$hide=/p/valores.html

O segredo do desejo erótico em longos relacionamentos

Indicar:

Nos relacionamentos duradouros, frequentemente esperamos que nossos amados sejam nosso melhor amigo e parceiro erótico. Porém, como Esther P...

Nos relacionamentos duradouros, frequentemente esperamos que nossos amados sejam nosso melhor amigo e parceiro erótico. Porém, como Esther Perel argumenta, o bom e comprometido sexo baseia-se em duas necessidades conflitantes: nossa necessidade por segurança e nossa necessidade por surpresa. Então como manter o desejo? Como resposta Esther Perel nos apresenta: A inteligência erótica.


Então, por que o bom sexo geralmente desaparece, mesmo em casais que continuam a se amar tanto? E por que uma boa intimidade não é garantia de um bom sexo, ao contrário do que a maioria acredita? Ou a próxima pergunta seria podemos querer o que já temos? É uma pergunta difícil, não? E por que o proibido é tão erótico? O que tem a transgressão que torna o desejo tão potente? E por que o sexo faz bebês, e bebês significam um desastre erótico para os casais? É um golpe mortal no erotismo, não é? E quando se ama, como é o sentimento? E quando se deseja, qual é a diferença?



Essas são algumas perguntas que estão no centro da minha exploração sobre a natureza do desejo erótico e seus constantes dilemas no amor moderno. Eu viajo pelo mundo, e o que noto é que em todo lugar onde o romantismo entrou, parece existir uma crise do desejo. Uma crise do desejo, de já se possuir o que se quer - desejo como uma expressão da nossa individualidade, nossa escolha, preferências, identidade - desejo que se tornou um conceito central como parte do amor moderno e de sociedades individualistas.

Bem, esta é a primeira vez na história da humanidade que tentamos experienciar a sexualidade por um longo período, não porque queiramos 14 filhos, para isso precisamos ter ainda mais porque muitos deles não sobreviverão, e não porque é exclusivamente um dever conjugal da mulher. Esta é a primeira vez que queremos sexo que ao passar do tempo ainda tenha prazer e conexão baseados no desejo.

O que mantém o desejo, e por que é tão difícil? No centro da sustentação do desejo em um relacionamento de longo prazo, penso que esteja a conciliação de duas necessidades humanas fundamentais. De um lado, nossa necessidade de segurança, previsibilidade, proteção, dependência, confiança, permanência, todas essas experiências fundamentadas das nossas vidas que chamamos de lar. Porém temos também uma necessidade igualmente forte, homens e mulheres, por aventura, novidade, mistério, risco, perigo, o desconhecido, o inesperado, surpresa - já entenderam - por viagens. Conciliar nossa necessidade por segurança com a nossa necessidade por aventura em um relacionamento, ou o que chamamos hoje de um casamento apaixonante, costumava ser uma contradição. Matrimônio era uma instituição econômica em que havia uma parceria por toda vida em relação aos filhos, "status" social, sucessão e companhia. Hoje em dia queremos que nosso parceiro continue a nos dar tudo isso, e além disso quero que seja meu melhor amigo e meu confidente, meu amante apaixonado, e vivemos o dobro do tempo. (Risos) Então nós basicamente pedimos a uma pessoa que nos dê o que antes um vilarejo inteiro nos fornecia. Dê-me merecimento, identidade, continuidade, mas também transcedência e mistério e admiração, tudo junto. Dê-me conforto, limite. Dê-me novidade, familiaridade. Dê-me previsibilidade, surpresa. E achamos que acordos, brinquedos e lingerie irão nos salvar. (Aplausos)

Agora chegamos a realidade existencial da história, certo? Porque acho que, por um lado - e vou voltar a isso - a crise do desejo é geralmente uma crise da imaginação.

Então, por que o bom sexo geralmente desaparece? Qual a relação entre amor e desejo? Como se relacionam e como se chocam? Porque aí mora o mistério do erotismo.

