$hide=/p/valores.html

Como pousar em um cometa

Indicar:

Como administrador da missão Rosetta, Fred Jansen foi o responsável, em 2014, pelo pouso bem sucedido de uma sonda no cometa conhecido como ...

Como administrador da missão Rosetta, Fred Jansen foi o responsável, em 2014, pelo pouso bem sucedido de uma sonda no cometa conhecido como 67P/Churyumov-Gerasimenko. Nessa conversa divertida e fascinante, Jansen revela alguns dos intricados cálculos que levaram a sonda Philae, durante mais de uma década de viagem, até um cometa a 500 milhões de Km da Terra - e compartilha algumas fotografias incríveis tiradas pelo caminho (filmado em março de 2015).

Eu gostaria de levá-los à busca épica da nave Rosetta de acompanhar e pousar uma sonda num cometa Essa tem sido minha paixão pelos últimos dois anos. A fim de fazer isso, preciso explicar a vocês algo sobre a origem do sistema solar.



Há 4,5 bilhões de anos havia uma nuvem de gases e poeira. No centro dessa nuvem nosso sol se formou e inflamou. Ademais, o que agora conhecemos como planetas, cometas e asteróides se formou E então, o que aconteceu, de acordo com a teoria, é que quando a Terra resfriou, logo após sua formação, os cometas atingiram a Terra frequentemente e trouxeram água. Eles provavelmente também trouxeram matéria orgânica complexa e podem ter dado o pontapé inicial para o surgimento da vida. Você pode comparar isso à resolução de um quebra-cabeças de 250 peças e não à de um de 2 mil peças.

Posteriormente, os planetas grandes como Júpiter e Saturno, que não estavam nos mesmos lugares de hoje, interagiram gravitacionalmente e varreram o interior do sistema solar e o que conhecemos como cometas originou algo chamado cinturão de Kuiper, que é um cinturão de objetos além da órbita de Netuno. Algumas vezes esses objetos vão de encontro uns com os outros e se desviam gravitacionalmente e a gravidade de Júpiter os puxa de volta para o sistema solar. Eles então se tornam os cometas que vemos no céu.

O importante a ser notado aqui é que, nesse período, os 4,5 bilhões de anos, esses cometas têm estado fora do sistema solar e não mudaram, são versões congeladas do nosso sistema solar.



No céu, eles têm esta aparência. Nós os conhecemos pelas suas caudas. Na verdade há duas caudas. Uma cauda de poeira, desintegrada pelo vento solar. A outra é uma cauda iônica de partículas carregadas e elas seguem o campo magnético do sistema solar. Lá está a cabeleira e então há o núcleo, que aqui é muito pequeno para se ver. Você tem de se lembrar que no caso da Rosetta, a espaçonave está naquele pixel central. Estamos somente de 20 a 40 Km distantes do cometa.

Então, o que é importante lembrar? Os cometas contêm o material original do qual nosso sistema solar foi formado. Então eles são ideais para estudar os componentes que estavam presentes quando a Terra e a vida surgiram. Também se suspeita que os cometas trouxeram os elementos que podem ter gerado a vida. Em 1983, a ESA definiu o programa de longo prazo Horizon 2000, que estabeleceu um marco: uma missão a um cometa. Em paralelo, em uma missão pequena a um cometa, foi lançada a Giotto, vista aqui. Em 1986, voou até o cometa Halley com uma armada de outras espaçonaves. Dos resultados dessa missão, tornou-se imediatamente claro que os cometas eram corpos ideais para estudar e entender o sistema solar. Assim, a missão Rosetta foi aprovada em 1993. Originalmente deveria ter sido lançada em 2003, mas surgiu um problema com um foguete Ariane.  Entretanto, nosso departamento de relações públicas, em seu entusiasmo, já havia fabricado mil pratos azuis de louça com o nome do cometa errado. Desde então eu nunca tive de comprar nenhum da China. É a parte positiva. (Risos).

Quando o problema foi resolvido, deixamos a Terra em 2004 em direção ao novo cometa selecionado, o Churyomov-Gerasimenko. Esse cometa tinha de ser especialmente selecionado porque A: você tem de ser capaz de chegar até ele, e B: ele não deve estar no sistema solar há muito tempo. Esse cometa em particular está no sistema solar desde 1959. Esta é a primeira vez que foi desviado por Júpiter e chegou perto o bastante do sol para começar a mudar. Então, é um cometa bem novo.

A Rosetta conseguiu algumas coisas pela primeira vez na história: é o primeiro satélite a orbitar um cometa e acompanhá-lo através de todo o seu percurso no sistema solar, até a sua maior aproximação do sol, como veremos em agosto e então voltando ao exterior. É o primeiro pouso em um cometa. Orbitamos o cometa usando algo que normalmente não é feito por uma nave. Normalmente, você olha para o céu e sabe para onde aponta e onde está. Neste caso, isto não é suficiente. Navegamos olhando pontos de referência no cometa. Reconhecemos características: elevações, crateras, e assim sabemos onde estamos em relação ao cometa.

