A procura por dinossauros me mostrou o nosso lugar no universo

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Junte-se a ele numa celebração da História Geológica da Terra e contemple o nosso lugar no tempo.

O que acontece quando descobrimos um dinossauro? O paleontólogo Kenneth Lacovara descreve como descobriu o Dreadnoughtus — um saurópode com 77 milhões de anos que era tão alto como um prédio de dois pisos e tão pesado como um jato Jumbo — e considera como é espantosamente improvável que um pequeno mamífero que vivia nas fendas do mundo dos dinossauros tivesse podido evoluir para um ser sensível capaz de compreender essas criaturas magníficas.

Como encontrar um dinossauro? Parece impossível, não parece? Não é. A resposta reside numa fórmula que todos os paleontólogos usam. E vou-vos dizer qual é o segredo.



Primeiro, encontrem rochas com a idade certa. Segundo, essas rochas devem ser rochas sedimentares. E terceiro, as camadas dessas rochas devem estar expostas naturalmente. É só isso. Encontrem estas três coisas e vão para o terreno, têm boas hipóteses de encontrar fósseis.

Agora vou explicar esta fórmula. Os organismos só existem em certos intervalos geológicos. Portanto, têm de encontrar rochas que tenham a idade certa, consoante os vossos interesses.

Se quiserem encontrar trilobites, têm de encontrar rochas muito antigas, do Paleozoico, rochas que tenham entre 500 milhões a 250 milhões de anos.

Mas, se quiserem encontrar dinossauros, não procurem no Paleozoico, não os vão achar aí. Ainda não tinham evoluído. Têm de encontrar rochas mais jovens do Mesozoico. No caso dos dinossauros, entre 235 e 66 milhões de anos.

Hoje em dia, é relativamente fácil encontrar rochas com a idade certa, pois a Terra, embora de modo grosseiro, está cartografada geologicamente. Esta é uma informação que foi difícil de obter. Os anais da história da Terra estão escritos nas rochas, capítulo atrás de capítulo. As páginas mais antigas estão por baixo e as mais novas estão por cima.

Se fosse tudo assim tão fácil, os geólogos ficariam felizes. Mas não é.
A biblioteca da Terra é muito antiga, não tem um bibliotecário para a arrumar. 
Ao longo de um enorme período de tempo, os múltiplos processos geológicos vão agredindo com frequência as rochas antigas. Há muitas páginas destruídas, logo após serem escritas. Há páginas com escritas sobrepostas, o que cria palimpsestos difíceis de decifrar de paisagens há muito desaparecidas. As páginas que encontram abrigo sob as areias do Tempo, nunca estão em segurança. Ao contrário da lua — a nossa companheira rochosa morta — a Terra está viva, palpitante de forças criadoras e destruidoras que alimentam o seu metabolismo geológico. As rochas lunares que os astronautas do Apollo trouxeram remontam todas à era do sistema solar. As rochas da lua são eternas. As rochas da Terra, por outro lado, enfrentam os perigos duma litosfera viva. Todas caminham para a ruína, através da combinação da mutilação, da compressão, do empilhamento, da destruição, da abrasão e da calcinação.

Por isso, os volumes da história da Terra estão incompletos e desordenados. A biblioteca é vasta e magnífica — mas está decrépita. Foi esta complexidade fragmentada do registo das rochas que obscureceu o seu sentido até há pouco tempo, relativamente. A Natureza não forneceu um catálogo aos geólogos — teve que ser inventado. Cinco mil anos depois de os sumérios terem aprendido a registar os seus pensamentos em tabuinhas de argila, os volumes da Terra mantiveram-se impenetráveis para os homens. Éramos geologicamente analfabetos, inconscientes da antiguidade do nosso planeta e ignorantes da nossa relação com o Tempo Profundo.

Foi só na viragem para o século XIX que caíram as nossas vendas, primeiro, com a publicação de "Theory of the Earth" de James Hutton, em que ele nos diz que a Terra não revela vestígios de um começo nem perspetiva de um fim. Depois, com a impressão do mapa da Grã-Bretanha, de William Smith, o primeiro mapa geológico, à escala de um país, que nos deu, pela primeira vez, uma previsão da localização de certos tipos de rochas.
Depois disso, podíamos dizer coisas como: "Se formos ali, devemos estar no Jurássico", ou "Se subirmos àquela colina, encontramos o Cretáceo".
Por isso, se quiserem encontrar trilobites, arranjem um bom mapa geológico e vão às rochas do Paleozoico. Se, como eu, quiserem encontrar dinossauros, encontrem as rochas do Mesozoico e vão até lá. Claro que só podem encontrar um fóssil numa rocha sedimentar, uma rocha formada por areia e argila. Não podem arranjar um fóssil numa rocha ígnea, formada por magma, como o granito, ou numa rocha metamórfica, que foi aquecida e comprimida. Têm que ir a um deserto. Não é que os dinossauros tenham vivido em desertos, viveram em todo o tipo de terreno e em todos os ambientes imagináveis. Mas têm que ir a um local que seja hoje um deserto, um local em que não haja demasiadas plantas a cobrir as rochas, um local em que a erosão esteja sempre a expor novos ossos à superfície.
Portanto, encontrem três coisas: rochas da idade certa, que sejam rochas sedimentares, num deserto e mantenham-se ao nível do terreno. 
Caminhem, caminhem, até verem um osso a sobressair duma rocha.