Para mim, se há um verbo que vem junto com amor é o "ter". E um verbo que vem junto com desejo é o "querer". No amor, nós queremos ter, queremos conhecer o amado. Queremos minimizar a distância. Queremos diminuir o espaço. Queremos neutralizar as tensões. Queremos proximidade. Mas no desejo, temos a tendência de não querer voltar aos lugares em que já estivemos. Conclusões precipitadas não mantêm nosso interesse. No desejo, queremos um Outro, alguém do outro lado que podemos visitar, que podemos passar um tempo juntos, que podemos ir para saber o que está acontecendo na "praia" dele. No desejo, queremos uma ponte para atravessar. Ou seja, Eu algumas vezes digo que o fogo precisa do ar. O desejo precisa de espaço. Dizendo assim, soa quase sempre abstrato.

Fiquei com essa questão na cabeça e fui a mais de 20 países nos últimos anos com "Sexo em Cativeiro", e perguntei às pessoas, quando você sente mais atração pelo seu parceiro? Não sexualmente atraído, mas atraído em geral. Independente da cultura, religião e gênero, exceto por um, apresentam algumas respostas semelhantes.

O primeiro grupo é : sinto mais atração pelo meu parceiro quando estamos longe, separados e nos reencontramos. Em suma, quando eu volto a ter contato com a minha habilidade de imaginar-me com meu parceiro, quando minha imaginação começa a visualizar, e quando posso juntar a isso ausência e saudade, que é o maior componente do desejo. Mas o segundo grupo é ainda mais interessante: Eu me sinto mais atraida pelo meu parceiro quando o vejo no estúdio, no palco, quando ele está em seu mundo, ou faz algo pelo qual é apaixonado, quando o vejo numa festa e outras pessoas se sentem atraídas por ele, quando é o centro das atenções. Em suma, quando olho para o meu parceiro sendo radiante e confiante, é provavelmente o maior estímulo de todos. Radiante, como em autossustentável. Eu olho para essa pessoa, a propósito, no desejo as pessoas raramente falam disso, quando estão grudados, cinco centímetros um do outro. Mas também não falam sobre quando a outra pessoa está longe que você não pode vê-la mais. Quando olho para meu parceiro a uma distância confortável, em que essa pessoa é tão familiar, tão conhecida, é por um momento novamente um tanto misteriosa, um tanto elusiva. E nesse espaço entre eu e o outro, encontra-se o impulso erótico, encontra-se o movimento em direção ao outro. Porque algumas vezes, como disse Proust, "a verdadeira viagem do descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, mas em possuir novos olhos". Quando vejo meu parceiro por si mesmo, envolvendo-se em algo, olho para essa pessoa e por um momento tenho uma mudança de percepção, e fico aberta para mistérios que ainda vivem em mim.

E o mais importante na descrição sobre o outro ou sobre si mesmo - é a mesma coisa- o que mais interessa é que não há carência no desejo. Ninguém precisa de ninguém. Não há zelo no desejo. Zelo é amar grandiosamente. É um anti-afrodisíaco poderoso. Eu ainda quero encontrar uma pessoa que esteja excitada por alguém que precisa dela. Desejá-la é uma coisa. Precisar dele é desestimulante, e as mulheres sabem disso há muito tempo, porque qualquer semelhança com algo paternal provavelmente diminuirá a carga erótica. Por boas razões, certo?

E o terceiro grupo de respostas seria quando estou surpreso, rimos junto, ou como disse para mim hoje, quando ele veste smoking, e eu disse, tanto faz smoking ou botas de cowboy. Basicamente quando há alguma novidade. Novidade não tem a ver com novas posições. Não é um repertório de técnicas. Novidade é, quais partes suas você valoriza? Que partes suas são vistas? Porque de algum modo alguém pode dizer que sexo não é algo que você faz, hein? Sexo é um lugar para onde você vai. É um espaço que você entra dentro de você e com o outro, ou outros. Aonde você vai no sexo? Que partes suas você se conecta? O que você deseja expressar? É um lugar de transcendência e união espiritual? É um lugar para travessuras ou um lugar para agressividade segura? É um lugar onde você pode finalmente se render e não ter responsabilidade de nada? É um lugar onde você pode se expressar seus desejos infantis? O que isso revela? É uma linguagem. Não é apenas um comportamento. É pela linguagem poética que me interesso e foi por isso que comecei a explorar o conceito de inteligência erótica.