E, é claro, é o primeiro satélite a ir além da órbita de Júpiter com baterias solares. Isto parece mais heroico do que realmente é, porque a tecnologia para usar geradores termoelétricos de radioisótopos era indisponível na Europa naquele tempo; então, não havia escolha. Mas esses painéis solares são grandes. Esta é uma asa e essas não são pessoinhas especialmente selecionadas, Elas são como você e eu. (Risos). Nós temos duas dessas asas: 65 metros quadrados. Posteriormente, claro, quando chegamos ao cometa, você descobre que 65 metros quadrados de asas próximos de um corpo liberando gases não é sempre uma escolha muito prática.


Agora, como chegamos ao cometa? Porque nós tínhamos de ir até lá pelos objetivos científicos da Rosetta muito longe, quatro vezes a distância da Terra ao Sol, numa velocidade muito maio do quer poderíamos alcançar com combustível, pois teríamos de ter seis vezes mais combustível do que o peso da nave. Então, o que se faz? Usam-se impulsos gravitacionais, nos quais se passa por um planeta em altitude muito baixa, alguns milhares de quilômetros, e então atinge-se a velocidade do planeta ao redor do Sol, de graça. Fizemos isso algumas vezes.


Passamos pela Terra, Marte e a Terra mais duas vezes, e também passamos por dois asteroides: Lutetia e Steins. Então, em 2011, fomos tão longe do Sol que se a espaçonave tivesse um problema, não poderíamos mais salvá-la. Então entramos em hibernação. Tudo foi desligado, exceto um relógio. Aqui você vê em branco a trajetória e como ela funciona. Você vê isso do círculo onde começamos, a linha branca, que vai ficando cada vez mais elíptica e então finalmente nos aproximamos do cometa em maio de 2014 e tivemos de começar a fazer as manobras de encontro.

Clique para tocar. Retrocede Avança Espaço Pausa/Continua Volume F Tela cheia

Assista a impressionante trajetória dos 12 anos da jornada da Rosetta

No caminho, passamos pela Terra e tiramos fotos para testar as câmeras. Esta é a Lua nascendo na Terra, e isto é o que chamamos de selfie; naquele tempo, a propósito, esta palavra não existia. (Risos). A foto é em Marte, tirada pela câmera CIVA. Esta é uma das câmeras na sonda, mirando por baixo dos painéis solares. você vê o planeta Marte e o painel solar à distância.

Agora, quando saímos da hibernação em janeiro de 2014, começamos a chegar a uma distância de 2 milhões de quilômetros do cometa em maio. Entretanto, a velocidade da espaçonave estava muito alta. Estávamos a 2,8 mil km/h mais rápidos que o cometa, então tivemos de frear.


Tivemos de fazer oito manobras, e você vê aqui, as velocidades eram realmente grandes. Tivemos de reduzir a primeira em algumas centenas de km/h e, na verdade, isso durou sete horas e utilizou 218 kg de combustível. Aquelas foram sete horas de angústia porque, em 2007, houve um vazamento no sistema de propulsão da Rosetta e tivemos de fechar um ramal. O sistema estava operando em uma pressão para a qual ele não foi projetado ou qualificado.


Então chegamos próximos do cometa e essas foram as primeiras fotos vistas. O período de rotação real é 12 h 30 min, as imagens estão aceleradas, mas você vai entender o que os nossos engenheiros de dinâmica de voo pensaram: que aterrissar não seria fácil. (Risos) Esperávamos algum solo irregular onde você pudesse pousar com facilidade. Mas nós tínhamos uma esperança: talvez ele fosse macio. Mas não. Isso também não deu certo. (Risos).


Então naquele momento, era claramente inevitável: tínhamos de mapear este corpo com o máximo de detalhes possível, porque tivemos de encontrar uma área plana e de 500 m de diâmetro. Por que 500 m? Essa é a margem de erro que temos para aterrissar a sonda. Então passamos por esse processo e mapeamos o cometa. Nós usamos uma técnica chamada fotoclinometria. Você usa as sombras que o sol forma. O que você vê aqui é uma rocha na superfície do cometa, e o sol brilha acima. De acordo com a sombra, nós, com nossos cérebros, podemos imediatamente determinar aproximadamente qual é forma da rocha. Você pode programar isso em um computador, cobrir o cometa inteiro e mapeá-lo. Para isso, voamos em trajetórias especiais começando em agosto. Primeiro um triângulo de 100 km de um lado a 100 km de distância, e repetimos a coisa toda a 50 km. Vimos o cometa de todos os ângulos, e pudemos usar esta técnica para mapear tudo.


