Museu do Amanhã

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Túnel de vento, ok. Construção, ok. Atrações, ok. Público, ok. Brota no museu para desespero do terraplanista. Pode até não rimar, mas essa ...

Túnel de vento, ok. Construção, ok. Atrações, ok. Público, ok. Brota no museu para desespero do terraplanista. Pode até não rimar, mas essa é a melhor resposta que as novas gerações podem dar para aqueles que repelem a ciência, arriscam séculos de iluminismo, décadas de obliteração de doenças mortais, anos de conscientização inclusiva e a negação da própria tecnologia de que faz uso para atacá-la. Afinal, o amanhã é frágil e fulgaz. E é sensível a todas as ações e decisões que tomamos hoje.

É como se o celular que está no seu bolso, usado por obscurantistas para destilar ódio pelas ciências, instituições e sobre a realidade nas redes sociais, surgisse como por encanto. Deus um dia resolveu tocar com uma varinha de condão um monte de silício e... Puf! Surgiu um iPhone. Não foram milênios de cultura e conhecimento acumulado. Nem foi o advento do método científico, das ciências, das comunicações, dos laboratórios, dos centros de pesquisa, dos microscópios, transístores, LEDs, química para pesquisar materiais leves, duráveis, viáveis. Enfim, tudo isso surgiria do vácuo, apenas duvidando da NASA, do homem na lua, de Sabin, Erastóstenes, Copérnico, Galileu, Einstein, Newton, Freud, Darwin, Curie, só para citar alguns gênios da raça.


Sob essa ótica bizarra, terraplanistas, por exemplo, argumentam que a universidade teria sido tomada por comunistas globalistas inteligentes (afinal, precisam passar em vestibulares, classificarem no Enem, passar em bancas de pós, mestrado, doutorado, etc) que criaram um planeta plano com um sol e uma lua girando ao redor sabe-se lá porque. De acordo com essa visão obtusa, o berço da civilização ocidental seria melhor representado por Esparta do que por Atenas. Qualquer pensamento mágico justificaria a retórica para que leigos totalmente sem qualificação questionem o conhecimentos dos especialistas. Vacina? Causa de um suposto surto de autismo sem qualquer comprovação científica e não a causa de eliminação de doenças como a varíola, sarampo ou a paralisia infantil (nem vou usar o nome poliomelite, pois esse não tem a carga emocional que merece essa moléstia: PARALISIA INFANTIL). E você quer saber mesmo a importância dessa vacina? Pergunte para qualquer paralítico. Sarampo, por exemplo, não tem remédio. Só vacina. Isso sem falar nos negacionistas das mudanças climáticas globais.


Esses reacionários, no começo da discussão sobre aquecimento global, poderiam até fazer sentido como um contraponto útil, já que ciência se faz partindo de teses e antíteses. Porém agora, com o consenso mundial no seio climatologista sério – munidos de estudos, sensores e simuladores –, essas tentativas de desacreditar as pesquisas dos painéis científicos só protelam as urgentes providências em benefício de grupos econômicos e países que só pensam no lucro de hoje mesmo que não haja amanhã. Ainda que a realidade de secas, enchentes, nevascas e outras realidades climáticas se imponha.


E é como um antídoto a essa imoralidade intelectual que o Museu do Amanhã (MA) se apresenta. Com uma imponência digna de um templo para se cultuar a humanidade, esse inspirado projeto arquitetônico do espanhol Santiago Calatrava foi erigido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá) do Rio de Janeiro, pouco antes da Olimpíada de 2016 (atrasado, já que a previsão inicial era que ficasse pronto antes da Copa de 2014, no Brasil). Sua construção teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais.

O Museu do Amanhã é um museu de ciências aplicadas que explora as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência.

Inaugurado em dezembro de 2015 pela Prefeitura do Rio, esse diferente museu é um equipamento cultural da Secretaria Municipal de Cultura, que opera sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG). Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu do Amanhã já recebeu mais de 4 milhões de visitantes desde a inauguração. Com patrocínio máster do Banco Santander e uma ampla rede de patrocinadores que inclui empresas como Shell, IBM, IRB-Brasil RE, Engie, Grupo Globo e Instituto CCR, o museu foi originalmente concebido pela Fundação Roberto Marinho.


Oferece uma narrativa sobre como poderemos viver e moldar os próximos 50 anos. Uma jornada rumo a futuros possíveis, a partir das grandes perguntas da Humanidade: De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?