Esta é uma foto que tirei no sul da Patagônia. Cada seixo que aqui vemos no terreno é um bocado de osso de dinossauro. Quando estiverem no local certo, o problema não é encontrar fósseis ou não. Vão encontrar fósseis. O problema é: Irão encontrar alguma coisa que tenha significado científico? Para vos ajudar nisso, vou acrescentar uma quarta parte à formula, que é a seguinte: afastem-se dos outros paleontólogos o mais que puderem.

(Risos)

Não é que eu não goste dos outros paleontólogos. Quando vamos a um local relativamente pouco explorado, temos muito mais hipóteses de encontrar fósseis e, sobretudo, de encontrar qualquer coisa de novo para a ciência. Portanto, é esta a minha fórmula para encontrar dinossauros e tenho-a aplicado pelo mundo fora.

No verão austral de 2004, fui até à ponta sul da América do Sul, até ao sul da Patagônia, na Argentina, à procura de dinossauros, um sítio que tem rochas sedimentares terrestres da idade certa, num deserto, um sítio que pouco tinha sido visitado pelos paleontólogos. Encontramos isto. É um fémur, um osso da coxa, dum gigantesco dinossauro herbívoro. Este osso tem 2,2 metros de uma ponta à outra. São mais de sete pés de comprimento.

Infelizmente, este osso estava isolado. Escavamos e escavamos e não encontramos mais nenhum osso. Ficamos desejosos de voltar no ano seguinte, à procura de mais. No primeiro dia da estação seguinte, encontrei isto: outro fémur de dois metros, só que, desta vez, não estava isolado, desta vez, estava associado a mais 145 ossos dum gigantesco herbívoro. Ao fim de três estações no terreno, difíceis, brutais mesmo, a escavação tinha este aspecto. Vemos ali, à minha volta, a cauda desse grande animal. Chamamos Dreadnoughtus schrani ao gigante que jazia nesta sepultura, uma nova espécie de dinossauro. O Dreadnoughtus tinha 26 metros do focinho à ponta da cauda. Até aos ombros, tinha a altura de dois pisos e meio e, em carne e osso, pesaria 65 toneladas.
As pessoas perguntam-me, por vezes: "O Dreadnoughtus era maior do que um T-Rex?" É oito ou nove vezes um T-Rex.
Uma das coisas boas de ser paleontólogo é que, quando encontramos uma nova espécie, somos nós que lhe damos o nome. Sempre achei uma vergonha que estes gigantescos dinossauros herbívoros sejam retratados como desajeitadas travessas de carne passivas na paisagem.

(Risos)

Não são nada.
Os grandes herbívoros podem ser brutos e territoriais — ninguém quer meter-se com um búfalo, um hipopótamo ou um rinoceronte. 
O bisonte em Yellowstone é mais perigoso do que os ursos pardos. Agora imaginem um grande touro, um Dreadnoughtus de 65 toneladas na época da procriação, a defender o seu território. Esse animal devia ser terrivelmente perigoso, uma ameaça para tudo à sua volta, e não tinha nada a recear. Daí o nome de "Dreadnoughtus", ou seja, "o que não receia nada".

Para alcançar aquele tamanho, um animal como o Dreadnoughtus devia ter sido um modelo de eficácia. Aquele pescoço comprido e a longa cauda ajudavam-no a irradiar o calor no ambiente controlando passivamente a sua temperatura. O longo pescoço também era um meio de alimentação muito eficaz. O Dreadnoughtus podia encontrar-se num local e, com aquele pescoço, limpar uma área enorme de vegetação, ingerindo dezenas de milhares de calorias, enquanto gastava muito poucas. Estes animais desenvolveram uma marcha ampla, tipo buldogue. o que lhes dava uma enorme estabilidade, porque, quando pesamos 65 toneladas, quando somos do tamanho dum prédio, a punição para uma queda é a morte. Sim, estes animais são grandes e robustos, mas não resistiram a um golpe desses.
Se o Dreadnoughtus cair, parte as costelas e perfura os pulmões. Os órgãos rebentam. Um Dreadnoughtus de 65 toneladas não pode cair, nem sequer uma vez.
Depois de sepultada esta carcaça do Dreadnoughtus e de descarnada por uma multidão de bactérias, vermes e insetos, os ossos passaram por uma breve metamorfose, — uma troca de moléculas com a água subterrânea — confundindo-se cada vez mais com a rocha em que estava contido. À medida que se acumulavam as camadas de sedimentos, a pressão de todos os lados pesava como uma luva de pedra cujo peso firme e permanente manteve os ossos num abraço estabilizador.

E depois, ocorreu um longo... nada. Época após época, sempre a mesma coisa, não acontecimentos infindáveis. Todo esse tempo, o esqueleto manteve-se eterno e imutável em perfeito equilíbrio dentro da sua sepultura rochosa. Entretanto, desenrolava-se a história da Terra. Os dinossauros iriam reinar mais 12 milhões de anos, antes de a sua hegemonia ter sido aniquilada por um apocalipse abrasador. Os continentes andavam à deriva. Apareceram os mamíferos. Chegou a Idade do Gelo.