Vocês sabem, os animais fazem sexo. É o ponto central, é biologia, é o instinto natural. Somos os únicos que têm uma vida erótica, o que significa que a sexualidade foi transformada pela imaginação humana. Somos os únicos que podem fazer amor por horas, ter momentos de pura alegria, orgasmos mútiplos, e sem tocar em ninguém, apenas com a imaginação. Nós podemos insinuar. Não precisamos fazer. Podemos experimentar algo poderoso chamado antecipação, que é a cereja do bolo do desejo, a habilidade de imaginar como se estivesse acontecendo, experimentar como se estivesse acontecendo, quando nada está acontecendo e tudo está acontecendo ao mesmo tempo. Quando penso em erotismo, penso em um sexo poético, e se o vejo como uma inteligência, então é algo que você cultiva. Quais são os ingredientes? Imaginação, jovialidade, novidade, curiosidade, mistério. Mas o agente central é aquela peça chamada imaginação.

O mais importante para que eu entenda quem são os casais que possuem uma faísca erótica, que sustenta o desejo, tive que voltar à definição original de erotismo, a definição mística, e eu tomei uma derivação, vendo realmente o trauma, que é o outro lado, e eu o vi ao ohar para a comunidade onde cresci, que era uma comunidade na Bélgica, todos sobreviventes do Holocausto, e na minha comunidade haviam dois grupos: aqueles que não morreram e aqueles que retornaram à vida. Aqueles que não morreram, viveram muito amarrados ao chão, não conseguiam experimentar prazer, confiança, porque quando você é vigilante, preocupado, angustiado, e inseguro, você não consegue erguer a cabeça e se soltar, ser brincalhão, seguro e criativo. Aqueles que retornaram à vida vêem o erótico como um antídoto para a morte. Eles sabem se manter vivos. Quando comecei a escutar sobre a falta de sexo em casais com quem trabalhei, eu os ouvia dizer, "quero mais sexo", mas geralmente as pessoas querem um sexo melhor e melhor quer dizer reconectar com a qualidade de estar vivo, de vibração, renovação, vitalidade, Eros, energia que o sexo costuma dá-los ou que eles esperam que seja dado.

Então comecei a fazer uma pergunta diferente. "Eu me fecho quando" - assim começava a pergunta. "Eu abafo meus desejos quando.." que não é a mesma pergunta que "o que me desestimula.."e "você me desestimula quando.." As pessoas diziam, "eu me fecho quando eu me sinto morto por dentro, quando não gosto do meu corpo, quando me sinto velho, quando não tenho tempo para mim, quando não tenho a chance de saber como você está, quando não me saio bem no trabalho, quando minha auto estima está baixa, quando não me dou valor, quando não sinto que tenho o direito de querer, de dar, e receber prazer."

Então comecei a fazer a pergunta ao contrário. "Eu me fecho quando..." Porque geralmente as pessoas gostam de perguntar, "você me excita, o que me excita', e eu fugi da questão, entendem? Bem, se você está morto por dentro, a outra pessoa pode fazer tudo no dia dos namorados. Não vai causar efeito algum. Não há ninguém lá para responder. (Risos) Eu me excito quando, quando me conecto com meus desejos, eu acordo quando...

