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Impressões do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação - WCIT 2016

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O Brasil Acadêmico esteve na cobertura desse tradicional evento internacional de TI e mostra o que de mais importante se viu por lá.

O Brasil Acadêmico esteve na cobertura desse tradicional evento internacional de TI e mostra o que de mais importante se viu por lá.

Segundo o site oficial, o Congresso Mundial de Tecnologia da Informação - WCIT é baseado em quatro pilares principais: palestras, exposições, encontros B2B e eventos sociais. Isso faz do evento uma oportunidade única de expandir os negócios e investimentos em empresas e ideias, gerando competitividade no mercado global.

Certamente foi difícil de ser realizado, no meio da tempestade perfeita que se tornou o combo de crise ética, política e econômica na cena nacional. Consta que a ASSESPRO-SP conseguiu trazer apenas um executivo de TI de peso de São Paulo, uma vez que lá haveria, em média, cerca de três eventos do gênero por mês e como o mar não está para peixe, o empresariado anda meio desanimado.

Realmente, no segundo dia houve uma escassez de participantes na audiência das palestras. Um pouco pelo cansaço devido a maratona de três turnos de apresentações e painéis. A ponto da palestrante (Aline Sordili - Diretora de Operações de Multiplataformas da Rede Record) que (não) iria falar do tema "Mulheres na Tecnologia" reclamar do desinteresse pelo tema, o que estaria esvaziando o auditório. Ela também mostrou em seus gráficos que a geração atual só quer saber de imagens e não suporta textões (glup!).

O fato é que ainda que se tenha anunciado 2.500 participantes de cerca de 80 países, e mais de 60 palestrantes internacionalmente reconhecidos, metade dos lugares esteve isolado, certamente para concentrar os participantes na frente e ficar "melhor na foto". Não! Não pense que por isso foi um fracasso ou desinteressante. Temos que levar em conta que esse é o primeiro WCIT da América do Sul e as condições para ser realizado são bem adversas. Basta recordarmos que uma etapa da Formula Indy foi cancelada na Capital Federal após os ingressos serem vendidos. Se bem que depois desse fiasco vieram os jogos das Seleções Olímpicas de futebol que amenizou um pouco. Tendo isso em tela, foi até bastante rico para diferentes públicos.

É difícil medir o networking gerado e os negócios fechados. As exposições, encontros B2B e eventos sociais são três dos pilares do congresso, lembra? Pois comecemos por um dos pontos altos: O BioTIC.



BioTIC é um parque tecnológico projetado pela Agência de Desenvolvimento de Brasília, Terracap, maior companhia imobiliária do Brasil. O projeto conta com um robusto fundo de investimentos público-privados para dar segurança aos investidores e será entregue com todas as instalações físicas de infra-estrutura necessárias para o pleno funcionamento das empresas.

O BioTIC nada mais é que um parque tecnológico de 3ª geração concebido para trazer para a cidade de Brasília e todo o DF. É uma sinergia de biotecnologias com TICs. (...) A posição geográfica do parque tecnológico BioTIC é privilegiada por estar a menos de 15 min do aeroporto de Brasília e a dez minutos da Esplanada dos Ministérios. São 132 hectares de área onde já se encontra o data center do Banco do Brasil junto com a Caixa Econômica.
Willamy Mamede. Gerente de Prospecção da Terracap, em entrevista exclusiva ao Brasil Acadêmico.

São esperadas 1.200 empresas que gerarão 25.000 empregos diretos, e o BioTIC é a realização de uma promessa de quase 20 anos de se fazer um polo tecnológico no DF. Com a entrada da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), uma referência mundial em pesquisa biotecnológica, a biotecnologia ganhou espaço no empreendimento.



Outro ponto alto do evento foi a presença do "pai da internet", "co-father" do TCP-IP e chief evangelist of Internet do Google, Dr. Vint Cerf. Cerf falou do surpreendente crescimento da Internet dos anos 1970 para cá, mas não acha que a adoção dessa tecnologia seja tão explosiva quanto parece, afinal, pelo menos sob sua óptica particular, tem cerca de 45 anos que estamos "adotando" a Internet e muita gente ainda não tem acesso.

