Entenda a crise nuclear no Japão

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A usina nuclear Fukushima Daiichi foi a planta mais danificada após o terremoto e o tsunami do dia 11 de março. Entenda o funcionamento e po...

A usina nuclear Fukushima Daiichi foi a planta mais danificada após o terremoto e o tsunami do dia 11 de março. Entenda o funcionamento e porque esses danos podem iniciar a maior crise nuclear no Japão desde o final da segunda guerra.

Explosão na usina de Fukushima I
Explosão na usina de Fukushima I (Daiichi)




As usinas nucleares, como as que estão com problema no Japão, produzem energia elétrica de um modo até simplório, tendo em vista a tecnologia envolvida: Fervendo água, que nem uma Maria-Fumaça, para o vapor girar uma turbina que move um gerador que por sua vez produz eletricidade.

Os reatores de Fukushima possuem barras de combustível atômico, como o isótopo Urânio-235 (ou outros, como o plutônio), que são substâncias com átomos muito instáveis. Ao receber o choque de um nêutron, o núcleo desses átomos se divide formando outros átomos com peso atômico menor, liberando outros nêutrons (que podem se chocar com outros átomos de urânio) e energia, em um processo denominado fissão nuclear.



Fissão nuclear


Esse processo gera muito calor e é esse calor que é aproveitado para ferver a água, convertendo-a em vapor.

É esse vapor que sai sob pressão da cápsulado reator nuclear e movimenta turbinas que por sua vez fazem movimentar um gerador que produz energia elétrica.

Usina nuclear
Usina nuclear (clique para ampliar)


É uma forma bem barata de gerar energia elétrica, que não emite carbonos e não alaga grandes porções de terra, como as usinas hidrelétricas. Além de serem bem mais eficientes que as usinas eólicas e solares.

O problema é o lixo nuclear produzido, cujo armazenamento seguro por gerações ainda é um desafio técnico, e a contaminação ambiental na eventualidade de um acidente. Muito letal e de difícil descontaminação. Por isso, as plantas dessas usinas são projetadas para terem o máximo de segurança.

Mas foi uma combinação de desastres naturais, de certa forma imprevisíveis, que causou o acidente na Usina de Fukushima. Estima-se que o tremor que sacudiu o Japão na sexta-feira (11) só ocorra uma vez a cada mil anos.



Após o maior terremoto já registrado no Japão, 8,9 na escala Richter, as barras de controle dos reatores, que entram em ação em 7 segundos, desligaram a usina. Ou seja, ela parou de produzir energia elétrica.

Contudo os reatores continuam a produzir calor e bombas precisam ficar mantendo o fluxo de água circulando continuamente para resfriar a cápsula do reator. As varetas onde se encontra o combustível nuclear devem estar sempre imersas para que não ocorra o derretimento do material devido ao superaquecimento.

Sem energia elétrica para fazer as bombas funcionarem, motores a diesel (há quatro por reator) entraram em ação automaticamente para gerar eletricidade mantendo as bombas de água funcionando. O problema é que o terremoto fez surgir enormes ondas de até 10 metros de altura com enorme poder destrutivo que entrou até 14 quilômetros na ilha principal do Japão.

Essas ondas (tsunamis) foram causadas pelo terremoto cujo epicentro foi na costa japonesa, e fizeram estragos maiores do que os do terremoto em si. Os motores a diesel só funcionaram por uma hora antes de serem danificados pelas ondas, o que iniciou o problema de aquecimento dos reatores.

Esse projeto de usina não previa conectar motores auxiliares por fora da usina (a exemplo de modelos franceses) o que dificultou a atuação na resolução da crise.


A medida que o vapor foi sendo formado em excesso a pressão no núcleo do reator crescia. Até que as autoridades japonesas liberaram vapor radioativo para a câmara de contenção a fim de reduzir a pressão nos reatores.