Neste paradoxo entre amor e desejo, o que parece ser desconcertante é que os ingredientes que nutrem o amor - interdependência, reciprocidade, proteção, preocupação, responsabilidade pelo outro - são os mesmos que podem sufocar o desejo. Porque o desejo vem com uma série de sentimentos que nem sempre são os favoritos do amor: ciúmes, possessividade, agressão, poder, domínio, safadeza, ofensa. Basicamente muitos de nós se excitam a noite pelas mesmas coisas que se manifestam contrários durante o dia. Bem, a mente erótica não é muito politicamente correta. Se todos tivessem fantasias em uma cama coberta de rosas, não teríamos essa conversa. Mas não, em nossa mente existe uma série de coisas acontecendo que nem sempre damos conta como dizer a pessoa que amamos, porque achamo que amor vem com abnegação e na verdade o desejo vem com uma dose de egoísmo no melhor sentido da palavra: a habilidade de estar conectado consigo mesmo na presença do outro.

Quero formar uma imagem para vocês, porque esta necessidade de reconciliação esses dois conjuntos de necessidadas, vem do nosso nascimento. Nossa necessidade de conexão, nossa necessidade de separação, nossa necessidade de segurança e aventura, ou nossa necessidade de estar juntos e de autonomia, e se pensar na criança que senta no seu colo e que está aconchegada, segura e confortáavel, e num certo momento precisa sair pelo mundo para fazer descobertas e explorar. Aí está o começo do desejo, essa exploração precisa de curiosidade, descoberta. Em algum momento elas viram e olham para você, e se você disser a elas, "ei querido, o mundo é um lugar bem legal. Vai nessa. Divirta-se por aí," então eles podem ir e experimentar a conexão e a separação ao mesmo tempo. Eles podem partir em sua imaginação, em seu corpo, em sua travessura, e sabendo que há alguém quando eles voltarem.

Mas se desse lado tem alguém que diz, "Estou preocupado. Estou angustiado. Estou com depressão. Faz tempo que meu parceiro não cuida de mim. O que está acontecendo? Não temos tudo que precisamos juntos, você e eu?" e daí surgem alguma reações que todos nós reconhecemos. Alguns retornam, depois de um longo tempo, e a criança que volta é aquela que renuncia uma parte de si para que não perca o outro. Perco minha liberdade para não perder a conexão. Vou aprender a amar de um modo sobrecarregado de preocupação extra e responsabilidade e proteção extras, e não sei como vou deixá-lo a fim de sair para jogar, experimentar o prazer, descobrir, entrar dentro de mim mesmo. Traduzindo isso para uma linguagem adulta. Começa-se bem jovem. Continua por nossas vidas sexuais até o fim. Criança número 2 volta mas fica vigiando o tempo todo. "Você estará aqui? Você vai me xingar? Vai me repreender? Vai ficar bravo comigo?" Eles podem ter ido embora, mas nunca estão longe, e essas pessoas geralmente dirão a você, que no começo foi tudo muito quente. Porque no começo, a intimidade que crescia ainda não era tão forte, e na verdade levou a um declínio do desejo. Quanto mais conecto eu fico, mais responsável eu me sinto, menos me solto em sua presença. A terceira criança não retorna.

O que acontece se você quer sustentar o desejo, aí está a verdadeira peça dialética. Por um lado você quer segurança para ir. Por outro lado você não pode ir, não tem prazer, você não consegue atingir, não tem orgasmo, você não fica excitado porque perde seu tempo no corpo e na cabeça do outro e não consigo mesmo.

