Como as escolas públicas norte-americanas mantêm crianças na pobreza

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Por que uma boa educação deveria ser exclusividade de crianças ricas? Escolas em bairros de baixa renda nos EUA, especificamente em comunida...

Por que uma boa educação deveria ser exclusividade de crianças ricas? Escolas em bairros de baixa renda nos EUA, especificamente em comunidades negras, são escassas de recursos que são comuns em escolas mais ricas - instrumentos musicais, livros novos, alimentação saudável e campos de futebol - e isso tem um verdadeiro impacto no potencial dos alunos. Kandice Sumner presencia essa discrepância todo dia na sua sala de aula em Boston. Nesta palestra inspiradora, ela nos convida a encarar os fatos - e a transformá-los.

Eu gostaria de falar com vocês sobre meus filhos. Sei que todo mundo acha que o seu filho é a criança mais incrível, a criança mais linda que já existiu. Mas os meus realmente são.



(Risos)

Eu tenho 696 filhos, e eles são as crianças mais inteligentes, criativas, originais, brilhantes e poderosas que vocês poderiam conhecer.

Qualquer aluno a quem tive a honra de ensinar na minha classe é um filho meu. Mas, como seus "verdadeiros" pais não são ricos e, digo mais, como a maioria deles é de cor, eles, muito dificilmente, conseguirão ver em si mesmos a grandiosidade que eu vejo neles. Porque o que eu vejo neles sou eu mesma, ou o que eu teria sido.

Sou filha de pais que trabalhavam duro, afro-americanos com formação universitária que escolheram carreiras para servir aos outros: meu pai, pastor; minha mãe, educadora. A riqueza nunca foi nossa principal ambição. Por não termos riqueza, nós vivíamos num bairro simples, com um sistema educacional simples. Felizmente, tivemos a sorte de ter uma boa educação através dum programa voluntário de integração que levava crianças de bairros pobres — negras e pardas — para escolas do subúrbio — ricas e brancas.

Aos cinco anos de idade, eu viajava uma hora de ônibus para um lugar distante para obter uma educação melhor. Aos cinco anos de idade, eu pensava que todos tinham uma vida igual a minha. Eu achava que todo mundo ia para escola e que nós éramos os únicos que usavam lápis de cera marrom para colorir a própria família, enquanto os outros usavam lápis cor de pêssego. Aos cinco anos de idade, eu achava que todo mundo era igual a mim. Mas, quando fiquei mais velha, comecei a perceber coisas como: "Por que meu amigo de bairro não precisa se levantar às cinco horas da manhã, para ir para uma escola que fica a uma hora de distância?" "Por que estou aprendendo a tocar violino enquanto meus amigos de bairro não têm sequer aula de música?" "Por que meus amigos de bairro estavam aprendendo e lendo conteúdos que eu já tinha estudado dois ou três anos antes?"

Quando fiquei mais velha, comecei a ter um sentimento de ilegalidade, como se estivesse fazendo algo que não era pra eu fazer; pegando algo que não era meu, recebendo um presente que era destinado a outra pessoa. Todas aquelas coisas maravilhosas que me eram apresentadas e que eu experimentava, sentia que eu realmente não deveria ter aquilo. Eu não deveria ter acesso a biblioteca, complexos esportivos bem equipados ou campos seguros para jogar. Eu não deveria ter acesso a departamentos de teatro com temporadas de peças e shows: artes cênicas, digitais e visuais. Eu não deveria ter laboratórios de biologia ou química bem equipados, ônibus escolares que me buscavam e me traziam em casa, almoço na escola preparado na hora, ou até mesmo ar-condicionado. São coisas que meus filhos não têm.

Como podem ver, quando fiquei mais velha, embora eu fosse grata pela maravilhosa oportunidade que me foi oferecida, havia aquela constante pontada de: "Mas e os outros? Existem milhares de crianças como eu, que merecem isso também. Por que todos não têm isso? Por que uma educação de alta qualidade é exclusividade dos ricos?"

Era como se eu tivesse uma espécie de remorso de sobrevivente. Todos os meus amigos do bairro viajavam no trem do desastre educacional do qual eu fui salva por viajar de ônibus. Eu me sentia como um Moisés da educação gritando: "Deixai meu povo ir ... para escolas de qualidade!"

(Risos)

Eu tinha visto em primeira mão como a outra metade era tratada e educada. Eu tinha visto a terra prometida da educação, e nada em mim conseguia justificar aquela disparidade.

Hoje, eu ensino no mesmíssimo sistema educacional do qual fui resgatada. Conheço em primeira mão as ferramentas que me deram como estudante, e hoje, como professora, não tenho como oferecer essas mesmas ferramentas aos meus alunos. Chorei incontáveis noites de frustração, raiva e tristeza, por não poder ensinar minhas crianças do jeito que eu fui ensinada, por não ter acesso aos mesmos recursos ou ferramentas que foram usados para me ensinar. Minhas crianças merecem algo muito melhor.

