$hide=/p/valores.html

O que acontece quando os computadores ficam mais inteligentes do que nós?

Indicar:

A inteligência artificial está se tornando cada vez mais capaz a passos largos: segundo pesquisas, neste século, um computador com inteligên...

A inteligência artificial está se tornando cada vez mais capaz a passos largos: segundo pesquisas, neste século, um computador com inteligência artificial poderia ser tão “esperto” como um ser humano. E então, afirma Nick Bostrom, ele vai nos ultrapassar: “A inteligência das máquinas será a última invenção que a humanidade precisará fazer.”. Filósofo e tecnólogo, Bostrom pede para pensarmos sobre o mundo que estamos construindo agora, impulsionado por máquinas pensantes. Será que nossas máquinas inteligentes vão nos ajudar a preservar a humanidade e nossos valores; ou será que terão seus próprios valores?



Mas se pensarmos bem, somos hóspedes muito recentes deste planeta. Nós, a espécie humana. Imaginem que a Terra tenha sido criada há um ano, então a espécie humana existiria apenas há 10 minutos.



A era industrial teria começado dois segundos atrás. Outro modo de encarar isto é pensar no PIB global dos últimos 10 mil anos. Eu me dei ao trabalho de colocar isso num gráfico para vocês. Ele tem este aspecto.

(Risos)

É uma forma curiosa para uma condição normal. Não gostaria de me sentar nele.

(Risos)

Perguntemo-nos: qual é a causa da anomalia atual? Alguns diriam que é a tecnologia. É verdade, a tecnologia tem se acumulado através da história e atualmente, ela avança com extrema rapidez... esta é a causa mais imediata, e a razão de sermos muito produtivos hoje em dia. Mas gosto de buscar no passado distante a causa fundamental de tudo.

Observem estes dois distintos senhores: Temos o Kanzi... ele domina 200 símbolos de léxicos, um feito incrível. E Ed Witten, que desencadeou a segunda revolução da supercorda. Dentro do crânio, eis o que descobriremos: essencialmente a mesma coisa. Um deles é um pouco maior, pode ter alguns truques a mais, devido à sua arquitetura. Contudo, essas diferenças invisíveis, não podem ser muito complicadas, porque foram apenas 250 mil gerações desde o último ancestral comum. Sabemos que mecanismos complicados levam muito tempo para evoluir. Então um conjunto de pequenas mudanças nos levam do Kanzi ao Witten, de galhos de árvores quebrados a mísseis balísticos intercontinentais.

Parece bastante óbvio que tudo que realizamos, e tudo o que prezamos depende de modo crucial de mudanças relativamente pequenas que fizeram a mente humana. E tem como consequência, é claro, que quaisquer mudanças posteriores que possam alterar significativamente o substrato do pensamento poderiam ter enormes consequências.

Alguns colegas acham que estamos muito próximos de algo que poderia causar uma profunda mudança no substrato, que é a máquina superinteligente. A inteligência artificial costumava ser colocar comandos em uma caixa. Programadores humanos elaborariam penosamente itens de conhecimento. Construímos tais sistemas inteligentes e eles eram úteis para algumas finalidades, mas eram muito frágeis, não podiam ser ampliados. Essencialmente, obtinha-se deles o que havia sido colocado neles. Desde então, houve uma mudança de paradigma no campo da inteligência artificial. Hoje, o esforço é voltado à aprendizagem das máquinas. Em vez de construirmos representações do conhecimento e recursos, criamos algoritmos que aprendem, quase sempre a partir de dados não tratados de percepção. Basicamente a mesma coisa que o bebê humano faz. O resultado é IA que não se limita a um único domínio, o mesmo sistema pode aprender a traduzir qualquer par de idiomas, ou aprender a jogar qualquer game de computador num console Atari. Agora, é claro, a IA ainda não está nada perto de ter a mesma poderosa habilidade de aprender e planejar em várias áreas, como o ser humano. O córtex ainda guarda segredos de algoritmos que ainda não sabemos como reproduzir nas máquinas.

Em qual ano você acha que haverá 50% de probabilidade de termos conseguido a inteligência de máquinas com nível humano? (...) E a resposta foi em média 2040 ou 2050, dependendo do grupo de especialistas consultado. (...) A verdade é que ninguém sabe.

