Por que fazer dieta normalmente não funciona

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Nos EUA, 80% das meninas fizeram dieta por volta dos 10 anos de idade. Nesta palestra franca e direta, a neurocientista Sandra Aamodt usa su...

Nos EUA, 80% das meninas fizeram dieta por volta dos 10 anos de idade. Nesta palestra franca e direta, a neurocientista Sandra Aamodt usa sua história pessoal para trazer uma lição importante sobre como nosso cérebro controla nosso corpo, ao explorar a ciência por trás do porquê fazer dieta não só não funciona, como também pode fazer mais mal do que bem. Ela dá dicas de como viver uma vida menos obcecada por dietas, de forma intuitiva.


Três anos e meio atrás, tomei uma das melhores decisões da minha vida. Como resolução de ano novo, desisti de fazer dieta, parei de me preocupar com meu peso e aprendi a comer de forma consciente. Hoje, eu como sempre que sinto fome e perdi 4,5 kg.



Essa era eu aos 13 anos de idade, quando comecei minha primeira dieta. Hoje, eu olho para esta foto e penso: "Você não precisava de dieta, você precisava de orientação de moda." (Risadas) Mas eu achava que precisava perder peso e, quando o ganhava de volta, claro que me sentia culpada. E, pelas três décadas seguintes, fiz e abandonei várias dietas. Independentemente do que eu tentasse, o peso que eu perdia sempre voltava. Tenho certeza de que muitos de vocês já passaram por isso.


Como neurocientista, eu me perguntava:

Por que é tão difícil?

Obviamente, nosso peso depende do quanto comemos e de quanta energia gastamos. O que a maioria das pessoas não percebe é que a fome e o gasto energético são controlados pelo cérebro, principalmente sem estarmos conscientes disso. Muito do trabalho do nosso cérebro é feito nos bastidores, o que é bom, porque nossa consciência... Como dizer isso de forma educada? Nossa consciência se distrai facilmente. É bom não termos de lembrar de respirar, quando ficamos envolvidos assistindo a um filme. Não nos esquecemos de como caminhar por estarmos pensando no que comeremos no jantar.


Nosso cérebro também tem seu próprio senso do quanto devemos pesar, independentemente daquilo em que conscientemente acreditamos. É o chamado ponto ideal, que é um termo equivocado, porque, na verdade, trata-se de uma faixa entre 4,5 e 7 kg. Você pode mudar seu estilo de vida para aumentar ou reduzir seu peso dentro dessa faixa, mas fica bem mais difícil permanecer fora dela. Este é o hipotálamo, a parte do cérebro que regula o peso corporal. Há diversos sinais químicos no cérebro que dizem ao seu corpo para ganhar peso, e diversos outros que dizem ao seu corpo para perder peso, e esse sistema funciona como um termostato, e reage a sinais enviados pelo corpo, ajustando a fome, a atividade e o metabolismo, para manter nosso peso estável, conforme as condições mudam. É isso que um termostato faz, certo? Ele mantém a temperatura da nossa casa estável, conforme o clima muda do lado de fora. Podemos tentar mudar a temperatura da nossa casa, abrindo uma janela no inverno, mas isso não vai mudar a configuração do termostato, que vai reagir aumentando o aquecedor para deixar o ambiente novamente aquecido. Nosso cérebro trabalha exatamente da mesma maneira, reagindo à perda de peso com a ajuda de ferramentas poderosas, fazendo nosso corpo voltar àquilo que ele considera normal. Se perdemos muito peso, nosso cérebro reage como se estivéssemos morrendo de fome e, independentemente de termos começado gordos ou magros, a resposta do nosso cérebro é exatamente a mesma. Seria ótimo se cérebro fosse capaz de dizer quando precisamos perder peso ou não, mas ele não é. Se perdemos, de fato, muito peso, ficamos com fome e nossos músculos queimam menos energia.