Sentamos e continuamos a bater nossa cabeça contra esta expressão: "Defasagem escolar, defasagem escolar!" É realmente difícil de entender por que estas crianças se saem bem, e estas não? Eu realmente acho que não. Acho que nós entendemos tudo errado. Acho que nós, como diz Gloria Ladson-Billings, deveríamos inverter nossos paradigmas e nossa língua e chamar isso pelo verdadeiro nome. Não é uma defasagem escolar. É uma dívida educacional, por todos os recursos escolares que nunca foram investidos na educação de crianças negras e pardas ao longo do tempo.

Um segredo pouco conhecido na história americana é que a única instituição americana criada especificamente para pessoas de cor foi o sistema americano de tráfico de escravos, e alguns diriam que foi o sistema carcerário, mas isso é assunto para uma outra palestra TED.

(Risos)

O sistema escolar público deste país foi construído, comprado e pago com dinheiro gerado pelo tráfico de escravos e pelo trabalho escravo. Enquanto afro-americanos eram escravizados e proibidos de serem escolarizados, o trabalho deles estabelecia a própria instituição da qual eles eram excluídos. Desde então, cada processo judicial, política educacional, reforma, tem sido mais uma tentativa de modernizar o projeto, em vez de simplesmente parar e reconhecer: "Nós fizemos tudo errado desde o começo".

Um excesso de simplificação da história educacional americana. Ok, tenham paciência comigo. Os negros ficaram de fora — claro, com toda essa coisa da escravidão. Com a ajuda de pessoas brancas filantrópicas, eles construíram suas próprias escolas. Separados, porém iguais, ok! Mas todos nós sabemos que as coisas realmente estavam separadas; de maneira nenhuma eram iguais. Caso Brown versus Conselho Educacional de Topeka, Kansas em 1954; separação legal de raças passa a ser ilegal. Mas muito poucas pessoas prestam atenção a todos os casos jurídicos desde então que arruinaram a terra prometida da educação pra toda criança que o caso Brown versus Conselho tinha em mente. Alguns afirmam que nossas escolas estão mais segregadas hoje do que eram antes de tentarmos pôr fim à segregação pela primeira vez.

Ensinar minhas crianças sobre o fim da segregação, o the Little Rock Nine, o Movimento pelos Direitos Civis, é um momento bem embaraçoso na aula, quando eu tenho que ouvir a voz de um aluno perguntar: "Se a segregação nas escolas terminou em 1954, por que não tem nenhuma criança branca aqui?"

(Risos)

Essas crianças não são idiotas. Elas sabem exatamente o que está acontecendo, e o que não está. Sabem que, quando se trata de educação, a vida dos negros não importa e nunca importou.

Por anos, tentei desesperadamente cultivar nas minhas crianças o gosto pela leitura. Montei uma modesta biblioteca na sala com livros que eu havia conseguido de lojas de segunda mão, sebos, depósitos. Mas sempre que eu dizia aquelas terríveis palavrinhas: "Escolham um livro pra ler", parecia que eu tinha declarado uma guerra. Era uma tortura. Um dia, depois de ouvir falar de um site chamado DonorsChoose, onde professores criam listas de desejos de itens que precisam para suas salas, e doadores anônimos atendem esses pedidos, decidi arriscar e fazer uma lista de desejo: a biblioteca dos sonhos de um adolescente. Uns 200 livros novinhos em folha foram enviados pra minha sala, um por um. Todo dia chegavam mais, e minhas crianças gritavam de alegria: "Parece até Natal!"

(Risos)

Daí eles diziam: "Professora, de onde vieram esses livros?"

E eu respondia: "Pessoas de todo o país queriam que eles fossem de vocês".

E eles diziam, meio que desconfiados: "Mas eles são novinhos em folha".

(Risos)

Ao que eu respondia: "Vocês merecem livros novos em folha".

Toda essa experiência fez sentido pra mim quando uma das minhas meninas, enquanto abria a embalagem de um livro, disse: "Professora, sabe, eu acho que foi a senhora que comprou esses livros, porque vocês professores estão sempre comprando coisas. Mas saber que um estranho, alguém que eu nem conheço, se importa assim comigo é bem legal."

Saber que estranhos cuidarão de você é um privilégio que minhas crianças não têm.

Desde a doação, várias crianças têm solicitado livros pra ler em casa, e depois os devolvem, dizendo: "Este livro é muito bom".

(Risos)

Agora, quando eu digo: "Escolham um livro pra ler", as crianças vão correndo para minha biblioteca. Não é que eles não quisessem ler, elas teriam lido com o maior prazer, se tivessem os recursos necessários.

