Uma história visual do conhecimento humano

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Como cresce o conhecimento? Por vezes começa com uma perceção e cresce com muitas ramificações. O especialista em infografia, Manuel Lima, e...

Como cresce o conhecimento? Por vezes começa com uma perceção e cresce com muitas ramificações. O especialista em infografia, Manuel Lima, explora a história milenar do mapeamento de dados — das línguas às dinastias — usando árvores de informações. É uma história fascinante de visualizações e um olhar sobre o impulso dos seres humanos para mapear o que conhecemos.



Nos últimos 10 anos, tenho vindo a investigar a forma como as pessoas organizam e visualizam as informações. E reparei numa mudança interessante.



Durante muito tempo, acreditámos numa ordem natural no mundo que nos rodeia, conhecida como a Grande Cadeia do Ser, ou "Scala naturae" em latim, uma estrutura hierárquica que normalmente começa com Deus, lá em cima, seguido pelos anjos, pelos nobres, pelos plebeus, pelos animais, etc. Esta ideia baseava-se na ontologia de Aristóteles que classificou todas as coisas que os homens conheciam num conjunto de categorias opostas, como as que veem atrás de mim. Mas, com o tempo, muito curiosamente, este conceito adotou este esquema ramificado duma árvore, no que ficou conhecido por a Árvore de Porfírio, também considerada a mais antiga árvore do conhecimento.

O esquema ramificado da árvore era uma metáfora tão poderosa para transmitir informações que, com o tempo, tornou-se num importante instrumento de comunicação para mapear uma série de sistemas do conhecimento. Vemos árvores usadas para mapear a moral, como a conhecida árvore das virtudes e a árvore dos vícios, como vemos aqui, com estas belas ilustrações da Europa medieval. Vemos árvores usadas para mapear a consanguinidade, os diversos laços de sangue entre as pessoas. Também vemos árvores usadas para mapear a genealogia, talvez o arquétipo mais conhecido do diagrama da árvore. Creio que muitos de vocês já viram árvores genealógicas, ou já terão feito a árvore genealógica da vossa família, desta forma. Até vemos árvores a mapear sistemas de leis, os diversos decretos e regulamentos de reis e governantes. E, por fim, claro, uma metáfora científica também muito conhecida, vemos árvores usadas para mapear todas as espécies que os homens conhecem. As árvores acabaram por ser uma metáfora visual muito poderosa porque, de muitas formas, elas encarnam este desejo humano de ordem, de equilíbrio, de unidade, de simetria.

No entanto, atualmente enfrentamos novos desafios, complexos e intrincados, que não podem ser entendidos utilizando um simples diagrama da árvore. Está a surgir agora uma nova metáfora que está a substituir a árvore para visualizar diversos sistemas de conhecimento. Está a fornecer-nos novas lentes para entender o mundo que nos rodeia. Esta nova metáfora é a metáfora da rede. Vemos esta mudança das árvores para as redes em muitos campos do conhecimento.

Vemos esta mudança na forma como tentamos entender o cérebro. Antigamente, costumávamos pensar no cérebro como um órgão modular, centralizado, em que uma certa área era responsável por um conjunto de ações e comportamentos. Mas, quanto mais conhecemos o cérebro, mais pensamos nele como uma grande sinfonia musical, tocada por centenas e milhares de instrumentos. Este é um belo instantâneo criado pelo Blue Brain Project, onde podemos ver 10 000 neurónios e 30 milhões de ligações. Está a mapear apenas 10% do neocórtex dum mamífero. Vemos também esta mudança na forma como tentamos conceber o conhecimento humano.

Estas notáveis árvores do conhecimento são as árvores da ciência, do erudito espanhol Raimundo Lúlio. Lúlio foi o precursor, o primeiro a criar a metáfora da ciência como uma árvore, uma metáfora que usamos todos os dias, quando dizemos: "A Biologia é um ramo da ciência", quando dizemos: "A Genética é um ramo da ciência". Mas talvez a mais bela de todas as árvores do conhecimento, pelo menos para mim, foi a criada pela enciclopédia francesa, de Diderot e d'Alembert em 1751. Foi ela o verdadeiro bastião do Iluminismo francês. Esta ilustração deslumbrante foi concebida como o índice para a enciclopédia. Ela mapeia todos os campos de conhecimento como ramos separados duma árvore.