Então a questão é: "Estamos muito longe de podermos reproduzir essas proezas?" Há alguns anos, pesquisamos o que pensavam os maiores especialistas em IA do mundo. E uma das perguntas que fizemos foi: “Em qual ano você acha que haverá 50% de probabilidade de termos conseguido a inteligência de máquinas com nível humano?" Definimos o nível humano como a habilidade de realizar quase toda tarefa pelo menos tão bem quanto um adulto humano. Então, nível humano real, não apenas em alguma área limitada. E a resposta foi em média 2040 ou 2050, dependendo do grupo de especialistas consultado. Poderá acontecer muito mais tarde ou mais cedo, a verdade é que ninguém sabe.

O que sabemos é que o último limite do processamento da informação em um substrato de máquina situa-se bem além dos limites do tecido biológico. Isto pertence ao domínio da física. Um neurônio dispara, talvez, a 200 hertz, 200 vezes por segundo. Até mesmo os transistores atuais operam à frequência de gigahertz. Os neurônios se propagam lentamente nos axônios, no máximo a 100 metros por segundo. Mas nos computadores, os sinais viajam à velocidade da luz. Há também limitações de tamanho, como a do cérebro humano ter que caber no crânio, mas um computador pode ser do tamanho de um armazém ou maior ainda. Então o potencial para a superinteligência de certa forma está latente na matéria, do mesmo modo que o poder do átomo permaneceu latente durante a história, esperando pacientemente até 1945. Neste século, cientistas podem descobrir como despertar o poder da inteligência artificial. Eu penso que poderemos presenciar uma explosão de inteligência.

Quando a maioria das pessoas pensa sobre o que é inteligente ou estúpido, acho que elas têm em mente uma imagem como esta. Num extremo tem-se um idiota e lá longe, no outro extremo, temos o Ed Witten, ou Albert Einstein, ou o seu guru favorito. Mas penso que do ponto de vista da inteligência artificial, é mais provável que o quadro real seja assim: a IA começa neste ponto, na ausência de inteligência, e então, após muitos anos de trabalho bastante duro, talvez cheguemos ao nível de inteligência de um rato, algo capaz de se mover em ambientes desorganizados tão bem quanto um rato. E a seguir, após muitos anos de trabalho duro, de muito investimento, talvez cheguemos ao nível da inteligência de um chimpanzé. E depois de ainda muito mais anos de trabalho realmente árduo, atinjamos a inteligência artificial de um idiota. Alguns momentos mais tarde, estamos além de Ed Witten. O trem não para na Estação Cidade da Humanidade. É provável que passe zunindo, sem parar.

Isso tem implicações profundas, particularmente no que se refere a questões de poder. Por exemplo, um chimpanzé é duas vezes mais forte do que um humano do sexo masculino e em boa forma física. Apesar disso, o destino de Kanzi e seus amigos depende muito mais do que fazem os humanos e não do que fazem os chimpanzés. Quando houver a superinteligência, o destino da humanidade pode depender do que a superinteligência fizer. Pensem nisso. Máquina inteligente é a última invenção que a humanidade precisará fazer. As máquinas então serão melhores inventoras do que nós e elas o farão numa escala de tempo digital. Basicamente significa fazer o futuro ficar mais próximo. Imaginem todas as possíveis tecnologias malucas que os humanos poderiam ter desenvolvido num longo espaço de tempo: curas para o envelhecimento, a colonização do espaço, robôs autorreplicantes, ou fazer o upload de mentes em computadores, tudo coisas do repertório da ficção científica embora consistentes com as leis da física. Tudo isso a superinteligência pode desenvolver e talvez bem rapidamente.

Uma inteligência assim tão desenvolvida seria extremamente poderosa e pelo menos em certas situações, seria capaz de obter o que desejasse. O nosso futuro seria determinado pelas preferências da IA. Qual seriam essas preferências? É uma boa pergunta. É aqui que a coisa se complica. Para prosseguirmos com isto, primeiro devemos evitar a antropomorfização. E é irônico, pois toda matéria de revista sobre o futuro da IA publica um fotografia assim. Eu acho que precisamos considerar a questão mais abstratamente, não em termos hollywoodianos.

Precisamos pensar na inteligência como um processo de otimização que direciona o futuro para um conjunto específco de configurações. Uma superinteligência é um poderoso processo de otimização. É extremamente eficiente em usar os recursos disponíveis para atingir seu objetivo. Quer dizer que não há necessária ligação entre ser muito inteligente neste sentido, e ter um objetivo que os humanos julgariam valer a pena ou ser importante.

