O patrono da educação brasileira - réplica de uma educadora

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Reproduzo aqui a opinião de uma educadora que pertence ao grupo de discussão Blogs Educativos em resposta a um artigo do colunista Rodrigo C...

Reproduzo aqui a opinião de uma educadora que pertence ao grupo de discussão Blogs Educativos em resposta a um artigo do colunista Rodrigo Constantino do jornal O Globo onde Paulo Freire é contestado como patrono da educação brasileira. É importante destacar que o método de Freire é estudado e respeitado no mundo todo, não só no Brasil.
Retirado de Associação o direito de aprender

Desde que publiquei o post Como ensinar adultos a ler em 40 horas, baseado na experiência de Angicos, aprendi a admirar o trabalho de Paulo Freire. Por isso, ao ver o apelo da educadora em um grupo de discussão que participo, achei que era o momento ideal para fazer justiça à sua obra - embora seja em um momento político e histórico particularmente desfavorável no Brasil.

"Gostaria de enviar para o jornal em questão, mas não consigo por causa do tamanho. Peço, então que, caso concordem comigo, ma ajudem a divulgar.

Grande e Agradecido abraço

*Denise*"

Desafio aceito professora. Até mesmo porque, o ataque às ideias freireanas nos dá a oportunidade para difundí-las e debatê-las democraticamente, mesmo pelos que são críticos a elas. Nada mais freireano do que isso. A seguir o texto comentado por Denise Vilardo:



O patrono da educação brasileira

Os americanos têm como ícones Benjamin Franklin, Thomas Jefferson, John Adams e George Washington. Já o Brasil encontrou em Paulo Freire uma grande inspiração. Cada povo tem o herói que merece

Interessante... Não vi nenhum educador americano dentre os citados. Estamos comparando laranjas com bicicletas? Por aqui tivemos Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Médici, Sarney e Collor.

Uma das formas de se analisar uma sociedade é ver quem são seus heróis. Os americanos, por exemplo, têm nos “pais fundadores” grandes ícones, gente como Benjamin Franklin, Thomas Jefferson, John Adams e George Washington.
Já o Brasil encontrou em Paulo Freire uma grande inspiração, a ponto de transformá-lo no patrono” de nossa educação. Cada povo tem o herói que merece.

Concordo plenamente com a primeira frase, mas continuamos comparando tecidos com poemas.

Creio que cada povo tem o herói que pode ter, de acordo com o seu contexto histórico cultural e suas necessidades. Podemos pedir a algum professor de História para nos ajudar nessa tarefa. Pelo raciocínio do colunista, nossos heróis deveriam ser Deodoro da Fonseca, Prudente de Morais etc. É isso?


O histórico encontro entre Paulo Freire e Seymour Papert (educador mais conhecido como inventor da linguagem de programação LOGO, pioneiro no uso do computador para a educação, um possível candidato a herói americano na pedagogia).

Pergunto ao leitor: já leu algum livro de Freire? É um exercício e tanto de paciência. Seu linguajar é enfadonho, diz algumas coisas um tanto óbvias de forma aparentemente profunda, que revela apenas uma mente confusa, e usa a “pedagogia” para, no fundo, pregar o marxismo radical. Foi seu grande “mérito”: levar Marx para dentro das salas de aula.

A leitura de Paulo Freire pode ser realmente enfadonha para quem não é da área. A crítica é quanto ao estilo do educador? Para os professores, Paulo Freire foi o primeiro a dizer com todas as letras o que era necessário ser dito. É repetitivo, sim, para que as ideias fiquem bem claras. Quanto a dizer coisas óbvias, aparentemente profundas... Vamos lembrar que, quando Paulo Freire começou a divulgar os seus escritos, estávamos na década de 60. Certamente, naquele momento, não era nada óbvio falar que a Educação deveria ser para todos. Pela legislação brasileira, a universalização da
escolaridade, começou em meados dos anos 70. Até então, apenas os filhos da elite frequentavam a escola pública. Gostaria que o colunista explicitasse melhor o que considera coisas aparentemente profundas. Por favor, aprofunde. Mente confusa? O colunista resolveu fazer uma análise terapêutica do modo de pensar e expressar ideias do Paulo Freire?

Levar as ideias marxistas para as salas de aula era o que havia de mais sensato e necessário a ser feito naquele momento histórico. A Educação deve, sim, se apropriar da sua função política (de polis, de cidadania) e formar cidadãos que transformem a sociedade e não apenas a reproduzam.

Seu ponto de vista é o dos “excluídos”, diz ele, monopolizando as virtudes e os fins nobres. Somente quem endossa seu viés “progressista” quer o bem dos mais pobres. O restante, os “neoliberais”, esses querem apenas manter o *status quo*, preservar um sistema opressor. São pessoas ruins. E contra eles, os “oprimidos” devem se rebelar, lutar pela utopia igualitária.