Brincou dizendo que há anos vem tentando convencer os órgãos ligados à Grande Rede a abraçarem o IPv6, o novo padrão de endereçamento dos nós da internet que aumentaria significativamente a quantidade de endereços IP.

Isso deve dar até eu morrer e não ser mais problema meu.

Também pudemos conferir os finalistas do WITSA Emerging Digital Solutions - WEDS 2016. Uma premiação da World Information Technology and Services Alliance (WITSA), em parceria com a Memora Processos Inovadores, que desafia empreendedores do mundo todo a apresentar soluções digitais inovadoras.

Entre as iniciativas experimentamos o Eyeware Assist - Um aplicativo suíço que permite o uso do computador por deficientes físicos, como os tetraplégicos. É semelhante ao gratuito HeadMouse, mas pudemos testar o EA em um jogo, e ele pareceu responder melhor.

O CommandWear (Canadá) também atraiu os que buscavam inovações. Trata-se de um sistema que utiliza dispositivos móveis e smartwatches para promover o controle e a melhoria dos serviços de socorro e segurança pública. Ao invés de ocupar um canal de rádio o tempo todo para comunicar com a equipe de segurança, o envio de mensagens pré-configuradas, fotos e vídeos garante o envio para o time, semelhante ao que ocorre com o Whatsapp. Com ele foi possível enviar uma foto de uma menina desaparecida em Vancouver para todos os membros da equipe de segurança o que levou a achar a criança um minuto depois. É possível mostrar a posição de cada um dos envolvidos em um mapa e rever de modo animado a movimentação de todos os agentes em uma missão.

Já o Uru (EUA) tem um brasileiro como sócio da iniciativa. Ele nos relatou de que trata-se de uma tecnologia que mapeia os locais do vídeo onde propagandas podem ser inseridas de forma a ficar bem integrada ao filme. Com o Uru, será possível vender espaços publicitário até em vídeos que tenham sido lançados tempos atrás podendo até trocar os anunciantes. É semelhante ao que acontece na TV na transmissão de jogos de futebol, onde vemos os escudos de times projetados no chão, sem sobrepor a imagem dos jogadores. Esse projeto já está bem adiantado pois descobrimos que um ex-investidor ligado ao twitter está apostando nessa iniciativa.

Esse projeto se coloca como uma opção à forma atual de ganhar dinheiro com a publicidade nos vídeo de plataformas como o YouTube, onde ou temos uma propaganda no início, que o usuário geralmente pula, ou se tem os banners que o usuário pode fechar. O Uru será uma forma da publicidade ser facilmente integrada ao vídeo.

Uma das patrocinadoras prata do evento, a brasiliense Vert gamificou seu stand para divulgar a ideia de TI bimodal entre outra soluções. O visitante se deparava com três totens com arcades e um fliperama representando três conceitos-chave sobre as soluções empregadas pela empresa e era convidado a responder trívias sobre os conceitos para poder jogar uma vez no respectivo videogame.



Ao participar em cada quiz o participante recebia um "badge" do "Game of Demos" (uma clara inspiração na série de TV "Game of Thrones" onde cada totem seria como uma das casas (reinos) do seriado). As relações podem ser um pouco forçadas, como o fliperama ser um mnemônico para o conceito TI "bimodal" por ter "dois flippers". Mas conseguimos reter ideias como o quanto mode 2 deve ser preditivo, Deveops, etc.

Outro que chamou a atenção foi o stand da CITSmart que exibia uma grande quantidade de folders descrevendo seus serviços e produtos. Com palestras de 15 em 15 minutos demonstrando, principalmente, seu sistema de construção de fluxo de trabalhos na nuvem, na notação BPMN. Os participantes eram brindados ao final da sessão com um alto-falante a prova d´água portátil como brinde. Considerando que as sessões eram concomitantes com as palestras, era uma estratégia realmente necessária.


Maximiliano Martinhão cita o Brasil Mais TI e revela que o setor das TICs representam 7% do PIB.

Programação nos desafia como o inglês nos desafiou há 20 anos. Ter programação no currículo é um desafio que temos de cumprir. A hora é de fomentar a geração de novos CIOS e especialistas em TICs.
Maximiliano Martinhão. Secretário de Política de Informática, do MCTIC

A Microsoft, patrocinadora bronze, esteve presente divulgando sua estratégia de parcerias com os governos de várias esferas e entidades privadas para incentivar a formação de novos programadores. Embora seu stand focava na divulgação de unidade de combate a crimes cibernéticos (CDU).


