 2020.
O gasto energético não é uma preocupação prioritária dos proprietários dos centros de dados, porém, com a crescente majoração dos preços, essa realidade deve se alterar em breve.
Links:
Versão 1.0 do Code of Conduct on Data Centres Energy (em inglês)
ComputerWorld

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Desenvolvida droga para emagrecer comendo

Pesquisadores franceses anunciam ter desenvolvido uma substância que consegue enganar o corpo, fazendo com que não ganhe peso mesmo quando submetido a uma dieta gordurosa. Urrú!
Os riscos de uma dieta gordurosa
Vamos aos fatos: desenvolvida na Universidade Louis Pasteur, em Estrasburgo, a droga SRT1720 conseguiu mudar o metabolismo de cobaias, ativando a queima de gorduras que normalmente acontece apenas quando os níveis de energia do corpo estão baixos.
Ativadores da SIRT1
Segundo reportagem publicada no site da BBC Brasil, o medicamento é semelhante em estrutura ao composto químico resveratrol, encontrado no vinho tinto (só se for nos efeitos, pois de acordo com a figura acima, tirada de um paper do site da revista Nature, elas são até bastante distintas uma da outra).
Os cientistas chegaram à nova droga quando pesquisavam uma proteína, a SIRT1, que é ativada pelo resveratrol. O SIRT1 é responsável por ativar um receptor químico, o PGC1, que exerce função fundamental no controle do metabolismo, podendo neutralizar os efeitos da obesidade.
Em estudos anteriores foi mostrado que o resveratrol combatia alguns efeitos de uma dieta calórica ao ativar a SIRT1. Porém, testes em ratos sugeriram para se obter o mesmo efeito em humanos seriam necessários muitos litros de vinho tinto.
Assim, os cientistas da França tentaram criar um medicamento mais potente, visando tão somente a SIRT1, e obtiveram o SRT1720.

Após de dez semanas de tratamento em ratos os pesquisadores descobriram que uma dose baixa de SRT1720 protegia parcialmente as cobaias do ganho de peso em uma dieta gordurosa.
Quando aplicado em doses maiores, o remédio impediu por completo o ganho de peso. Além disso, também melhorou a tolerância ao açúcar no sangue dos roedores e a sensibilidade à insulina, dois importantes fatores para se evitar o diabetes.
Para completar, o estudo, que foi divulgado na publicação científica Cell Metabolism, revelou que os ratos não apresentaram sinais de efeitos colaterais. Todavia, os cientistas lembram que serão necessários mais testes de segurança e eficácia antes que o medicamento possa ser usado em humanos.
Antes que a turma comece a enfiar o pé na jaca, o professor Ian Broom, do Centro de Pesquisas para Obesidade e Epidemiologia da Universidade Robert Gordon, da Grã-Bretanha, afirmou que qualquer remédio para obesidade deve ser acompanhado por mudanças na dieta e no estilo de vida.
Ele diz: "a pesquisa nesta área é bem-vinda como um caminho adicional para combater a epidemia de obesidade e doenças associadas."
Já o invejoso Stephen Bloom (brincadeirinha!), que pesquisa obesidade no Imperial College de Londres, disse que a pesquisa francesa "parece boa, mas ainda é muito cedo" e completa com um dado nada alentador: "precisamos de novos tratamentos para obesidade, particularmente por termos mil mortes por semana na Grã-Bretanha devido à obesidade."
A edição da revista Veja dsta semana traz uma reportagem que afirma que já precisamos de 30% a mais de planeta para darmos conta do consumo atual de seus habitantes. Se esse tipo de medicamento fizer com que as pessoas que hoje são atormentadas pelas dietas (especialmente no EUA) conseguirem enfiar o pé na jaca sem culpa (para alegria dos fast-foods) e ter um corpinho de modelo. Será melhor descobrirem logo um remédio que faça a gente ter menos vontade de comer sem ter pensamentos suicidas e tendinite, como a última promessa da felicidade alimentar, o já recolhido Acomplia, trazia na bula. (ou descobrirmos como cultivar alimentos no subsolo, em Marte, na Lua, no fundo do mar... :-P).
Fonte:O Globo,Estadão,Nature