Sim, é exatamente isso, também. O colunista compreendeu parte da ideologia freiriana. Volto a lembrar que opinar sem levar em conta o contexto histórico, é apenas leviano. A luta pela utopia igualitária permanece firme até o dias de hoje, ou o colunista acha que está tudo muito bem, obrigado?
O colunista acredita que exista ação que não seja política? Não estou falando de partidos, mas de consciência do que significa fazer parte de um grupo, urbano, ou não, mas que claramente existem classes que mandam e classes que obedecem. E nenhuma ação política é isenta de ideologia (juro
que pensei que isso fosse ensinado nas faculdades de economia).

Era dada a justificativa para que professores se transformassem em militantes ideológicos, usando as salas de aula não mais para ensinar conteúdo de forma minimamente objetiva, mas para “transformar a sociedade”, para “formar novos cidadãos”, naturalmente marxistas empenhados na causa utópica, como o próprio Freire. A doutrinação ideológica ganhava ares de justiça, graças ao pedagogo marxista.

Parece que essa parte o colunista também entendeu. O que, me parece, não foi compreendido é que quando os professores agiam e continuam agindo de maneira a apenas perpetuar o *status quo*, sem discernimento, esta também é uma postura política e, naturalmente, ideológica. Só que não numa
perspectiva transformadora, mas apenas reprodutora. Nesse ideal, não há injustiças, não há preconceitos, pobres e ricos se entendem muito bem, não há desafios sociais a serem superados. Ou seja, para o colunista, a sociedade está ótima do jeito que está e assim deve ser mantida. Não há porque se buscar transformações... É o que estou entendendo.

Contra o “fatalismo pragmático” dos “neoliberais”, Freire oferecia a “conscientização”, ou seja, os professores deveriam mostrar as “injustiças” do sistema capitalista, da globalização, conscientizando os alunos da necessidade de luta, de revolta contra os ricos, já que, para ele, a riqueza era fruto da exploração da pobreza, era uma “agressão” contra os desvalidos.

O colunista imagina quais outras formas – que não a conscientização – possíveis e desejáveis em um espaço educativo? O colunista continua acreditando que não há injustiças no sistema capitalista? Que a população não tem que ter clareza e tentar lutar pela igualdade? (Em nenhum momento falamos em pegar em armas, está entendido?). Essa luta é ideológica, sim, é política, sim e se dá através das ideias. Mas se as pessoas “não devem” aprender nas escolas que a sociedade é injusta, como vão aprender a confrontar as ideias? Alguma sugestão?

Como ensinar adultos a ler em 40 horas pelo método Paulo Freire
Postura minimamente neutra do professor, que oferece ao aluno diferentes pontos de vista, dá espaço ao contraditório, deixa o próprio jovem desenvolver um pensamento crítico e tirar suas conclusões por conta própria? Isso é uma ilusão que atende somente às elites opressoras. A prática educativa, diz Freire, é política por definição, não pode ser neutra, e por isso o professor “progressista” pode, deve levar todo seu viés para dentro de sala de aula.

Caro colunista, não existe postura neutra, por favor, vamos adiantar o passo. Ou ela transforma ou ela reproduz. O risco que corremos desde sempre, é que numa democracia, alguns professores podem pensar como o colunista e atuar pela reprodução *do status quo*. Por isso, o trabalho é de conscientização. Não é de ordem vinda de cima pra baixo, como passamos décadas obedecendo e nem de lavagem cerebral, como o colunista quer fazer crer.

Era a desculpa perfeita para militantes medíocres se tornarem “professores” e encherem a cabeça de nossa juventude com porcaria revolucionária. Hoje, os sindicatos dos professores, ligados aos partidos de extrema-esquerda, dominam o ensino público, todos inspirados em Freire. Nas aulas, o assassino Che Guevara é tratado como herói idealista, os invasores do MST como instrumentos de “justiça social”, e o lucro capitalista como exploração injusta.

Meu Deus, de onde você saiu, caro colunista??? Em que século você está? Militantes medíocres se tornando professores? Onde você pesquisou essa afirmação? Qual a sua base teórica para fazer tal assertiva? Encher a cabeça de nossa juventude com porcaria revolucionária? Do que é que você está falando? É medo que você tem? De quê? Pode se abrir aqui com a gente.