Um destaque foi o stand da Itaipu Binacional, que trouxe representantes de seus vários projetos de pesquisa e fomento, como o de seus carros elétricos, ou o seu parque tecnológico exclusivamente brasileiro, mantido com a venda de canecas para os turistas que visitam o local em Foz do Iguaçu, foi uma grata surpresa. Lá encontramos Claudio Olmedo, ativista do movimento Maker e do hardware livre, e proponente do projeto One Dollar Board. Para quem não conhece trata-se de uma placa de baixo custo (cerca de um dólar, em algumas partes do mundo, aqui vai ficar em torno de 50 reais) para revolucionar o ensino de programação e robótica, e que já foi apresentado até para o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon.

A ideia é que a placa possa ficar com a criança depois que ela montar o seu robô (ao invés de ter que devolver para o professor). Daí a necessidade de ser de baixo custo.

A Rede Record, que está fazendo a cobertura televisiva do evento, trouxe um stand onde os visitantes puderam experimentar a realidade virtual (RV) com os óculos de RV da Samsung e da empresa brasileira Beenoculus. Ambos usando celulares como geradores das imagens. Sucesso total entre os que experimentaram e micos garantidos com os sustos e gritos involuntários, sempre divertindo os que assistem a experiência do lado de fora do mundo virtual.


Fizeste boas perguntas hoje, meu filho?

Somos entusiastas da tecnologia como qualquer geek (ou nerd). É justamente por isso que não fechamos os olhos para as obscuras relações de causa e efeito que as disruptivas transformações causadas por ela na vida moderna.

Assim, quando o cara da Harley Davidson (Sean McCormack - CTO da Harley-Davidson) veio reclamar que os governos ficam colocando leis absurdas exigindo que os dados fiquem em data centers dentro das fronteiras do país, lembramos os alertas que Snowden e Assange nos legaram, com considerável sacrifício da vida pessoal, do nível de controle dos dados e metadados para interesses diversos por parte dos EUA e de outros governos  com a anuência dos grandes players tecnológicos como a Google, Facebook e Microsoft e suas nuvens.



Na coletiva de imprensa com o comitê da WCIT 2017, lembramos do alerta do Stephen Hawkings que teme mais o capitalismo do que robôs.
Todos podem desfrutar de uma vida de luxo e lazer se a riqueza produzida pela máquina for compartilhada, ou a maioria das pessoas pode acabar miseravelmente pobre se os proprietários das máquinas pressionar com sucesso contra a redistribuição da riqueza. Stephen Hawking. Físico britânico
E consideramos que com a Foxconn (para citar um exemplo) lidando com o suicídio de operários colocando telas nas janelas e automatizando as suas linhas de produção, esse foi um assunto muito pouco abordado em um congresso conhecido como as olimpíadas das TICs.

Foto enviada ao Gizmodo como sendo redes para evitar
que operários pulassem do telhado na Foxconn.
Depois a empresa teria cortado 60.000 empregos
substituindo os operários por robôs.
Em consequência, nos foi prometido que esse será um dos temas abordados na próxima edição, em Taiwan.

Há 14 anos atrás, Taiwan fez uma parceria com 10 países tratando sobre isso. E foi aplicado nas crianças e mulheres como eles podem melhorar com o uso do computador. Também foi aplicado aos professores.



30 anos atrás Taiwan era muito pobre, como a Guatemala, e naquela época nós fomos ajudados por vários países. E agora nós queremos ajudar. Queremos passar essa ideia de quando se é ajudado devemos ajudar os outros. Essa é a missão do WCIT.