A câmara de contenção possui paredes de 2 metros de concreto (foi considerada um luxo desnecessário na usina de Cherbobyl) e é hermeticamente fechada. Sua pressão deve ser menor que a do meio externo (prédio do reator).

Quando a pressão da câmara de contenção se elevou a níveis perigosos tornou-se necessário liberar vapores radioativos para o exterior do prédio (que não é vedado hermeticamente).

Hidrogênio é liberado com o vapor radioativo oriundo da queima da água no reator e ao combinar-se com o oxigênio atmosférico pode explodir danificando o prédio do reator (uma contenção secundária).

Foi o que ocorreu no sábado, dia 12, no reator 1 das instalações de Fukushima, e na segunda-feira, 14, com explosões nos reatores 3, 4 e 2.



Na terça feira, 15, houve um incêndio no reator 4.

Na quarta-feira, 16, foi anunciado que o reator 3, que usa plutônio como combustível, apresenta rachaduras. Helicópteros militares do Japão lançaram água sobre a usina, na tentativa de resfriar o superaquecido reatores 3 e evitar um desastre de grandes proporções com vazamento de material radioativo


Prédios dos reatores 3 e 4


Após as explosões, conseguiu-se ligar parcialmente os motores a diesel e foi bombeado água do mar com ácido bórico (um retardador de calor) para o núcleo do reator.


Vapor escapa do prédio dos reatores 2 e 3. Além de poder ser visto os prédios danificados dos reatores 1 e 4.


O dano no reator 1 foi de 70%, e no 2, de 33%. O núcleo dos reatores parece ter derretido parcialmente após a perda das funções de resfriamento.

A Tokyo Eletric Power Co. (Tepco), responsável pela usina, disse que o resfriamento do reator 3, movido a plutônio, é a "prioridade" para evitar um desastre de proporções maiores.

Uma nova linha de força está sendo providenciada para reativar as bombas e tentar controlar o aquecimento dos reatores.

Há um clima de desconfiança em relação às informações passadas pelas autoridades nipônicas sobre a situação da crise nuclear. O grau de periculosidade, que varia de 0 a 7 (sendo 7 o grau que chegou o acidente de Chernobyl), está parado em 4. Mas as TVs japonesas nem falam sobre isso (já que ninguém acredita).



Autoridades em energia nuclear da Europa afirmam que já deve ter atingido o nível 6.

Horas depois de o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, confirmar danos ao núcleo de três usinas - 1, 2 e 3 - nos EUA, o chefe da Comissão Reguladora Nuclear americana (NRC), Gregory Jaczko, declarou que a piscina de armazenamento de combustível do reator número 4 estava completamente seca - ou seja, num estágio onde nada mais impediria as varetas de urânio de derreterem completamente, liberando uma nuvem tóxica altamente radioativa.

Jaczko não revelou a fonte da informação, porém a NRC tem funcionários envolvidos diretamente nos trabalhos em Fukushima.

Os EUA pediu que os americanos no Japão fiquem a 80 km da usina, 4 vezes mais distante do que o governo japonês recomendou aos japoneses.

Governo do Japão aumenta a dose máxima de radiação permitida aos trabalhadores nucleares, de 100 mil microsieverts para 250 mil microsieverts, afirmando que a medida

É inevitável devido as circunstâncias.


A GE (General Electric) sofreu um recuo nas ações em NY. O projeto da usina japonesa avariada é de sua autoria e a Índia estava encomendando novas plantas para a empresa. O que pode ser suspenso após o acidente.

Aliás, vários países europeus já anunciaram revisar planos de instalação de novas plantas nucleares. Além de se falar em revisão técnica de segurança em quase todas usinas do mundo.

Para completar, o jornal britânico Guardian publicou telegramas vazados pelo site Wikileaks onde um deputado japonês da situação havia afirmado que o governo escondia informações sobre acidentes em usinas nucleares do Japão.