Isto levou a uma seleção de sítios de aterrissagem. Este processo que fizemos, do mapeamento do cometa até encontrar o sítio de pouso, durou 60 dias. Nós não tínhamos mais tempo. Para lhe dar uma ideia, uma missão comum à Marte requer centenas de cientistas e anos para encontrar onde se deve ir. Nós tínhamos 60 dias e só.


Finalmente escolhemos o sítio de pouso final e os comandos foram preparados para a Rosetta lançar a Philae. Para isso funcionar a Rosetta tem de estar no local certo no espaço e mirando em direção ao cometa, porque a sonda é passiva. A sonda é então é empurrada e se move em direção ao cometa. A Rosetta teve de girar e direcionar suas câmeras para a Philae enquanto ela partia e ser capaz de se comunicar com ela.

A duração de toda a trajetória do pouso foi de sete horas. Agora faça um cálculo simples: se a velocidade da Rosetta estiver 1 cm/s a menos, e sete horas têm 25 mil segundos, isso significaria um erro de 252 m em relação ao cometa. Então tínhamos de saber a velocidade da Rosetta com precisão bem melhor do que 1 cm/s, e a sua localização no espaço melhor que 100 m, à distância de 500 milhões de km da Terra. Não é uma tarefa fácil.


Deixe-me guiá-lo rapidamente pela ciência e pelos instrumentos. Eu não vou dar todos os detalhes de todos os instrumentos, mas havia de tudo. Podemos aspirar gás, medir partículas de poeira, a forma delas, a composição; há magnetômetros e tudo o mais. Este é um dos resultados de um instrumento que mede a densidade do gás na posição da Rosetta; é gás que veio do cometa. O gráfico de baixo é de setembro do ano passado. Há uma variação no longo prazo, que não é surpreendente, você vê os picos acentuados. Marcam um dia do cometa. Você pode ver o efeito do sol na evaporação do gás e o fato de que o cometa está girando. Então, aparentemente, há um ponto, de onde há muita coisa saindo, Ele é aquecido pelo Sol e então resfria do lado oposto. E podemos ver a variação de sua densidade.

Estes são os gases e compostos orgânicos que nós já medimos. Veja que é uma lista impressionante e ainda muitas coisas serão incluídas nela, porque há mais medidas. Na verdade, há uma conferência acontecendo em Houston agora onde muitos desses resultados estão sendo apresentados.


Além disso, medimos as partículas de poeira. Pode não parecer muito impressionante, mas os cientistas ficaram empolgados quando viram isso. Duas partículas de poeira: a da direita foi chamada de Bóris e dispararam tântalo nela a fim de poderem analisá-la. Encontramos sódio e magnésio. Isso nos indica a concentração desses dois materiais no tempo em que o sistema solar foi formado. Então aprendemos coisas sobre quais materiais existiam quando o planeta foi formado.


É claro, um dos elementos importantes são as imagens. Esta é uma das câmeras da Rosetta, a OSIRIS, e esta foi, na verdade, a capa da revista Science de 23 de janeiro desse ano. Ninguém esperava que este corpo tivesse esta aparência. Elevações, rochas... ele parece mais com o Meio Domo em Yosemite do que com qualquer outra coisa.



Também vimos coisas assim: dunas e o que parecem ser, à direita, detritos arrastados pelo vento. Nós as conhecemos de Marte, mas este cometa não tem uma atmosfera, então é um pouco difícil criar uma sombra de vento. Pode ser uma liberação de gases no local, coisas que sobem e voltam. Não sabemos, então há muito a se investigar. Aqui você vê a mesma imagem duas vezes.


Do lado esquerdo você vê um buraco no meio. Do lado direito, se olhar com cuidado, há três jatos saindo do fundo do buraco. Esta é a atividade do cometa. Aparentemente, as regiões ativas estão nos fundos dos buracos, e é de onde o material evapora para o espaço. Há uma fenda muito intrigante no pescoço do cometa.


Você a vê no lado direito. Tem 1 km de comprimento e 2,5 m de largura. Algumas pessoas sugerem que, na verdade, quando nos aproximarmos do Sol, o cometa pode se dividir em dois, e então teremos de escolher para qual cometa iremos.



A sonda... muitos instrumentos, a maioria similar, exceto as coisas que batem e furam o chão e etc. Mas muitos como os da Rosetta porque você quer comparar o que se encontra no espaço com o que se encontra no cometa. São as chamadas medidas de levantamento do solo.



Essas são as imagens da descida da sonda que foram tiradas com a câmera OSIRIS. Você vê a sonda se afastando cada vez mais da Rosetta. No canto superior direito você vê uma foto tirada a 60 m pela sonda, 60 m acima da superfície do cometa. A elevação tem uns 10 m. Esta é uma das últimas fotos que tiramos antes de pousar no cometa. Aqui você vê a sequência completa de novo, mas de uma perspectiva diferente.