Mas o conhecimento é muito mais intrincado do que isto. Estes são dois mapas da Wikipédia, que mostram a interligação de artigos — os ligados à História, à esquerda, e à Matemática, à direita. Penso que, ao olhar para estes mapas e outros que têm sido criados na Wikipédia — sem dúvida, uma das maiores estruturas rizomáticas criadas pelo homem — percebemos como o conhecimento humano é muito mais intrincado e interdependente, como uma rede.

Também vemos uma mudança interessante na forma como mapeamos as relações sociais entre as pessoas. Este é um organograma vulgar. Julgo que muitos de vocês já viram um destes, na vossa empresa, ou noutro sítio qualquer. É uma estrutura hierárquica que normalmente começa com o diretor-geral lá em cima e que podemos percorrer até aos trabalhadores individuais em baixo. Mas os seres humanos são únicos à sua maneira e por vezes, não funcionam bem dentro desta estrutura muito rígida.

Penso que a Internet está a mudar muito este paradigma. Este é um mapa excelente de colaboração social "online" entre os programadores Perl. Perl é uma conhecida linguagem de programação. Vemos aqui como os diversos programadores trocam ficheiros e trabalham em conjunto num determinado projeto. Reparamos que aqui o processo é totalmente descentralizado — não há chefes nesta organização, é uma rede.

Também vemos esta interessante mudança quando olhamos para o terrorismo. Um dos principais problemas em entender o terrorismo atual é que estamos a lidar com células independentes, descentralizadas, em que não há um líder a conduzir todo o processo. Aqui, vemos como está a ser usada a visualização. O diagrama que estão a ver atrás de mim mostra todos os terroristas envolvidos no atentado de Madrid em 2004. Eles aqui segmentaram a rede em três anos diferentes, representados pelas camadas verticais que veem atrás de mim. As linhas azuis ligam entre si as pessoas que estiveram presentes nessa rede, ano após ano. Embora não houvesse um líder, propriamente dito, essas pessoas eram provavelmente as mais influentes naquela organização, as que melhor conheciam o passado, os planos futuros, e os objetivos desta célula em especial.

Também vemos esta mudança de árvores para redes na forma como classificamos e organizamos as espécies. A imagem à direita é a única ilustração que Darwin incluiu n' "A Origem das Espécies", e a que Darwin chamou a "Árvore da Vida". Há mesmo uma carta de Darwin para a editora, realçando a importância deste diagrama especial. Era fundamental para a teoria da evolução de Darwin. Mas, recentemente, os cientistas descobriram que há uma densa rede de bactérias, revestindo esta árvore da vida. Essas bactérias estão a ligar espécies que, anteriormente, estavam totalmente separadas, naquilo a que os cientistas já não chamam a árvore da vida, mas a "teia da vida", a "rede da vida".

Por fim, vemos esta mudança, de novo, quando olhamos para os ecossistemas por todo o nosso planeta. Já não temos esses diagramas simplificados de predador-contra-presa que todos aprendemos na escola. Agora é uma representação muito mais rigorosa dum ecossistema. Este é um diagrama criado pelo Professor David Lavigne, que mapeia quase 100 espécies que interagem com o bacalhau ao largo da costa da Terra Nova, no Canadá. Penso que aqui podemos perceber a natureza intrincada e interdependente da maior parte dos ecossistemas que abundam no nosso planeta.

Mas, recentemente, esta metáfora da rede já está a adotar diversas formas, e está quase a tornar-se numa taxonomia visual crescente. Está quase a tornar-se na sintaxe duma nova linguagem. É este aspeto que realmente me fascina. Estas são 15 tipologias diferentes que eu tenho colecionado ao longo do tempo, e que mostram a imensa diversidade visual desta nova metáfora. Este aqui é um exemplo. Na banda mais acima, temos convergência radial, um modelo de visualização que se tornou muito popular nos últimos cinco anos. Em cima. à esquerda, o primeiro projeto é uma rede de genes, seguida por uma rede de endereços IP — máquinas, servidores — seguida por uma rede de amigos no Facebook. Provavelmente, não conseguiriam encontrar tópico mais díspares, mas eles estão a usar a mesma metáfora, o mesmo modelo visual, para mapear as infinitas complexidades do seu tema. Estes são mais uns exemplos dos muitos que eu tenho colecionado dessa taxonomia visual crescente das redes.

