O cérebro pode ser capaz de reparar a si mesmo... com ajuda

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Tratando de tudo, de AVCs a traumas decorrentes de acidentes de carro, a neurocirurgiã Jocelyne Bloch sabe da inabilidade do cérebro para re...

Tratando de tudo, de AVCs a traumas decorrentes de acidentes de carro, a neurocirurgiã Jocelyne Bloch sabe da inabilidade do cérebro para reparar a si mesmo completamente. Mas agora, ela sugere, pode ser que ela e seus colegas tenham encontrado o segredo para a reparação neural: células de cortisona duplas positivas. Semelhantes às células-tronco, elas são extremamente adaptáveis e, quando extraídas do cérebro, colocadas em cultura e então reinjetadas numa área lesionada desse mesmo cérebro, elas podem ajudar a repará-lo e a reconstruí-lo. "Com um pouco de ajuda", diz Bloch, "o cérebro pode conseguir ajudar a si próprio".


Sou uma neurocirurgiã. E, como a maioria dos meus colegas, tenho de lidar, todos os dias, com tragédias humanas.



Sei muito bem como a vida pode mudar de uma hora para outra depois de um grave derrame ou de um acidente de carro. E o que é muito frustrante para nós, neurocirugiões, é perceber que, diferente de outros órgãos do corpo, o cérebro tem pouca habilidade para se autorreparar. E, após uma grave lesão no sistema nervoso central, geralmente os pacientes ficam com uma séria deficiência física. E essa provavelmente é a razão para eu ter escolhido ser uma neurocirurgiã funcional.

O que é um neurocirurgião funcional? É um médico que tenta rmelhorar uma função neurológica por meio de diversas estratégias cirúrgicas. Certamente vocês já ouviram falar de uma bem famosa, chamada estimulação cerebral profunda, em que implantamos um eletrodo nas profundezas do cérebro, de modo a modular um circuito de neurônios para melhorar uma função neurológica. É uma tecnologia realmente impressionante na forma como tem melhorado a vida dos pacientes com a doença de Parkinson, com tremores e dores severos. No entanto, a neuromodulação não significa autorreparo. E o sonho dos neurocirurgiões funcionais é reparar o cérebro. Eu acho que estamos chegando perto desse sonho.

E gostaria de lhes mostrar que estamos muito perto disso. E que, com um pouquinho de ajuda, o cérebro é capaz de ajudar a si mesmo.

Bem, a história começou 15 anos atrás. Naquele tempo, eu era a médica-residente chefe, trabalhando noite e dia no pronto-socorro. Eu sempre tinha de cuidar de pacientes com traumas na cabeça. Quando um paciente chega com um trauma grave na cabeça, seu cérebro está inchado, e sua pressão intracraniana está aumentando. E, para salvar sua vida, temos de baixar essa pressão intracraniana. E, para isso, algumas vezes temos de remover uma parte do cérebro inchado. Assim, em vez de jogar fora essas partes do cérebro inchado, decidimos, com Jean-François Brunet, um biólogo meu colega, estudá-los.

O que queríamos com isso? Queríamos cultivar células desses pedaços de tecidos. Não é uma tarefa fácil. Cultivar células de um pedaço de tecido é um pouco como criar crianças pequenas longe da família. Assim, precisamos encontrar os nutrientes certos, o calor, a umidade, e todos os ambientes favoráveis para fazê-las prosperar. Então, foi exatamente o que tivemos de fazer com essas células. E, depois de muitas tentativas, Jean-François conseguiu. E foi isso o que ele viu no microscópio.

E isso, para nós, foi uma grande surpresa. Por quê? Porque isso parece exatamente com a cultura de células-tronco, com células verdes grandes rodeando células pequenas, imaturas. Talvez estejam lembrados, das aulas de biologia, de que células-tronco são células imaturas, capazes de se transformarem em qualquer tipo de células do corpo. O cérebro adulto tem células-tronco, mas elas são muito raras, e estão localizadas em nichos profundos e pequenos nas profundezas do cérebro. Então foi surpreendente conseguir esse tipo de cultura de células-tronco da parte superficial do cérebro inchado que tínhamos na sala de cirurgia.

E havia uma outra observação intrigante: células-tronco normais são células bem ativas, células que se dividem, dividem, dividem, muito rapidamente, e elas nunca morrem, são células imortais. Mas essas células se comportavam de forma diferente. Elas se dividiam devagar e, depois de algumas semanas de cultura, chegaram a morrer. Assim, estávamos frente a frente com uma estranha nova população celular, que pareciam células-tronco, mas se comportavam diferente.

E levamos um bom tempo para entender sua origem. Elas vinham dessas células, essas células azuis e vermelhas chamadas células corticais duplas positivas. Todos nós as temos em nosso cérebro. Elas representam 4% de nossas células cerebrais corticais. Têm um papel muito importante durante o estágio de desenvolvimento. Quando éramos fetos, elas ajudaram a formação do nosso cérebro. Mas por que elas permanecem no cérebro? Isso, não sabemos. Achamos que elas podem participar da reparação do cérebro, pois encontramos uma alta concentração delas perto das lesões cerebrais. Mas não temos certeza. No entanto, uma coisa é certa: foi dessas células que conseguimos nossa cultura de células-tronco. E estávamos diante de uma potencial nova fonte de células para reparar o cérebro. E tínhamos de provar isso.