Suponham que déssemos a uma IA o objetivo de fazer as pessoas sorrirem. Quando a IA é fraca, ela realiza ações úteis ou engraçadas que fazem o usuário sorrir. Quando a IA se torna superinteligente, ela percebe que há um modo mais eficiente de atingir o objetivo: assume o controle do mundo e introduz eletrodos nos músculos das faces das pessoas provocando sorrisos constantes e radiantes. Outro exemplo: suponham que atribuamos à IA a meta de resolver um problema matemático difícil. Quando a IA se torna superinteligente, ela percebe que o modo mais eficiente de obter a solução do problema é transformar o planeta em um computador gigantesco, para aumentar sua capacidade de pensar. E notem que isso dá às IAs uma razão instrumental para fazerem coisas com as quais talvez não concordássemos. Neste modelo, os humanos são ameaças que poderiam impedir a solução do problema matemático.

É evidente que não haverá problemas desta natureza; estes são exemplos de desenho animado. Mas a questão mais geral é importante: se criarmos um processo de otimização realmente poderoso, otimizado para o objetivo x, é bom ter certeza de que a sua definição de x incorpora tudo o que lhe interessa. Esta lição também é ensinada como um mito. O rei Midas deseja que tudo que ele tocar transforme-se em ouro. Ele toca sua filha e ela se transforma em ouro. Ele toca sua comida e ela vira ouro. Isto poderia tornar-se relevante em termos práticos, não apenas uma metáfora para a ganância, mas uma ilustração do que acontece quando se cria um processo poderoso de otimização e se fornecem objetivos incompreensíveis ou especificados sem clareza.

Poderíamos dizer que, se um computador puser eletrodos nas faces das pessoas, bastaria desligá-lo. A: isso não é necessariamente fácil de fazer se nos tormanos dependentes do sistema, por exemplo: onde fica o botão para desligar a Internet? B: por que os chimpanzés ou os neandertais não interroperam voluntariamente sua evolução para a humanidade? Eles certamente tiveram motivos para isso. Por exemplo, não temos uma chave para desligar aqui. (Engasgando) É que somos um adversário inteligente; podemos antecipar as ameaças e planejar levando-as em conta. Mas um agente superinteligente também poderia fazê-lo e muito melhor do que nós. Não deveríamos confiar que temos tudo sob o nosso controle.

Poderíamos tornar nossa tarefa um pouco mais fácil, digamos, protegendo a IA num ambiente de software seguro, uma simulação de realidade virtual da qual ela não possa escapar. Mas como termos certeza de que a IA não descobriria uma brecha? Visto que os hackers encontram falhas a toda hora, eu diria que não temos muita certeza. Então desconectaríamos o cabo Ethernet para criar um “air gap", mas de novo, os hackers transgridem rotineiramebte os air gaps usando a engenharia social. Enquanto eu falo, tenho certeza de que algum funcionário foi convencido a revelar os detalhes de sua conta para alguém que dizia ser do departamento de TI.

Situações mais criativas também são possíveis, como se você for a IA, pode imaginar colocar muitos eletrodos no circuito de segurança interna para criar ondas de rádio que podem ser usadas para comunicação. Ou talvez pudesse fingir um defeito e quando os programadores lhe abrissem para investigar o que está errado eles veriam o código-fonte, bum! A manipulação pode acontecer. Ou poderia imprimir um projeto de tecnologia muito elegante, e quando o implementássemos, ele teria efeitos colaterais ocultos que a IA houvera planejado.

A questão é que não deveríamos confiar na nossa capacidade de manter um gênio superinteligente preso para sempre em uma garrafa. Mais cedo ou mais tarde ele escapará.

Acredito que a solução é descobrir como criar uma IA superinteligente que mesmo se, ou quando, ela escapar, ainda seja segura, porque no fundo está do nosso lado, pois compartilha nossos valores. Não vejo como evitar este problema difícil.

Estou razoavelmente otimista que este problema pode ser resolvido. Não teríamos que fazer uma lista grande de todas as coisas relevantes ou pior ainda, escrevê-las em alguma linguagem de computador como C++ ou Python, que seria uma tarefa muito irritante. Em vez disso, criaríamos uma IA que usa sua inteligência para aprender o que valorizamos. E seu sistema de motivação seria construído de modo que ela fosse incentivada a obedecer aos nossos valores ou realizar ações que ela previsse que teriam nossa aprovação. Assim, aumentaríamos sua inteligência o mais que pudéssemos para resolver o problema de passar-lhe os nossos valores.