“Nunca me foi possível separar em dois momentos o ensino dos conteúdos da formação ética dos educandos”, escreve ele em “Pedagogia da autonomia” (tem ainda a do oprimido, a da solidariedade, a da esperança...). O pequeno “detalhe” é o que ele entendia como “formação ética”, claro. No caso, era “formar” novos seres “conscientes” de sua situação de oprimidos, para que reagissem contra as “injustiças do sistema”. Ou seja, criar soldados comunistas!

Uau! Pegou muito pesado agora! Criar soldados comunistas??? Meu caro colunista, em que lugar do mundo você esteve nos últimos 50 anos? Certamente, tudo o que você leu – todas as Pedagogias – de Paulo Freire - mesmo ele repetindo muito – não conseguiram fazer com que você entendesse suas ideias. A culpa deve ser da mente confusa de Freire, porque a do colunista está em perfeito estado de conservação. Tô me sentindo conversando com o grande herói americano Joseph MacCarthy que, felizmente, morreu em 1957.

Caso alguém ainda tenha dúvidas acerca de seus objetivos, ou pense que exagero na interpretação, deixemos o próprio explicar melhor: “Quando falo em educação como intervenção me refiro tanto à que aspira a mudanças radicais na sociedade, no campo da economia, das relações humanas, da propriedade, do direito ao trabalho, à terra, à educação, à saúde, quanto à que, pelo contrário, reacionariamente pretende imobilizar e manter a ordem injusta”.

Vou tentar mais uma vez. Caro colunista, eram os anos 60/70. Não havia discussão. Os professores não podiam se encontrar para discutir ideias, entendeu? Era contra essa situação justa (segundo o colunista) que tentava-se reagir. Em Educação, a palavra intervenção, não significa impedimento, mas como o próprio Freire explica, significa uma pausa para a retomada, para a discussão democrática. E ele deixa bem claro que, permitir que o professor aja é correr o risco de formarmos cidadãos ou formarmos reacionários. O colunista sabe qual é a diferença?

Ou seja, de um lado temos os “progressistas” como ele, que querem salvar a humanidade das garras capitalistas e levar prosperidade aos mais pobres; do outro temos os “reacionários” e “neoliberais”, que pretendem apenas manter o quadro de exploração da miséria alheia. E esse “educador” virou o patrono da educação brasileira!

SIM!!! Queremos salvar a humanidade, sim, senão estaríamos em outra profissão. Da mesma maneira que o médicos querem salvar pessoas, educadores querem ajudar a formar pessoas sabidas, criativas e ousadas, sem medo da sociedade e conscientes de seu papel sócio histórico no mundo.

Deixo o comentário final com Dom Lourenço de Almeida Prado, esse sim um grande educador que o país teve, reitor por anos do prestigiado Colégio São Bento: “É uma lástima que o meio católico se tenha deixado contagiar por esse mestre equívoco da pedagogia que é Paulo Freire e por essa falsa elaboração que chama educação libertadora. Na verdade, ela nada tem de libertadora, como nada tem de pedagogia. É uma campanha política, de fundo marxista, isto é, fundada no dogma da luta de classes e na divisão da humanidade entre opressores e oprimidos”.

Fala sério, colunista! Com todo respeito ao D. Lourenço (fui, inclusive, aluna dele, na Universidade Santa Úrsula), você traz como exemplo uma pessoa que passou a vida toda dedicada a formar elites. O meio católico de D. Loureço não reconhece os Freis Leonardo Boff e o Betto. Nunca se aproximou da pobreza real, nunca lutou pelos desassistidos (ou o colunista acha que eles não existem?). Ao contrário, sempre trabalhou de comum acordo com quem manda, numa clara herança e obediência à Igreja, ou o colunista desconhece o quanto Governos e Igreja sempre se confundiram na história do mundo?

*Rodrigo Constantino é economista*
*Denise Vilardo é professora*

*Como última reflexão, quero externar que acho que as pessoas devem procurar comentar sobre que lhes é afeito. É evidente que todos os âmbitos sociais são da conta da sociedade, portanto todos gozam de liberdade para falarem o que querem. Me preocupa, sim, quando a pessoa dispõe de quase meia página de um jornal de amplitude nacional. A Educação parece ser a casa mãe joana, em que sempre tem alguém para palpitar, como se não houvesse conhecimento acumulado nas diferente áreas. Acho que nunca vi professor algum escrever algo contra ou a favor de Adam Smith ou Delfim Netto, que merecesse meia página de jornal, mesmo que fosse a tribuna de um jornal de bairro.*

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/o-patrono-da-educacao-brasileira-16848457#ixzz3gXSMglXI

Fonte: Blogs Educativos, O Globo
[Visto no Brasil Acadêmico]

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Brasil Acadêmico: O patrono da educação brasileira - réplica de uma educadora
O patrono da educação brasileira - réplica de uma educadora
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