Mas as redes não são apenas uma metáfora científica. Quando os "designers", os investigadores e os cientistas tentam mapear uma série de sistemas complexos, estão, em grande medida, a influenciar campos artísticos tradicionais, como a pintura e a escultura, e a influenciar muitos artistas diferentes. Talvez porque as redes têm esta enorme força estética — elas são extremamente fascinantes — estão a tornar-se num "meme" cultural, e a fomentar um novo movimento artístico, a que eu chamei "networkismo". Vemos essa influência neste movimento, de muitas maneiras. Este é apenas um entre muitos exemplos, em que vemos essa influência da ciência sobre a arte. O exemplo do vosso lado esquerdo é mapeamento-IP, um mapa, gerado por computador, de endereços IP — servidores, máquinas. Do lado direito, temos "Estruturas transientes e redes instáveis", de Sharon Molloy, a óleo e esmalte sobre tela. Aqui temos mais umas pinturas de Sharon Molloy, umas pinturas deslumbrantes, intrincadas.

E este é outro exemplo dessa interessante polinização cruzada entre a ciência e a arte. Do lado esquerdo, temos "Operação sorriso". É um mapa duma rede social, gerado por computador. Do vosso lado direito, temos "Campo 4", de Emma McNally, só a grafite sobre papel. Emma McNally é uma das principais líderes deste movimento, e cria estas incríveis paisagens imaginárias, em que reparamos na influência da visualização da rede tradicional.

Mas o "networkismo" não existe só em duas dimensões. Este é talvez um dos meus projetos preferidos deste novo movimento. Penso que o título diz tudo. Chama-se: "Galáxias formando-se ao longo de filamentos, "como gotas ao longo dos fios duma teia de aranha". Considero que este projeto é tremendamente poderoso. Foi criado por Tomás Saraceno e ocupa estes espaços enormes, cria estas instalações enormes, usando apenas cordas elásticas. Quando navegamos naquele espaço e ressaltamos naquelas cordas elásticas, toda a rede reage, quase como faria uma rede orgânica real.

Ainda mais um exemplo do "networkismo", levado a um nível totalmente diferente, Isto foi criado pela artista japonesa Chiharu Shiota numa obra chamada "Em silêncio". Chiharu, tal como Tomás Saraceno, enche estas salas com esta densa rede, esta densa teia de cordas elásticas e de lã e fios negros, por vezes incluindo objetos, tal como vemos aqui, por vezes incluindo pessoas em muitas das suas instalações.

Mas as redes também não são apenas uma nova tendência, e é muito fácil nós classificá-las assim. As redes encarnam noções de descentralização, de interligação, de interdependência. Esta nova forma de pensar é fundamental para nós resolvermos muitos dos problemas complexos que enfrentamos atualmente, desde a descodificação do cérebro humano, à compreensão do vasto universo lá fora. Do lado esquerdo, temos um instantâneo duma rede de neurónios dum rato — muito semelhante ao nosso, nesta escala. E do lado direito, temos a Millennium Simulation. Foi a maior simulação e a mais realista do crescimento da estrutura cósmica. Conseguiu recriar a história de 20 milhões de galáxias com cerca de 25 "terabytes" à saída. Por coincidência, ou não, acho que esta comparação, em especial, entre a escala mais pequena de conhecimento — o cérebro — e a maior escala de conhecimento — o universo — é verdadeiramente impressionante e fascinante. Como Bruce Mau disse um dia: "Quando tudo está ligado a tudo o que existe, "para o melhor ou para o pior, tudo é importante".

Muito obrigado.

(Aplausos)

Fonte: TED
[Visto no Brasil Acadêmico]

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