Uma porta-voz de Guenther Oettinger, comissário de Energia da União Europeia, retificou nessa quarta, 16, a declaração que ele havia dado mais cedo de que "catastróficos eventos no Japão são esperados" e que o país enfrenta um "apocalipse". Em comunicado, Marlene Holzner, afirma que Oettinger "somente queria compartilhar a sua preocupação e que ele estava muito sensibilizado por imagens das vítimas da tragédia".



Ainda são contraditórias as informações, mas a situação de momento é, no mínimo, grave. O governo japonês tenta esfriar os reatores com helicópteros Chinook, o que muitos especialistas consideram como medias desesperadas. 11 caminhões de bombeiros estão se dirigindo ao local para tentar jogar água. A esperança é ganhar tempo para restaurar a força nas bombas de água e assim tentar garantir que o material radioativo pare de ser expelido para o meio ambiente.



Cerca de 450 mil pessoas estão desabrigadas, em abrigos provisórios, e enfrentando frio e falta de comida.

Já confirmadas mais de 5000 mortes desde o tremor de sexta-feira (11) e a tendência é que esse número cresça, mas a situação pode se degradar muito mais.

Fontes:
Cómo se produjo la fuga - El País
Wikileaks: Deputado afirmou que governo japonês ocultava informações sobre acidentes nucleares - UOL Notícias
EUA, União Europeia, França e Rússia preveem o pior - Blog do Noblat
Japan earthquake: Explosion at Fukushima nuclear plant - BBC News
Acompanhe momento a momento a repercussão nesta quarta da tsunami e da crise nuclear no Japão - O Globo
Entenda a escala usada para classificar acidentes nucleares - G1
Reator movido a plutônio sofre rachadura e crise se agrava no Japão - Estadão
[Via BBA]

COMMENTS

BLOGGER: 6
  1. optaram pelo mais barato !!! e o bataro as vezes sai caro !!

    energia solar melhor, pode ser cara mas menos poluiçao!

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  2. Isso é bem mais complicado. Numa ilha superpovoada como o Japão (onde até neva), eficiência é muito levada em conta. Espalhar painéis solares por aí tem sido usado em desertos ensolarados e com poblemas ainda a serem resolvidos (estamos falando de usinas).
    As placas solares sobre os edifícios estão sendo usadas para poupar energia elétrica no aquecimento de água (o que acaba sendo secundário em dias sem sol, que talvez seja quando mais se aquece água).
    Além disso, há um certo conformismo cultural no Japão, que é onde mais se usa energia nuclear, mesmo tendo sido o único atingido por bombas atômicas. De qualquer forma deverá haver mudanças na adoção dessas usinas no futuro (nem que seja adotando modelos que permitam serem atendidas por robôs, cadê eles?)

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  3. Muito ruim essa situação. O noticiário está diminuindo de intensidade e parece que a situação já passou de seu momento mais crítico nas usinas. Mas a maior contaminação da água, ar e dos alimentos vai começar a dar sinais por agora.

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  4. Uma alternativa segura poderia ser construir centrais debaixo de um lago artificial. Ou seria ingenuidade pensar dessa forma?
    abrs/

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  5. A primeira impressão é que isso inviabilizaria a obra (talvez pelo custo). Mas uma ideia que garantisse que, em caso de falha, o reator tenderia a resfriar-se, ao invés de derreter, seria o ideal da segurança. Em todo caso é preciso que os engenheiro bolem o projeto para saber se é possível.

    E como seria esse lago? Se fosse escavado poderia facilitar a contaminação do lençol freático. Se não fosse, caso um terremoto ocorresse ou um meteroro/avião caísse poderia rachar as paredes que conteriam o lago.

    A questão é que os acidentes são imprevisíveis em regra. Li em algum lugar que um terremoto como o do Japão só ocorre lá uma vez a cada mil anos. De qualquer forma é uma ideia que poderia ser desenvolvida.

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Entenda a crise nuclear no Japão
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