Sua mostra permanente tem a missão de colocar o expectador para refletir sobre o futuro. Por meio de mostras artísticas que atraem pelo visual mesmerizante e pela experiência sensorial, juntamente com uma grande quantidade de informações na forma de jogos de perguntas, vídeos, telas de toque, instalações, incluindo maquetes e gráficos tácteis, presente na Galerias das Formas, na ala leste do museu, que tornam o tour pela mostra muito mais inclusiva para os invisuais.

Sua Exposição Principal ocupa o segundo andar do Museu, onde o público é levado a percorrer uma narrativa concebida com base em uma proposta curatorial do doutor em cosmologia Luiz Alberto Oliveira, em parceria com uma equipe de consultores especializados, estruturada em cinco grandes áreas que somam mais de 40 experiências disponíveis em português, espanhol e inglês:

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    •  Cosmos
      • Cosmos aborda a visão que somos feitos da mesma matéria que as estrelas, nos conectamos com o Universo e as nossas origens. Aqui o visitante é convidado a refletir sobre a questão: “Como chegamos até aqui?” A seguir, trecho do vídeo que inicia o tour projetado em 360º.  Com produção de Fernando Meirelles e Janaina Augustin. E direção de Ricardo Laganaro.

    •  Terra
      • Terra está associado à pergunta “Quem somos?”. Três grandes cubos de sete metros de altura derramando conteúdos em seus displays e investigam as três dimensões da existência: Matéria, Vida e Pensamento. No primeiro deles se encontra a célebre escultura cinética de Daniel Wurtzel. Representando os fluxos de luz, ar, água e terra e sua mútua influência, dois tecidos serpenteiam no ar como em um balé. Um sopro vindo das bordas de uma base circular (quase) garante que os panos não saiam dos limites da instalação. E o ar ascendente proveniente do encontro desses sopros e a gravidade providenciam as constantes subidas e descidas dos tecidos.
    •  Antropoceno
      • Antropoceno é um termo formulado por Paul Crutzen, Prêmio Nobel de Química de 1995. O prefixo grego “antropo” significa humano; e o sufixo “ceno” denota as eras geológicas. A pergunta a ser explorada é: “Onde estamos?”

    •  Amanhãs
      • A área dos Amanhãs foca nas grandes tendências globais onde existirão mais pessoas no mundo, vivendo por muito mais tempo. Amanhãs é definido pela pergunta “Para onde vamos?”.

        As simulações, estimativas e projeções relacionadas ao tema estão dispostas num “origami”. Nele estão demarcadas três áreas, apresentando seis tendências que vão moldar o futuro nas próximas décadas. As áreas demarcadas dizem respeito ao conviver (sociedade), ao viver (planeta), e ser (pessoa). As seis tendências são as mudanças no clima; o aumento da população mundial em cerca de mais 3 bilhões de pessoas nos próximos 50 anos; a integração e diferenciação dos povos, regiões e pessoas; a alteração dos biomas; o aumento do número, da capacidade e da variedade dos artefatos por nós produzidos; e, por último, a tendência à expansão do conhecimento.



        Estas tendências estão apresentadas numa perspectiva histórica por meio de jogos, entre eles o Jogo das Civilizações, baseado num modelo estudado pela NASA. Examinando exemplos do passado, o desenvolvimento e o colapso das civilizações poderia ser medida a partir de variáveis como o consumo dos recursos, o tamanho da população e a desigualdade social. No jogo, é possível controlar certos parâmetros rumo ao futuro para, assim, fazer uma civilização perseverar ou colapsar.
    •  Nós
      • Nós encerra o percurso da Exposição Principal, propondo o engajamento do visitante na ideia de que o Amanhã começa agora, com as escolhas que fazemos. O hoje é o lugar da ação. “Qual será o nosso legado para as próximas gerações?”
        É aqui também que o visitante encontra o único objeto físico integrante do acervo do museu: um churinga. Esse artefato dos aborígines australianos, de aparência, para nós, enigmática, é, na verdade, uma ferramenta. Contudo, não serve para furar ou cortar: trata-se de um utensílio simbólico. Serve, para aquele povo e muitos outros, como uma ferramenta temporal, associar o passado ao futuro. Os saberes das gerações passadas que são legadas às futuras. O churinga representa, assim, a própria continuidade do povo e de sua cultura. Os sensores embutidos na estrutura ao redor ajustam as luzes e os sons no salão de acordo com o movimento dos visitantes – um lembrete de como as pessoas afetam o mundo ao seu redor.