O Dr. Rudy Leibel, da Universidade Columbia, descobriu que pessoas que perderam 10% de seu peso corporal queimam de 250 a 400 calorias a menos, porque seu metabolismo fica suprimido. Isso equivale a muita comida. Significa que quem faz uma dieta bem-sucedida tem de comer essa quantidade a menos para sempre, em comparação a alguém com o mesmo peso e que sempre foi magro.

De uma perspectiva evolutiva, a resistência do nosso corpo à perda de peso tem um motivo. Quando o alimento era escasso, a sobrevivência dos nossos ancestrais dependia de pouparem energia. E recuperar peso ao conseguirem alimento os ajudava a se prepararem para uma futura escassez. Ao longo da história da humanidade, a fome foi um problema muito maior do que comer em excesso. Talvez isso explique um fato muito triste: os pontos ideais podem aumentar, mas raramente podem diminuir. Se a mãe de vocês disse alguma vez que a vida não é fácil, era isso que ela estava querendo dizer. (Risadas) Ter sucesso em uma dieta não diminui seu ponto ideal. Mesmo depois de manter seu peso baixo durante sete anos, seu cérebro vai continuar tentando fazer você recuperar o peso perdido. Se essa perda de peso foi devida a um longo período de fome, essa seria uma reação sensata. Em nosso mundo moderno, de lanches de drive-thru, isso não funciona tão bem para muitos de nós. Essa diferença entre nosso passado ancestral e nosso presente de fartura é a razão por que o Dr. Yoni Freedhoof, da Universidade de Ottawa, gostaria de levar alguns de seus pacientes à uma época em que havia menos alimento disponível, e também é a razão por que mudar o ambiente alimentar vai ser realmente a solução mais eficaz para a obesidade.


Infelizmente, uma perda de peso temporária pode se tornar permanente. Se, durante muito tempo, ficarmos acima do peso, provavelmente em questão de anos, para a maioria de nós, nosso cérebro pode decidir que esse é o novo "normal".


Os psicólogos classificam os comedores em dois grupos: aqueles que se guiam pela fome que sentem e aqueles que tentam controlar o que comem com força de vontade, como a maioria dos que fazem dieta. Vamos chamá-los de comedores "intuitivos" e comedores "controlados". O interessante é que os comedores intuitivos são menos propensos a ficarem acima do peso e passam menos tempo pensando em comida. Os comedores controlados são mais vulneráveis a comer em excesso, influenciados por propagandas, pelo tamanho das refeições e pelos bufês com "comida liberada". É mais provável que uma pequena escapadela, como comer uma bola de sorvete, leve a um descontrole alimentar nos comedores controlados. As crianças são especialmente vulneráveis a esse ciclo de dieta e descontrole alimentar. Diversos estudos de longo prazo mostraram que meninas que fazem dieta no início da adolescência são três vezes mais propensas a ficar acima do peso cinco anos depois, mesmo que tenham inciado com um peso normal, e todos esses estudos descobriram que os mesmos fatores que provocavam o ganho de peso também provocavam o desenvolvimento de distúrbios alimentares. O outro fator, a propósito, aos que forem pais, era ser provocado por familiares a respeito do peso. Então, não façam isso. (Risadas)