Depois, na África Oriental, uma espécie pouco promissora de macacos desenvolveu a estranha base do pensamento. Esses primatas inteligentes não eram especialmente rápidos nem fortes. Mas foram excelentes na cobertura do terreno e numa diáspora espantosa ultrapassaram o registro dos dinossauros na conquista territorial, dispersaram-se pelo planeta, apoderando-se de todos os ecossistemas que encontravam, e, entretanto, inventaram a cultura, a metalurgia e a pintura, a dança, a música, a ciência e os foguetões que acabaram por colocar 12 desses macacos excelentes na superfície da Lua.

Com sete mil milhões de Homo Sapiens peripatéticos no planeta, talvez fosse inevitável que um deles acabasse por tropeçar na sepultura do magnífico titã sepultado por baixo das terras do sul da Patagônia. Fui eu esse macaco. E ali de pé, sozinho no meio do deserto, pensei que a probabilidade de um indivíduo entrar no registro fóssil era praticamente nula. Mas a Terra é muito, muito velha. E durante grandes períodos de tempo, o improvável torna-se possível. É essa a magia do registro geológico. Essa multidão de criaturas que viveram e morreram num planeta velho deixam atrás de si inúmeros fósseis, cada um deles um pequeno milagre, mas, no seu conjunto, inevitável.

66 milhões de anos, um asteroide atingiu a Terra e os dinossauros extinguiram-se. Isto podia não ter acontecido. Mas só temos uma História e é esta que temos. Mas esta realidade não era inevitável. A mais pequena perturbação desse asteroide tão longe da Terra teria feito com que ele falhasse o nosso planeta por uma larga margem. Esse dia calamitoso, em que os dinossauros foram aniquilados, que preparou o cenário para o mundo moderno como o conhecemos, não precisava de ter acontecido. Podia ter sido apenas mais um dia — uma sexta-feira, talvez — entre os 63 mil milhões de dias já gozados pelos dinossauros. Mas, no decurso do Tempo Geológico, ocorrem acontecimentos improváveis, quase impossíveis. Desde os vermes cambrianos, nossos antepassados, até aos primatas, de fato completo, inúmeras bifurcações na estrada levaram-nos a esta realidade particular. Os ossos do Dreadnoughtus estiveram soterrados durante 77 milhões de anos. Quem teria imaginado que uma única espécie de mamíferos, tipo ratos, que viviam nas fendas do mundo dos dinossauros, iria evoluir em seres sensíveis capazes de caracterizar e compreender os dinossauros que teriam temido?

Estive uma vez na foz do Rio Missouri e atravessei-o. Não passa de um gorgolejo de água que brota por baixo duma rocha no meio do campo, no alto das montanhas Bitterroot. O ribeiro ao lado corre durante umas centenas de metros e acaba numa pequena lagoa. Essas duas correntes parecem idênticas, mas uma é um fio de água anônimo e a outra é o Rio Missouri. Agora desçamos até à foz do Missouri, perto de St. Louis. É óbvio que este rio mete respeito. Mas se subirmos até Bitterroots e olharmos para o Missouri, a perspectiva humana não nos permite vê-lo como nada de especial.

Voltemos ao Período Cretáceo e olhemos para os nossos pequenos e peludos antepassados. Nunca suporíamos que chegariam a alguma coisa de especial e, provavelmente, não teriam chegado, se não fosse aquele asteroide funesto.

Imaginemos mais mil mundos e mais mil sistemas solares e deixemo-los evoluir. Nunca obteriam o mesmo resultado. Sem dúvida, esses mundos seriam espantosos e espantosamente improváveis, mas não seriam o nosso mundo e não teriam a nossa História. Há um número infinito de histórias que podiam ter acontecido. Só tivemos uma e, felizmente, foi uma muito boa. Os dinossauros, como o Dreadnoughtus, foram reais. Os monstros marinhos, como o mosassauro, foram reais. As libelulinhas, com a envergadura duma águia e os tatuzinhos-de-jardim do tamanho de um carro existiram realmente.

Por que estudar o passado antigo? Porque nos dá perspectiva e humildade. Os dinossauros morreram na quinta extinção em massa mundial, aniquilados por um acidente cósmico sem terem qualquer culpa disso. Não o viram chegar, não tinham possibilidade de escolha. Nós, por outro lado, temos escolha. A natureza dos registros fósseis diz-nos que o nosso lugar neste planeta é precária e possivelmente fugaz. Neste momento, a nossa espécie está a propagar um desastre ambiental de proporções geológicas, tão amplo e tão grave que pode chamar-se, com razão, a sexta extinção. Só que, ao contrário dos dinossauros, podemos vê-lo aproximar-se. E, ao contrário dos dinossauros, podemos fazer qualquer coisa quanto a isso. Essa escolha é nossa.

Obrigado.

Fonte: TED
[Visto no Brasil Acadêmico]

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