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Aparelho produz cerca de 12 litros de água por dia a partir da umidade do ar

O Watermill, da empresa Element Four, fabrica até 3,2 galões de água potável, segura para cozinhar e beber, diariamente a partir da umidade do ar.Watermill fabrica água a partir da umidade do ar
Essa é mais uma solução tecnológica para enfrentar o problema da escassez de água que promete ser um dos flagelos mundiais a serm enfrentados nesse século.
Por módicos US$ 0,25 (25 cents) por dia o aparelho seria uma forma caseira de enfrentar a questão, fazendo a filtragem e a purificação do líquido através da esterilização por raios ultravioleta. Acredita-se que haverá versões movidas a energia solar e eólica.
Watermill retira água da umidade do ar
A pergunta que resta é qual seria o impacto ambiental se todas as casas resolvessem instalar o eletrodoméstico. Em cidades que tem a umidade relativa do ar baixíssima no período da seca, como Brasília por exemplo, poderia ser um verdadeiro tiro no pé. Mas em cidades litorâneas poderíamos ter o equivalente a um dessalinizador. É esperar para ver.
Link

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Transportando Água com o Q Drum

Q Drum traz uma forma mais fácil de transportar esse precioso líquido. Esse é um método que reinventa a roda. Literalmente.


A falta de água será um dos desafios desse século. Prevê-se guerras e muito sofrimento pela falta desse recurso tão essencial para manutenção da vida.
O Q Drum foi projetado para ser simples, ter custo razoável, manter o peso no chão, ter boa durabilidade e não conter partes móveis ou manuseáveis que possam ser danificadas.

Sendo testado em vilas rurais em Angola e África do Sul, o contêiner mostra-se um aliado para combater os efeitos da desertificação e a falta d´água, muito comum no continente africano.

Qualquer criança pode transportar água usando o Q Drum, o que libera os pais desta importante tarefa doméstica, geralmente feita pelas mães, para trabalhar em outras atividades. Além disso, ele pode ser empilhado, quando cheio, até o limite de 40 unidades. O que minimiza a necessidade de muita área para armazenamento e maximiza o seu transporte em larga escala.
Parece ser realmente uma boa idéia.
Q Drum: Water Transportation Made Easy

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A Grande Farsa do Aquecimento Global

A ciência é feita de teses e antíteses. Seu avanço se deve a choque de contraditórios. Como diria o Caetano Veloso em suas frases dialógicas: "ou não".
Temos sempre que nos perguntar, a quem interessa essa mensagem? É fato que o homem pode destruir a terra com a tecnologia, mas qual é a saída mais justa para o dilema? Seria um socialismo global com distribuição de riquezas? Ou não? Ou do contrário temos que aceitar nossa condição e não almejar alcançar o status de primeiro mundo pois, para isso, teríamos que explorar os recurso naturais como o primeiro mundo fez e faz? (Aqui nenhum mérito nesse aspecto do primeiro mundo.)
A Grande Farsa do Aquecimento Global - documentário polêmico exibido pela BBC e visto no YouTube(legendado).