Insitucionalmente falando, nosso sistema público de educação nunca funcionou bem com crianças negras e pardas. Nós continuamos focados nos resultados finais, ou resultados de avaliações e ficando frustrados. Vivemos uma catástrofe e nos questionamos: "Como foi ficar assim tão ruim? Como viemos parar aqui?" Sério? Se você negligencia uma criança por muito tempo, você não tem mais o direito de ficar surpreso quando as coisas não saem bem.

Parem de ficar perplexos ou confusos ou desorientados com a desigualdade de resultados, desigualdade de renda, taxas de detenção, ou com qualquer disparidade socioeconômica que esteja "na moda" do momento. Os problemas que temos como país são os problemas que criamos como país. A qualidade de nossa educação é diretamente proporcional ao acesso às universidades, ao acesso aos empregos, ao acesso ao futuro.

Até vivermos num mundo onde toda criança poderá ter uma educação de alta qualidade, sem importar onde viva ou a cor de sua pele, existem coisas que podemos fazer numa escala macroeconômica. Financiamento escolar não deveria ser decidido por impostos de propriedade ou por alguma equação econômica ruim, onde crianças ricas continuam a se beneficiar da ajuda do estado, enquanto crianças pobres continuam a ter comidas e recursos tirados de suas bocas. Governadores, senadores, prefeitos, vereadores, se queremos chamar a educação pública de educação pública, então é isso que ela deve ser. Do contrário, deveríamos chamá-la pelo que ela realmente é: seguro-pobreza. "Educação pública: mantendo crianças pobres na pobreza desde 1954."

(Risos)

Se, como país, realmente acreditamos que a educação é o "grande equalizador", então é isso que ela deve ser: igual e equitativa. Até lá, não haverá democracia em nossa "educação democrática".

Numa escala intermediária: historicamente falando, a educação de crianças pretas e pardas sempre dependeu da filantropia alheia. E, infelizmente, depende até hoje. Se seu filho, filha, sobrinho, sobrinha, vizinho ou qualquer Joãozinho da rua, for para uma escola nobre, desafie seu comitê escolar a adotar uma escola menos favorecida ou uma sala de aula menos favorecida. Elimine a desigualdade por participar em conversas e relacionamentos que importam. Quando se compartilham recursos, eles não se dividem, eles se multiplicam.

Numa microescala: se você é um ser humano, doe. Tempo, dinheiro, recursos, oportunidades, o que tiver no seu coração. Existem sites como o DonorsChoose que reconhecem a disparidade e realmente querem fazer alguma coisa em relação a isso.

O que é um carpinteiro sem ferramentas? O que é uma atriz sem palco? O que é um cientista sem laboratório? O que é um médico sem equipamento? Eu vou lhes dizer. São minhas crianças. Elas não deveriam ser suas também?

Obrigada.

(Aplausos) (Vivas)

Fonte: TED
[Visto no Brasil Acadêmico]

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  1. A história que ela não conta, é que essa situação resultou de um círculo vicioso dos bairros pobres. Com mais enfase nos bairros pobres e com maioria negra. As comunidades assoladas pela criminalidade ligada ao tráfico de drogas, que resultam em pequenos roubos constantes e tornando as ruas perigosas pela presença de bandidos de todo tipo e conflitos diários de bandidos e polícia, levaram jovens adolescentes e crianças a excepcionais índices de evasão e baixo aproveitamento escolar. Todo esse problema e mais as políticas libertárias de apoio aos usuários de drogas para tratá-los como vítimas, e não parte do esquema criminoso de drogas aliviando as condenações por porte de drogas permitindo a posse de uma quantidade mínima caracterizando a pessoa como consumidor. Aumentando assim a lucratividade do comércio de drogas intensificando o tráfico e a violência nos bairros pobres! E essa violência e impunidade alcançou alunos e professores e o patrimônio escolar, provocando evasão de bons professores, alunos, administradores e agravando o índice de rendimento escolar da instituição, o que restringe verbas e proporciona baixos salários generalizadamente e por conseguinte afugenta bons profissionais e gera desânimo do corpo docente e até dos administradores! Então é um problema social que a comunidade tem que ajudar a resolver, pois ela tende a mascarar o real problema e até a proteger indiretamente criminosos. Não é uma política de empobrecimento instituída como a "esquerdinha" quer afirmar!

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    1. Recomendamos fortemente dar uma olhada na parte de combate ao tráfico em O Invasor Americano. http://blog.brasilacademico.com/2017/01/documentario-o-invasor-americano.html
      Não querendo convencer ninguém. A dica é para quem ainda não tem opinião formada. Afinal, como podemos ver em Os Estados Unidos divididos podem se curar? http://blog.brasilacademico.com/2017/02/os-estados-unidos-divididos-podem-se.html
      A mente humana não funciona assim.

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