Neste dilema sobre reconciliação nesses dois conjuntos de necessidades fundamentais, existem algumas coisas que percebi nos casais eróticos. Primeiro, eles têm muita privacidade sexual. Eles entendem que existe um espaço erótico que pertence a cada um deles. Eles também entendem que as preliminares não começam apenas cinco minutos antes da relação sexual. As preliminares começam no fim do último orgasmo. Eles também entendem que o espaço erótico não é começar a acariciar o outro. É criar um espaço onde você deixa de lado a Gestão Ltda, você deixa de lado o trabalho, (Risos) e você entra naquele espaço em que você para de ser o bom cidadão que cuida de tudo e é responsável. Responsabilidade e desejo são idiotas. Eles não se dão bem. Os casais eróticos entendem que a paixão vai e volta. Como a lua. Tem eclipses de vez em quando. Eles sabem que conseguem ressuscitá-la. Eles sabem como trazê-la de volta, e sabem como trazê-la de volta porque eles desmistificaram o grande mito, que é o mito da espontaneidade, aquele que vai cair do céu enquanto você limpa a casa assim inesperadamente, e eles entendem bem que o que tiver que acontecer em uma relação duradoura, ela já a tem.

Sexo comprometido é sexo premeditado. É determinado. É intencional. É foco e é presença.

Feliz Dia dos Namorados.

(Aplausos)
[Via BBA]