Parte II

Parte III

Parte IV

Parte V

Parte VI

Parte VII

Parte VIII

Parte IX

Parte X

Parte XI

Parte XII

O Fantástico apresenta a resposta dos cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas - IPCC

Nós somos como aquele sapo que se formos jogados na água quente pulamos fora. Mas se forem aumentando a temperatura da água aos poucos morremos cozidos. Acho que estamos sim desequilibrando a natureza. Eu sou daqueles que ainda fica impressionado com a capacidade de um avião voar (com centenas de pessoas a bordo) mas quando estive em Londres fiquei igualmente impressionado com a quantidade de aviões o tempo todo decolando e pousando por lá. O céu todo riscado com o trilho da condensação da humidade atmosférica. Como junto com aquele rastro era deixado CO2 (dióxido de carbono) liberado em abundância pelas turbinas, temos um gráfico do quanto sujamos o ar que repiramos (é como vermos partículas subatômicas analisando seu rastro após uma colisão de prótons em um acelerador de partículas). Se víssemos um barco jogando sujeira em um rio que fosse usado para coletar nossa água potável, isso nos incomodaria mais. Mas como é o ar que respiramos (e não vemos...)
Existe uma enorme quantidade de CO2 congelado na chamada permafrost (terras eternas congeladas no limite da zona temperada com a ártica). Congelamento este ocorrido há 40 mil anos e que retém muita matéria orgânica. Com a mudança climática esse material, agora exposto, libera CO2 e CH4 (Metano) que é um potente aquecedor da atmosfera. Essa pode ser a bomba térmica do armaggedon e pode ser que não dê tempo para a tecnologia, a religião dos modernos alquimistas, desenvolver alguma solução milagrosa. Não é algo distante e boa parte de nós estaremos aqui para conferir.
Leia mais:
Aquecimento global desafia a humanidade

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Oceanos de Plástico

Ó mar salgado, quanto de teu sal são lágrimas de Portugal!

Talvez Fernando Pessoa, vivo e incrédulo, declamaria hoje:

Ó mar de plástico, quanto de teus carbonetos serão retirados do pré-sal?

Não rimou? Também, a situação dos mares atualmente não é nada poética.
São três milhões de toneladas de detritos concentrados apenas em um ponto entre o Havaí e a costa Californiana. Essa é a chamada Grande Mancha de Lixo e é formada por pedaços de plástico, partes de redes de pesca, garrafas, roupas e inúmeros outros detritos produzidos pela humanidade. E esse é apenas um dos vórtices (veja animação sobre os giros oceânicos) que são correntes oceânicas circulares naturais e, com a poluição, chegam a concentrar seis vezes mais plástico que a biomassa do Plâncton.

Você já deve ter ouvido dizer que um pedaço de embalagem plástica pode matar uma vaca. Pois esse albatroz foi encontrado em uma remota e desabitada região ao norte no Oceano Pacífico (Atol de Kure). Estava repleto de tampas de garrafa e outros materiais plástico ingeridos por engano.Albatroz morto comendo plástico

Poluição por embalagens plásticasA durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração desse derivado do petróleo são características que fazem do plástico um dos materiais com maiores aplicações e utilidades ao consumidor mas também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.
Mas não é só isso. Os mares estão sendo devastados de várias maneiras, sendo que as principais formas de agressão ambiental são:
  • Poluição – São 4,5 milhões de toneladas de petróleo vazando anualmente nos oceanos. Além disso, em torno de 70% dos sacos plásticos, latas, garrafas e pneumáticos são acumulados no leito oceânico. O que não vai para o fundo fica à deriva na superfície ou fica preso orbitando nos grandes vórtices oceânicos. Isso arrasa a vida nos mares. Mamíferos aquáticos como golfinhos e focas, além de tartarugas acabam presos em redes de pesca abadonadas e perecem sufocados. Peixes e pássaros engolem pedaços de material plástico e metálico e também morrem. Estima-se que esse lixo acumulado seja responsável direto pela morte de 1 milhão de aves e mamíferos marinhos por ano. São despejadas 675 toneladas de resíduos sólidos por hora no mar sendo 70% desse total é constituído de objetos feitos de plástico. Os pellets, bolinhas de meio centímetro de diâmetro que é a matéria-prima para a produção de plásticos, já compõe entre 5% e 10% da areia litorânea no mundo todo.

pelletsPellets - pequeninas esferas usadas como matéria prima pela indústria do plástico. Essas bolinhas podem afetar nossa alimentação, uma vez que são ingeridas por peixes, crustáceos e moluscos.