Isso pode acontecer e o resultado pode ser muito bom para a humanidade. Mas não acontece automaticamente. As condições inicias para a explosão da inteligência podem precisar sofrer um ajuste no modo correto se quisermos uma detonação controlada. Os valores da IA devem coincidir com os nossos, não apenas no contexto conhecido, no qual podemos facilmente verificar como a IA se comporta, mas também em todos os novos contextos que a IA pode encontrar no futuro indefinido.

E há também questões esotéricas que precisariam ser resolvidas: detalhes exatos de sua teoria de decisão, como lidar com a incerteza lógica e assim por diante. Então, os problemas técnicos que devem ser resolvidos para que isso funcione parecem muito difíceis, não tão difíceis quanto construir uma IA superinteligente, mas razoavelmente difíceis. Eis a preocupação: construir IA superinteligente é um desafio muito grande. Construir IA superinteligente segura envolve desafio adicional. O risco é de alguém descobrir como vencer o primeiro desafio sem que também tenha vencido o desafio adicional de garantir uma segurança perfeita.

Eu acredito que deveríamos procurar uma solução antecipada para o problema do controle, para que esteja à mão quando precisarmos dela. Pode ser que não consigamos resolver o problema do controle antecipado talvez porque alguns elementos só possam ser colocados quando conhecermos os detalhes da arquitetura onde será implementado. Quanto mais antecipadamente resolvermos o problema do controle, maiores serão as chances de que a transição para a era da máquina inteligente será bem-sucedida.

Para mim, parece algo que vale a pena ser feito e posso imaginar que se as coisas correrem bem, e as pessoas daqui a 1 milhão de anos se lembrarem deste século, pode ser que elas digam que a única coisa que fizemos e que realmente valeu a pena foi fazer isso do jeito correto.

Obrigado.

(Aplausos)


Fonte:
[Visto no Brasil Acadêmico]