Comentários

BLOGGER

$hide=/p/valores.html

[/fa fa-cloud/ Nuvem de categorias]$hide=mobile

Nome

#existepesquisanobrasil A divulgar Abelha Acessibilidade acessório Acidente Acidentes Acústica Adágios Adestramento Administração adulto Aerodinâmica Aeronáutica África Agência Brasil Agência Fiocruz Agência Porvir Agência Senado Agência USP Agricultura Agropecuária AIDS Alcoolismo Alemanha Alerta Algoritmo Alimento Alzheimer Amazon Amazônia América Latina Análise Combinatória Anatomia Android Animação Animais de Estimação Animal Antropologia Apicultura App Apple Apresentação aquário Argentina Arqueologia arquitetura Arte Astrobiologia Astrofísica Astronomia Ativismo Áudio Audio FX Áustria Autismo Auto-ajuda Automobilismo Automóvel aventura Aviação Aviônica Bahia Balonismo Banco de Dados Beber e Dirigir biblioteconomia Bicicleta Biografia Biologia Biologia Marinha bioquímica Biotecnologia Bitcoin Blog Blogger Boato Bomba borderô de desconto Botânica BRASA BRASA Leads Brasil Brasília BRIC Browser Bugs CAD Calor Câmera lenta Campanha cardiologia Carnaval carreira Cartografia Casemods Caso Isabella Nardoni Caso Snowden Ceará Celebridades celular Células-Tronco Cérebro Charge China Cibercultura Ciclovia Cidadania Ciência Cinema Clip Cliparts Cloud computing Coaching Comédia competência Complemento de dois Comportamento Computação Computação em grade Computação forense Computação Gráfica Computação Móvel Comunicação e Marketing Concurso Concurso Cultural de Natal Concursos Público Concursos Públicos Conectômica Conferência Congresso em Foco Conspiração Consumidor Consumismo contabilidade Contos Copa do Mundo Cordel Coreia do Norte Coreia do Sul Corpo Coruja cosmética Cosmologia Crash Course Criança Criatividade Crime Crime Digital crise crise econômica crônica crônicas Cronologia CSS Cuba Culinária Cultura Curiosidades custos fixo custos variáveis Dança DAO Darwin Davos Debate Decoração demência Demografia Denúncia Dermatologia Desastre Natural Descoberta desconto duplicatas Desenho instrucional Desenvolvimento de jogos Design Design Instrucional Destaque Dia das Mães Dia do professor diabetes Dicas Didática Dieta diplomacia Direito Direito Eleitoral Direito Internacional Direito Tributário Direitos Humanos Disney Distrito Federal Documentário Doutorado download Drogas Drone Dubai e-Book e-governo EBC Ecologia Economia Editoração Eletrônica Educação Educação a Distância Educação Corporativa educação física Educação sexual Efeitos Sonoros Egiptologia Eleições Eleições 2014 Eleições 2018 Eletricidade eletrônica Embrapa empreendedorismo enciclopédia endocrinologia Enem Energia Energia Alternativa Energia Nuclear Engenharia Engenharia Agrícola Engenharia Civil Engenharia de materiais Engenharia de Software Engenharia Genética Engenharia Mecânica Enretenimento Ensino a Distância Ensino Superior Entomologia Entretenimento Entrevista Entrevista. Epidemiologia Epistemologia Equador Escândalo Escritório Espaço Espanha Espanhol Espeleologia Espetáculo Espionagem Esporte Estação Estágio Estatísticas estrutura de dados Ética EUA Europa Evento Evolução Exercícios físicos Exobiologia experiência fábulas Facebook Farmacologia Favo Feminismo Férias Ferramentas FIFA Filantropia Filmes Filosofia Finlândia Firefox Física Física Quântica Fisiologia Fisioterapia Flagrante Flamengo Folclore Fome Fonética Fonoaudiologia Fotografia Fotos em 360 graus França Francês frases Fraude Freeware Futebol Futurologia gadget Gafe Gastroenterologia Gastronomia Geek Genética Geofísica Geografia Geologia Geometria geopolítica Gerenciamento do Tempo Geriatria Gestão de Competências Gestão de Configuração Gestão de Pessoas Gestão de Projetos Gestão do conhecimento Ginecologia Glass Google Governo GPS Gradiente gramática Gravidez Grécia Grécia Antiga Guerra Guerra Civil Guinness H2 Haiti hardware História HIV Hololens homenagem Horologia HPV HTML Humor Humor Negro IBGE IBM ICIJ Idioma IHC ilo ilusão ilusionismo Imagem 3D Imagens Imagine Cup Império Romano Imprensa Impressora 3D Imunologia Incêndio Inclusão digital Índia Índios Infectologia Infográfico Informática Inglaterra Inglês Inovação Inspiração Inteligência Artificial intercâmbio Interface Interfaces Hápticas Internacional Internacionalização da Amazônia Internet Internet das Coisas Inundação Invenção Inventos iPad IPEA iphone Irã Iraque Israel Japão Java Java. jogos Jogos educativos Jogos Olímpicos Jornalismo Justiça Kinect Le Monde Diplomatique Brasil Le Monde Diplomatique Brasil Letras Lexicografia Liderança Life Hacking Linguística Literatura Livro Lógica Logística Loterias Lua Maçonaria Malásia Malvinas Malware Mapa Mário Sérgio Conti Marte Mastologia Matemática