  • Solapamento dos estoques marinhos – Nos últimos 50 anos, a população mundial dobrou, enquanto o consumo de frutos do mar aumentou cinco vezes. Das 200 espécies de peixe com maior interesse comercial, 120 são exploradas além da capacidade de recuperação dos cardumes. A frota pesqueira mundial jé é o dobro do recomendável (4 milhões de barcos). A continuar assim, a indústria da pesca entrará em colapso em 2050 com o esgotamento do estoque de peixes comercialmente interessantes.
  • Aquecimento da água – A Mudança climática global também altera a temperatura média dos oceanos e ela está mais quente. Um dos efeitos é o aumento das regiões dos mares onde o oxigênio dissolvido na água cai a níveis impossíveis de sustentar a vida marinha (excetuando-se algumas bactérias), as chamadas zonas mortas. As zonas mortas também podem ser geradas pela decomposição de algas, que proliferam devido aos resíduos orgânicos produzidos pelo homem e despejados no mar. Nos últimos 50 anos aumentou de três para 150 o números destas zonas mortas.
  • Acidificação da água – Devido a poluição atmosférica, a concentração do gás carbônico no ar aumentou. O mar absorve parte desse gás acumulado e, como conseqüência, sua absorção pelos oceanos também cresceu, tornando sua água mais ácida. Com a diminuição do PH da água sua acidez provoca a descalcificação de espécies marinhas como os moluscos e destrói os corais que servem de abrigo para 1/4 da vida marinha, apesar de cobrirem apenas 1% do fundo dos oceanos. Estima-se que 16% das espécies de coral estejam ameaçadas de extinção causada pela devastação dos corais.

Para lutarmos contra essa realidade é como se faz nos grupos de Alcoólicos Anônimos: o primeiro passo é admitir o vício, para depois nos recuperarmos de nossos maus hábitos um dia após o outro...

Veja também:
CQC - Proteste Já - Lixão de Juquitiba

Algumas fontes consultadas:
GreenPeace, MindFully, Revista Veja, The Independent

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Novos conhecimentos

Oi gente,
Estou lendo um livro interessante que trata sobre os sistemas vivos e o planeta Terra como sendo um sistema vivo, que contém e provê outros microorganismos que somos nós, as plantas, os animais, os minerais, etc.
É interessante porque se formos analisar a totalidade das coisas sob essa ótica podemos também ser um planeta vivo em relação às bactérias, vírus e vermes. :) Eu, por exemplo, neste momento estou servindo de planeta vivo para o vírus da gripe!! Está a maior RAVE neste planeta que vos diz!! Bem, filosofias à parte, o livro que estou lendo chama-se: "A Dança da Terra. Sistemas vivos em evolução: uma nova visão da biologia", de Elisabet Sahtouris, editora Rosa dos Tempos.
Apesar de trabalharmos com informática, seria interessante analisarmos outros sistemas também e mantermos a mente aberta para toda e qualquer forma de conhecimento válido que venha auxiliar para a transformação do nosso conhecimento. Afinal, somos sistemas vivos em evolução, vivendo a Era do Conhecimento! E já dá para perceber que na vida, tudo é sistema!! :)

Até a próxima!
Débora

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Documentário: Mudança do Clima, Mudanças de Vida

Documentário produzido pelo Greenpeace Brasil sobre o aquecimento global, efeito estufa e o impacto da ações do homem na natureza e os efeitos ambientais no Brasil.



Seca em Santa Catarina, na Amazônia, o furacão Catarina e outras anomalias ambientais unem cientistas ambientalistas e ecologistas no alerta das conseqüências nefastas que podem causar tragédias futuras. Alarmismo? Exagero? Coisa de Cinema? Acredito que já passamos dessa fase mas assista ao filme e conclua você mesmo.

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