Comentários

BLOGGER

$hide=/p/valores.html

[/fa fa-cloud/ Nuvem de categorias]$hide=mobile

Nome

A divulgar Abelha Acessibilidade acessório Acidente Acidentes Acústica Adágios Adestramento Administração adulto Aerodinâmica Aeronáutica África Agência Brasil Agência Fiocruz Agência Porvir Agência Senado Agência USP Agricultura Agropecuária AIDS Alcoolismo Alemanha Alerta Algoritmo Alimento Alzheimer Amazon Amazônia América Latina Análise Combinatória Anatomia Android Animação Animais de Estimação Animal Antropologia Apicultura App Apple Apresentação aquário Argentina Arqueologia arquitetura Arte Astrobiologia Astrofísica Astronomia Ativismo Áudio Audio FX Áustria Autismo Auto-ajuda Automobilismo Automóvel aventura Aviação Aviônica Bahia Balonismo Banco de Dados Beber e Dirigir biblioteconomia Bicicleta Biografia Biologia Biologia Marinha bioquímica Biotecnologia Bitcoin Blog Blogger Boato Bomba borderô de desconto Botânica BRASA Leads Brasil Brasília BRIC Browser Bugs CAD Calor Câmera lenta Campanha cardiologia Carnaval carreira Cartografia Casemods Caso Isabella Nardoni Caso Snowden Ceará Celebridades celular Células-Tronco Cérebro Charge China Cibercultura Ciclovia Cidadania Ciência Cinema Clip Cliparts Cloud computing Coaching Comédia competência Complemento de dois Comportamento Computação Computação em grade Computação forense Computação Gráfica Computação Móvel Comunicação e Marketing Concurso Concurso Cultural de Natal Concursos Público Concursos Públicos Conectômica Conferência Congresso em Foco Conspiração Consumidor Consumismo contabilidade Contos Copa do Mundo Cordel Coreia do Norte Coreia do Sul Corpo Coruja cosmética Cosmologia Crash Course Criança Criatividade Crime Crime Digital crise crise econômica crônica crônicas Cronologia CSS Cuba Culinária Cultura Curiosidades custos fixo custos variáveis Dança DAO Darwin Davos Debate Decoração demência Demografia Denúncia Dermatologia Desastre Natural Descoberta desconto duplicatas Desenho instrucional Desenvolvimento de jogos Design Design Instrucional Destaque Dia das Mães Dia do professor diabetes Dicas Didática Dieta diplomacia Direito Direito Eleitoral Direito Internacional Direito Tributário Direitos Humanos Disney Distrito Federal Documentário Doutorado download Drogas Drone Dubai e-Book e-governo EBC Ecologia Economia Editoração Eletrônica Educação Educação a Distância Educação Corporativa educação física Educação sexual Efeitos Sonoros Egiptologia Eleições Eleições 2014 Eleições 2018 Eletricidade eletrônica Embrapa empreendedorismo enciclopédia endocrinologia Enem Energia Energia Alternativa Energia Nuclear Engenharia Engenharia Agrícola Engenharia Civil Engenharia de materiais Engenharia de Software Engenharia Genética Engenharia Mecânica Enretenimento Ensino a Distância Ensino Superior Entomologia Entretenimento Entrevista Entrevista. Epidemiologia Epistemologia Equador Escândalo Escritório Espaço Espanha Espanhol Espeleologia Espetáculo Espionagem Esporte Estação Estágio Estatísticas estrutura de dados Ética EUA Europa Evento Evolução Exercícios físicos Exobiologia experiência fábulas Facebook Farmacologia Favo Feminismo Férias Ferramentas FIFA Filantropia Filmes Filosofia Finlândia Firefox Física Física Quântica Fisiologia Fisioterapia Flagrante Flamengo Folclore Fome Fonética Fonoaudiologia Fotografia Fotos em 360 graus França Francês frases Fraude Freeware Futebol Futurologia gadget Gafe Gastroenterologia Gastronomia Geek Genética Geofísica Geografia Geologia Geometria geopolítica Gerenciamento do Tempo Geriatria Gestão de Competências Gestão de Configuração Gestão de Pessoas Gestão de Projetos Gestão do conhecimento Ginecologia Glass Google Governo GPS Gradiente gramática Gravidez Grécia Grécia Antiga Guerra Guerra Civil Guinness H2 Haiti hardware História HIV Hololens homenagem Horologia HPV HTML Humor Humor Negro IBGE IBM ICIJ Idioma IHC ilo ilusão ilusionismo Imagem 3D Imagens Imagine Cup Império Romano Imprensa Impressora 3D Imunologia Incêndio Inclusão digital Índia Índios Infectologia Infográfico Informática Inglaterra Inglês Inovação Inspiração Inteligência Artificial intercâmbio Interface Interfaces Hápticas Internacional Internacionalização da Amazônia Internet Internet das Coisas Inundação Invenção Inventos iPad IPEA iphone Irã Iraque Israel Japão Java Java. jogos Jogos educativos Jogos Olímpicos Jornalismo Justiça Kinect Le Monde Diplomatique Brasil Le Monde Diplomatique Brasil Letras Lexicografia Liderança Life Hacking Linguística Literatura Livro Lógica Logística Loterias Lua Maçonaria Malásia Malvinas Malware Mapa Mário Sérgio Conti Marte Mastologia Matemática Matemática Financeira maternidade