E, para provar, decidimos fazer um paradigma experimental. A ideia foi fazer uma biópsia de um pedaço do cérebro numa área não eloquente do cérebro, e depois fazer a cultura dessas células, exatamente do jeito que Jean-François fez no laboratório, e depois marcá-las com cores, para podermos rastreá-las no cérebro. O último passo foi reimplantá-las no mesmo indivíduo. Chamamos isso de enxertos autólogos.

Assim, nossa primeira pergunta era: "O que acontece se reimplantarmos essas células num cérebro normal, e o que acontece se as reimplantarmos num cérebro lesionado?" Graças à ajuda do professor Eric Rouiller, pudemos trabalhar com macacos.

Assim, no primeiro cenário, reimplantamos as células no cérebro normal, e vimos que elas desapareceram completamente depois de poucas semanas, como se tivessem sido retiradas do cérebro. Elas voltaram para casa, o espaço já estava ocupado, elas não eram necessárias ali, então desapareceram.

No segundo cenário, provocamos a lesão, reimplantamos exatamente as mesmas células mas, neste caso, as células permaneceram e se tornaram neurônios maduros. E eis a imagem que vimos no microscópio. Aquelas são as células que foram reimplantadas. E a evidência que carregam, aquelas marquinhas, são as células que marcamos in vitro, quando estavam em cultura.

Mas não poderíamos parar aqui, é claro. Essas células também ajudariam um macaco a se recuperar depois de uma lesão? Daí, para isso, treinamos macacos numa tarefa de destreza manual. Eles tinham de recuperar pelotas de comida de um tabuleiro. Eles eram muito bons naquilo. E, quando atingiram um certo nível em seu desempenho, fizemos uma lesão no córtex motor correspondente ao movimento da mão. Assim, os macacos ficaram plégicos, não conseguiam mais mexer a mão. E, exatamente como os humanos, eles se recuperaram espontaneamente até um certo ponto, exatamente como depois de um derrame: os pacientes ficam completamente plégicos e, então, devido à plasticidade cerebral, eles tentam se recuperar, se recuperam até um certo ponto. Acontece o mesmo com o macaco.

Assim, quando tínhamos certeza de que o macaco tinha chegado ao patamar de recuperação espontânea, implantávamos nele suas próprias células. À esquerda, vocês veem o macaco que se recuperou espontaneamente. Assim, ele recuperou de 40 a 50% de seu desempenho prévio antes da lesão. Ele não é tão preciso, nem tão rápido. E, vejam agora, depois de reimplantarmos as células: dois meses depois do reimplante, o mesmo indivíduo.

(Aplausos)

Foram resultados muito animadores para nós, posso afirmar. Desde então, aprendemos muito sobre essas células. Sabemos que podemos criopreservá-las, podemos usá-las mais tarde. Sabemos que podemos aplicá-las em outros modelos neuropatológicos, como a doença de Parkinson. Mas nosso sonho ainda é implantá-las em humanos. E eu realmente espero ser capaz de mostrar a vocês em breve que o cérebro humano está nos dando as ferramentas para reparar a si mesmo.

Obrigada.

(Aplausos)

Bruno Giussani: Jocelyne, isto é incrível, e tenho certeza de que há dezenas de pessoas na plateia, talvez a maioria, pensando: "Conheço alguém que precisa disso". Eu, pelo menos, conheço. E, obviamente, a pergunta é: quais são os maiores obstáculos antes de ser possível fazer testes clínicos em humanos?

Jocelyne Bloch: O maior obstáculo é a burocracia. (Risos) Depois desses resultados animadores, precisamos preencher cerca de dois quilos de papéis e formulários para podermos realizar esse tipo de teste.

BG: O que é compreensível, pois o cérebro é delicado, etc.

FB: Sim, é, mas leva-se um longo tempo e muita paciência e quase uma equipe profissional para fazer isso, sabia?

BG: Ao se ver no futuro, tendo feito esse estudo, e após conseguir a permissão para começar os testes, ao se ver no futuro, quantos anos até que alguém chegue a um hospital e esse tratamento esteja disponível?

JB: Bem, é muito difícil dizer. Depende, primeiro, da aprovação do teste. Será que a burocracia vai nos permitir fazer isso em breve? E depois temos de fazer esse tipo de teste estudo num grupo pequeno de pacientes. Daí, leva-se um bom tempo para selecionar os pacientes, fazer o tratamento e avaliar se vale a pena fazer esse tipo de tratamento. Depois, temos de disponibilizá-lo para ensaios multicêntricos. Temos realmente de provar primeiro que vale a pena antes de oferecer esse tratamento para todo mundo.

BG: E que é seguro, é claro. JB: Claro.

BG: Jocelyne, obrigado por vir ao TED e compartilhar isso. BG: Obrigado.

(Aplausos)

Fonte: TED
[Visto no Brasil Acadêmico]

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