Esse não é um museu de coisas velhas. Ele é muitos antes uma mostra do futuro do pretérito. Como o passado se conecta ao presente convidando para moldarmos um futuro melhor. Mas trazendo as pessoas para refletir sobre as informações de qualidade de um forma muito mais empírica. Ele é um sistema que se reinventa e se transforma leniente e aderente à sua líquida realidade com fluidez e elegância.

Com essas premissas, o Museu do Amanhã em dezembro de 2017 trouxe o tema inteligência artificial ao seus visitantes. Um assunto que com certeza impactará de maneira inexorável o nosso amanhã.

Assim, em parceria com a IBM, o MA introduziu a assistente virtual IRIS+ que por meio da IA acompanhará os visitantes que, de posse de um cartão digital, vai abrindo experiências personalizadas que são acompanhadas pela IRIS+. E uma das possibilidades mais notáveis é que, ao final, ela poderá reconhecer a voz e trazer, além de respostas, perguntas ao explorador digital. Processadas pelo seu sistema inteligente Watson e que pode levar você a um efetivo engajamento social.


Embora tenhamos utilizado o cartão para experimentos a personalização pela IRIS+, essa parte ao final do percurso não foi testada. Essa conversa fica para uma outra vez sendo uma oportunidade para que nos contem como foi essa interface.

Como um organismo, esse é um museu que se integra com seu meio, com o programa Vizinhos do Amanhã. Por reconhecer a região e seus moradores como propulsores de transformações profundas, o Museu conta com um setor de Relações Comunitárias, que se dedica a engajar os públicos vizinhos no processo de construção coletiva do Amanhã. Os cerca de 30 mil moradores da Região Portuária  têm entrada gratuita no Museu a partir do Programa Vizinhos do Amanhã. Para se inscrever no Programa, o morador das proximidades só precisa apresentar um comprovante de residência e um documento com foto.


E esse sistema museológico também se conecta orgânicamente com seus congêneres. Fazendo parcerias com museus do porte do Science Museum, de Londres, Agências da ONU, Climate Museum de Nova York, Museu de Melbourne, Universidade da Austrália, Fundesplei, da Espanha, UN Live Museum de Copenhagen e o Futurium, de Berlim, Google Cultural Institute, entre outros, ampliando o espectro de relações e trocas do Museu, além das inúmeras parcerias locais.


Todavia esse é um museu diferente. Não é museu que ostenta tecnologia como um parque temático, ou que celebra conquistas de um povo, como uma ferramenta de propaganda estatal ou marketing de alguma empresa. Aqui, ressalvada algumas críticas sobre como foram retiradas as pessoas pobres da região ou do tipo de patrocinador que banca o empreendimento,  mostra um caminho para o amanhã muito mais conexo a mudanças comportamentais do que por alguma inovação tecno-científica. O futuro aqui é retratado com maior alusão ao estilo distópico de séries como Years and Years e Black Mirror do que um amanhã de carros voadores e domésticas robóticas de Os Jetsons. Com a diferença de termos sólidos dados científicos para sustentar a narrativa impregnada nos displays e com uma semente de esperança que sussurra não tão sutilmente que tudo só depende de nós.


Assim como no apoteótico belvedere na extremidade do prédio que descortina uma esplêndida e contraditória visão da Baía da Guanabara, onde uma bela natureza marítima e celeste é ornada por uma escultura estelar e salpicada de navios civis e de guerra, aviões em aproximação de descida e a enorme ponte Rio-Niterói remetendo às intervenções humanas do antropoceno, é gratificante saber que a democratização do conhecimento tem um espaço a altura do merecimento e da necessidade do brasileiro. Além de ser um símbolo de onde queremos estar no futuro. Sem alienação e com empatia. Levando na bagagem toda a força e a energia limpa do nosso soft power. Muito embora sem a ilusão de que só o MA seja suficiente para o tamanho e a velocidade exigida para a transformação do nosso mindset. Ainda assim, é um passo que nos nutre de orgulho. Um oásis de esperança e racionalidade em meio à essa tão maltratada mirabilia urbis.

Fonte: Museu do Amanhã, YouTube, The Gardian
[Visto no Brasil Acadêmico]

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