Matemática Financeira maternidade Mecânica Mecânica dos Fluidos Mecatrônica Medicina Medicina Esportiva Medicina Veterinária Meio Ambiente Mel melanoma Memória memorização Mente Mercado de Trabalho mercosul Mestrado meteorologia Metodologia Científica México Microbiologia Microsoft Mídia Social Militar Mineralogia Mistério MIT Mitologia Mobilidade Mobilidade Urbana MonaVie Montanhismo Moodle Mossad Motivação Movimento Maker MSF Mudança Climática Mulher Multimídia museu Música MVC Nanotecnologia Nasa Natação Natal Natureza Negócios Netflix Neurociência Neurologia Nicolelis Nordeste Noruega notícias Novidades Novo Enem Números Nutrição Obama Obesidade Observatório da Imprensa Obstetrícia Oceanografia odontologia Offshore Leaks oftalmologia Olimpíadas oncologia ONU Opinião Óptica Oracle Oriente Médio Orkut Ornitologia ortografia Ortopedia Ótica Otorrinolaringologia Oxfam Pacifismo Paginadores paleontologia Paquistão Pará Paraguai parkinson Passeio virtual Patinação Pedagogia Pediatria Pensamentos performance Periférico Pesca Pesquisa Petição Petrobrás Petróleo Photoshop Pirataria planilha de custo Playstation 3 Plebiscito Pneumologia Podcast Poesia Poítica Politica Política Portugal português Pós-graduação prazo médio Pré-sal Prêmio Nobel primatologia Primeira Guerra Mundial privacidade produtividade professor Hamilton Alves Programa Gratuito Programação Projeção Mapeada Projeto Truco Promoção Propaganda Psicanálise Psicologia Psicologia Animal Psiquiatria Pública publicidade Publieditorial Quadrinhos Quads Qualidade Qualidade de Vida química realidade aumentada realidade diminuída Realidade Misturada Realidade Virtual Reconhecimento de imagem Reconhecimento de voz Recorde Redação redes Referência Referendo Reforma Política Reino Unido Relacionamento Relações Internacionais Religião Responsabilidade Social Retrospectiva Review Rio 2016 Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul robótica Roda Viva Roma roteiro RSA Rússia Samsung Sanitarismo Santa Catarina São Paulo Saúde Savant Segunda Guerra Mundial Segurança Segurança da Informação Seleção Natural Séries serviço Serviço Online Sexologia sexualidade Show SIGGRAPH Simulação Singularity University Síria Sismologia Sistema operacional Sistemas de Numeração Sites de Busca Sociedade Sociologia Software Software Livre Sol Sono Sony SOPA Star Wars Suécia Sugestão de presentes Sun supercomputadores Sustentabilidade Tabagismo Taiwan Talento precoce taxa de juros efetiva taxa de juros nominal Taxas Equivalentes Taxidermia Teatro Técnicas de Estudo Tecnologia Tecnologia da Informação TED TED-Ed TedMed TEDx TEDx Rio+20 TEDxAmazônia TEDxAsaSul Telefonia Televisão Temas Tempo Tendências Teologia teoria das supercordas Terremoto Terrorismo Testes Tipologia Tomada de Decisão tradução Trânsito transporte tributo Trigonometria Tubarão Tunísia Turismo Tutorial Twitter Uber UFC UFG ufologia UFRJ Unicamp UNIFESP universidade Universidade Corporativa Universidade de Cambridge Universidade de Michigan Urbanismo Urologia USP Utilidade Pública Utilitário Vale Vaticano Veículo Autônomo Ventriloquismo Verão vestibular Vestimenta Vida Digital Vida Moderna Vida Selvagem Videogame Vídeos Vídeos 360 Violência Vírus Visão Computacional Vôlei Vulcanologia Watergate Política WCIT 2016 WCIT 2017 Web 2.0 Web Application Web Semântica Web Seminar webdesign Webinar widget WikiLeaks Wikipedia Windows Xadrez YouTube Zika Zoologia
false
ltr
item
Brasil Acadêmico: O segredo do desejo erótico em longos relacionamentos
O segredo do desejo erótico em longos relacionamentos
http://2.bp.blogspot.com/-WRjxfi1Whhc/UWzXbXqyMrI/AAAAAAAAUPM/YgAWlH9UiYI/s320/perel.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-WRjxfi1Whhc/UWzXbXqyMrI/AAAAAAAAUPM/YgAWlH9UiYI/s72-c/perel.jpg
Brasil Acadêmico
http://blog.brasilacademico.com/2013/04/o-segredo-do-desejo-erotico-em-longos.html
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/2013/04/o-segredo-do-desejo-erotico-em-longos.html
true
3049085869098582068
UTF-8
Nenhuma artigo encontrado. VER TODOS Leia mais Responder Cancelar resposta Apagar Por Início PÁGINAS POSTS Ver Todos Indicado para você CATEGORIA ARQUIVO BUSCA TODOS ARTIGOS Nenhum artigo corresponde ao critério procurado Ir para Início Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez agora 1 minuto atrás $$1$$ minutes ago 1 hora atrás $$1$$ hours ago Ontem $$1$$ days ago $$1$$ weeks ago mais de 5 semanas atrás Seguidores Seguir Este conteúdo é PREMIUM Por favor, compartilhe para liberar Copiar todo o código Selecionar todo o código Todos os códigos foram copiados para o clipboard Can not copy the codes / texts, please press [CTRL]+[C] (or CMD+C with Mac) to copy