- 謝謝 (Xièxiè/obrigado). É tudo o que eu posso dizer. (Literalmente)

Também abordamos o tema no painel que tratava do futuro do trabalho. Quando o cara do Uber (Ivo Correa - Diretor de Políticas de Comunicação do Uber para a América Latina - Brasil) veio falar das oportunidades geradas pelo modelo de negócio disruptivo da empresa, lembramos que o Uber já estava fazendo testes com carros autônomos em Pittsburg e teria prometido adquirir 250 mil (na verdade foram 500 mil) carros autônomos da Tesla Motors se a empresa de Elon Musk conseguir desenvolver sua tecnologia até 2018. Isso dito como prova de que esse futuro da inteligência artificial construindo softwares melhores do que programadores (como o CodePhage do MIT promete fazer), diagnosticando melhor do que os médicos, etc. Estaria em um futuro mais próximo do que teríamos condição de nos prepararmos para ele.
Vint Cerf respondeu ser mais otimista quanto ao futuro da IA e que discorda de Hawking. Acredita que embora vejamos computadores vencendo campeões de xadrez e go (um jogo considerado ainda mais desafiador para IA do que o xadrez) ele conhece de programação e sabe que a IA é muito aquém de nossa capacidade de raciocínio.

Se perguntarmos para o computador qual é a maneira mais rápida de irmos do 5º para o 2º andar ele dirá que é pulando a janela. Não pretendo com isso fazer piada com sua pergunta porque sei que é um assunto muito sério. Mas essa é minha opinião.
Vint Cerf - "O pai da Internet"
A programação completa do evento pode ser conferida em: www.wcit2016.com.br/schedule.

Oportunidades de Melhoria

Trocando as tais impressões com uma conhecida do SEBRAE, CAPES e uma blogueira premiada de Brasília, da área empresarial, pude ainda ver algumas falhas estranhas para um evento desse porte.

Quero dizer que faltou alguns exemplos de tecnologia nacional que venderiam melhor o Brasil lá fora. Uma propaganda mais bem feita do ReceitaNet pelo SERPRO ajudaria. Comparando o clipe que o SERPRO fez do referido sistema, SIAFI entre outros, não parecia fazer brilhar os olhinhos de nenhum investidor. Parecia que a empresa de comunicação levou a licitação pelo menor preço, e não melhor técnica. Basta comparar com o vídeo de apresentação de WCIT 2017 Taiwan para percebermos a diferença. Os portos feios e sujos com navios velhos e enferrujados não são lá a melhor ilustração do comércio exterior brasileiro.

Faltou o exoesqueleto do Nicolelis, o carro autônomo da USP, o chip de papel da UFG (pelo menos representantes do parque tecnológico de Itaipu estavam lá), enfim, sei que não era para mostrar o chão de indústria aqui. Mas não tivemos um marketing muito bom das TICs, do nível que conseguimos chegar. Como foi bem demonstrado, aí sim, nas olimpíadas.

Tive relatos de microfones que não funcionavam na coletiva de imprensa internacional, falhas no sistema que credenciou participantes da sessão B2B, e sem que fosse apresentada uma solução de contorno, como a Juliana Ribeiro, coordenadora do Bizmeet, relatou. Sessão essa de responsailidade da FIESP, segundo a coordenação do evento. Um pouco de improvisação na hora da participação da plateia nos debates com os painelistas (ora não se tinha o fone da tradução para os palestrantes, ora demorava para chegar o microfone nas mão da plateia, ora o microfone falhava). Eventos bem menos "internacionais" recentes foram melhor organizados nesse aspecto aqui mesmo na Capital Federal (o que só podemos colocar na conta de uma certa inexperiência para eventos desse porte).

Lembre-se que se trata de um evento de tendências de alta TECNOLOGIA. E os maiores elogios eram sobre nossa hospitalidade, polidez e dedicação do staff (da qual somos testemunha, embora esteja até agora esperando, sem muita esperança, receber o material das palestras pelo e-mail para o qual nos foi sugerido solicitá-los). Ninguém irá ao WCIT 2017 Taiwan atrás da polidez e dedicação oriental, e sim, como um repórter do Correio Braziliense questionou na coletiva, atrás de como faremos para alcançar aquele nível tecnológico. Chega daquele complexo de cães sem raça.

Atualização

Recebemos hoje, 20/10/2016, da organização do evento, o material usado nas (PDFs e slides PPTs). Está prometido, para breve, os vídeos e outros materiais do evento.

Fonte: WCIT 2016, YouTube, Facebook, Estadão
[Visto no Brasil Acadêmico]

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