Deixei quase todos os meus gráficos em casa, mas não pude deixar de colocar pelo menos este, porque sou uma geek e comigo é assim que "rola a parada". (Risadas) Este é um estudo que analisou o risco de morte, durante um período de 14 anos, com base em quatro hábitos saudáveis: comer frutas e vegetais suficientes, fazer exercícios três vezes por semana, não fumar e beber com moderação. Vamos começar vendo as pessoas com peso normal neste estudo. A altura das barras é o risco de morte e os números zero, um, dois, três e quatro, no eixo horizontal, são os números dos hábitos saudáveis que uma determinada pessoa tinha. Como seria de se esperar, quanto mais saudável o estilo de vida, menor era a possibilidade de as pessoas morrerem durante o estudo. Agora, vejamos o que acontece com pessoas acima do peso. Aquelas que não tinham nenhum hábito saudável tinham maior risco de morte. Adotar apenas um hábito saudável leva as pessoas acima do peso de volta ao seu normal. Para pessoas obesas sem qualquer hábito saudável, o risco é muito alto, sete vezes maior que os grupos mais saudáveis no estudo. Mas um estilo de vida saudável também ajuda pessoas obesas. Na verdade, se analisarmos apenas o grupo com todos os quatro hábitos saudáveis, é possível ver que o peso faz pouquíssima diferença. Você pode assumir o controle da sua saúde assumindo o controle do seu estilo de vida, mesmo que você não consiga perder peso sem recuperá-lo.


As dietas não são muito confiáveis. Cinco anos após uma dieta, a maioria das pessoas terá recuperado o peso. 40% delas ganham mais peso do que tinham antes. Se parar para pensar, o resultado típico das dietas é que você acaba ficando mais propenso a ganhar peso, a longo prazo, do que a perdê-lo.


Se consegui convencê-los de que fazer dieta pode ser um problema, a pergunta seguinte é: o que fazer a respeito? E a minha resposta, em uma só palavra, é: consciência. Não estou dizendo que você precise aprender a meditar ou fazer aulas de ioga. Estou falando de comer com consciência: aprender a compreender os sinais do seu corpo, para comer quando estiver com fome e parar quando estiver satisfeito, porque muito do peso que se ganha se resume a comer quando não se tem fome. Como fazer? Permita-se comer o quanto quiser e, depois, tentar descobrir o que faz seu corpo sentir-se bem. Sente-se para fazer as refeições regulares sem distrações. Pense em como seu corpo se sente quando você começa a comer e quando para, e deixe sua fome decidir quando deve terminar. Levei cerca de um ano para aprender isso, mas valeu muito a pena. Fico muito mais à vontade com a comida do que jamais fiquei em toda minha vida. Quase nunca penso sobre comida. Esqueço que tenho chocolate em casa. É como se alienígenas tivessem assumido meu cérebro. É completamente diferente. Devo dizer que essa abordagem em relação à comida provavelmente não fará você perder peso, a não ser que você geralmente coma sem estar com fome, mas os médicos não conhecem nenhuma abordagem que proporcione significativa perda de peso a muitas pessoas, e é por isso que muita gente está buscando evitar ganhar peso, em vez de promover a perda de peso. Temos que admitir: se as dietas funcionassem, todos já estaríamos magros. (Risadas) Por que continuamos a fazer a mesma coisa, esperando resultados diferentes? As dietas podem parecer inofensivas, mas, na verdade, causam muitos efeitos colaterais. Na pior das hipóteses, elas destroem vidas: a obsessão pelo peso leva a transtornos alimentares, principalmente em crianças. Nos EUA, 80% das meninas de 10 anos de idade afirmam que fazem dieta. Nossas filhas aprenderam a medir seu valor com a balança errada. Mesmo na melhor das hipóteses, fazer dieta é uma perda de tempo e de energia. É preciso uma força de vontade que você poderia usar para ajudar seus filhos com o dever de casa, ou para terminar aquele projeto importante de trabalho, e, sendo a força de vontade algo limitado, qualquer estratégia que conte com sua constante atuação, certamente, por fim, vai falhar, quando sua atenção for direcionada a outra coisa.


Vou deixar um último pensamento. E se disséssemos a todas essas meninas que fazem dieta que não há problema em comer quando sentem com fome? E se as ensinássemos a trabalharem seu apetite, em vez de temê-lo? Acho que a maioria delas seria mais feliz e mais saudável e, quando adultas, muitas delas seriam provavelmente mais magras. Queria que alguém tivesse me dito isso quando eu tinha 13 anos.


Obrigada.


(Aplausos)

[Via BBA]

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