Mecânica Mecânica dos Fluidos Mecatrônica Medicina Medicina Esportiva Medicina Veterinária Meio Ambiente Mel melanoma Memória memorização Mente Mercado de Trabalho mercosul Mestrado meteorologia Metodologia Científica México Microbiologia Microsoft Mídia Social Militar Mineralogia Mistério MIT Mitologia Mobilidade Mobilidade Urbana MonaVie Montanhismo Moodle Mossad Motivação Movimento Maker MSF Mudança Climática Mulher Multimídia museu Música MVC Nanotecnologia Nasa Natação Natal Natureza Negócios Netflix Neurociência Neurologia Nicolelis Nordeste Noruega notícias Novidades Novo Enem Números Nutrição Obama Obesidade Observatório da Imprensa Obstetrícia Oceanografia odontologia Offshore Leaks oftalmologia Olimpíadas oncologia ONU Opinião Óptica Oracle Oriente Médio Orkut Ornitologia ortografia Ortopedia Ótica Otorrinolaringologia Oxfam Pacifismo Paginadores paleontologia Paquistão Pará Paraguai parkinson Passeio virtual Patinação Pedagogia Pediatria Pensamentos performance Periférico Pesca Pesquisa Petição Petrobrás Petróleo Photoshop Pirataria planilha de custo Playstation 3 Plebiscito Pneumologia Podcast Poesia Poítica Politica Política Portugal português Pós-graduação prazo médio Pré-sal Prêmio Nobel primatologia Primeira Guerra Mundial privacidade produtividade professor Hamilton Alves Programa Gratuito Programação Projeção Mapeada Projeto Truco Promoção Propaganda Psicanálise Psicologia Psicologia Animal Psiquiatria Pública publicidade Publieditorial Quadrinhos Quads Qualidade Qualidade de Vida química realidade aumentada realidade diminuída Realidade Misturada Realidade Virtual Reconhecimento de imagem Reconhecimento de voz Recorde Redação redes Referência Referendo Reforma Política Reino Unido Relacionamento Relações Internacionais Religião Responsabilidade Social Retrospectiva Review Rio 2016 Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul robótica Roda Viva Roma roteiro RSA Rússia Samsung Sanitarismo Santa Catarina São Paulo Saúde Savant Segunda Guerra Mundial Segurança Segurança da Informação Seleção Natural Séries serviço Serviço Online Sexologia sexualidade Show SIGGRAPH Simulação Singularity University Síria Sismologia Sistema operacional Sistemas de Numeração Sites de Busca Sociedade Sociologia Software Software Livre Sol Sono Sony SOPA Star Wars Suécia Sugestão de presentes Sun supercomputadores Sustentabilidade Tabagismo Taiwan Talento precoce taxa de juros efetiva taxa de juros nominal Taxas Equivalentes Taxidermia Teatro Técnicas de Estudo Tecnologia Tecnologia da Informação TED TED-Ed TedMed TEDx TEDx Rio+20 TEDxAmazônia TEDxAsaSul Telefonia Televisão Temas Tempo Tendências Teologia teoria das supercordas Terremoto Terrorismo Testes Tipologia Tomada de Decisão tradução Trânsito transporte tributo Trigonometria Tubarão Tunísia Turismo Tutorial Twitter Uber UFC UFG ufologia UFRJ Unicamp UNIFESP universidade Universidade Corporativa Universidade de Cambridge Universidade de Michigan Urbanismo Urologia USP Utilidade Pública Utilitário Vale Vaticano Veículo Autônomo Ventriloquismo Verão vestibular Vestimenta Vida Digital Vida Moderna Vida Selvagem Videogame Vídeos Vídeos 360 Violência Vírus Visão Computacional Vôlei Vulcanologia Watergate Política WCIT 2016 WCIT 2017 Web 2.0 Web Application Web Semântica Web Seminar webdesign Webinar widget WikiLeaks Wikipedia Windows Xadrez YouTube Zika Zoologia
false
ltr
item
Brasil Acadêmico: O que acontece quando os computadores ficam mais inteligentes do que nós?
O que acontece quando os computadores ficam mais inteligentes do que nós?
http://2.bp.blogspot.com/-L4HyNOWmMZU/VV3pDU_F5GI/AAAAAAAAdKM/e255mN1ahjQ/s400/ia.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-L4HyNOWmMZU/VV3pDU_F5GI/AAAAAAAAdKM/e255mN1ahjQ/s72-c/ia.jpg
Brasil Acadêmico
http://blog.brasilacademico.com/2015/05/o-que-acontece-quando-os-computadores.html
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/2015/05/o-que-acontece-quando-os-computadores.html
true
3049085869098582068
UTF-8
Nenhuma artigo encontrado. VER TODOS Leia mais Responder Cancelar resposta Apagar Por Início PÁGINAS POSTS Ver Todos Indicado para você CATEGORIA ARQUIVO BUSCA TODOS ARTIGOS Nenhum artigo corresponde ao critério procurado Ir para Início Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez agora 1 minuto atrás $$1$$ minutes ago 1 hora atrás $$1$$ hours ago Ontem $$1$$ days ago $$1$$ weeks ago mais de 5 semanas atrás Seguidores Seguir Este conteúdo é PREMIUM Por favor, compartilhe para liberar Copiar todo o código Selecionar todo o código Todos os códigos foram copiados para o clipboard Can not copy the codes / texts, please press [CTRL]+[C] (or CMD+C with Mac) to copy