Você vê três fotos ampliadas do canto esquerdo até o meio quando a sonda viajava pela superfície do cometa. Então, no topo, há uma imagem de antes e depois do pouso. O único problema com a imagem de depois é que não há sonda. Mas se você olhar com cuidado para o lado direito da imagem, verá a sonda ainda lá, mas ela saltou. Ela partiu de novo.

Uma nota um pouco cômica agora a Rosetta foi originalmente projetada para ter uma sonda capaz de saltar. Mas isso foi descartado porque era muito caro. Nós esquecemos, mas a sonda sabia. (Risos).



Durante o primeiro salto, nos magnetômetros, você vê os dados deles, nos três eixos, X, Y e Z. Na metade você vê uma linha vermelha. Na linha vermelha, há uma mudança. O que aconteceu, aparentemente, é que durante o primeiro salto em algum lugar, atingimos a borda de uma cratera com uma das pernas da sonda e a velocidade de rotação da sonda mudou. Então tivemos sorte de estarmos onde estamos.



Esta é uma das imagens icônicas da Rosetta. É um objeto feito pelo homem, uma perna da sonda, em um cometa. Esta é, para mim, uma das melhores imagens da ciência espacial que eu já vi.

(Aplausos).



Uma das coisas que ainda temos de fazer é encontrar a sonda. A área azul aqui é onde sabemos que ela deve estar. Ainda não fomos capazes de encontrá-la, mas a busca continua, assim como os nossos esforços para fazer a sonda funcionar de novo. Escutamos todos os dias, e esperamos que de agora até abril, a sonda irá despertar de novo.



As descobertas do que achamos no cometa: ele flutuaria na água. Tem a metade da densidade da água. Parece uma pedra enorme, mas não é . O aumento de atividade que vimos em junho, julho e agosto do último ano foi um aumento de quatro vezes. Quando estivermos perto no Sol, haverá 100 kg/s deixando esse cometa: gás, poeira, tanto faz. São 100 milhões de quilos por dia.


Então, finalmente, o dia do pouso. Nunca vou esquecer, uma loucura total: 250 equipes de TV na Alemanha. A BBC estava me entrevistando, e outra equipe de TV que estava me seguindo o dia todo estava me filmando, me entrevistando, e foi daquele jeito o dia todo. A equipe do Discovery Channel me pegou quando eu estava saindo da sala de controle, e fizeram a pergunta certa, e rapaz... eu chorei, ainda sinto isso. Por um mês e meio, eu não podia pensar naquele pouso sem chorar e ainda sinto essa emoção.



Vou deixá-los com essa imagem do cometa.

Obrigado.

(Aplausos)

Fonte: Fred Jansen: How to land on a comet
[Visto no Brasil Acadêmico]

Comentários

BLOGGER

$hide=/p/valores.html

[/fa fa-cloud/ Nuvem de categorias]$hide=mobile

Nome

#existepesquisanobrasil A divulgar Abelha Acessibilidade acessório Acidente Acidentes Acústica Adágios Adestramento Administração adulto Aerodinâmica Aeronáutica África Agência Brasil Agência Fiocruz Agência Porvir Agência Senado Agência USP Agricultura Agropecuária AIDS Alcoolismo Alemanha Alerta Algoritmo Alimento Alzheimer Amazon Amazônia América Latina Análise Combinatória Anatomia Android Animação Animais de Estimação Animal Antropologia Apicultura App Apple Apresentação aquário Argentina Arqueologia arquitetura Arte Astrobiologia Astrofísica Astronomia Ativismo Áudio Audio FX Áustria Autismo Auto-ajuda Automobilismo Automóvel aventura Aviação Aviônica Bahia Balonismo Banco de Dados Beber e Dirigir biblioteconomia Bicicleta Biografia Biologia Biologia Marinha bioquímica Biotecnologia Bitcoin Blog Blogger Boato Bomba borderô de desconto Botânica BRASA BRASA Leads Brasil Brasília BRIC Browser Bugs CAD Calor Câmera lenta Campanha cardiologia Carnaval carreira Cartografia Casemods Caso Isabella Nardoni Caso Snowden Ceará Celebridades celular Células-Tronco Cérebro Charge China Cibercultura Ciclovia Cidadania Ciência Cinema Clip Cliparts Cloud computing Coaching Comédia competência Complemento de dois Comportamento Computação Computação em grade Computação forense Computação Gráfica Computação Móvel Comunicação e Marketing Concurso Concurso Cultural de Natal Concursos Público Concursos Públicos Conectômica Conferência Congresso em Foco Conspiração Consumidor Consumismo contabilidade Contos Copa do Mundo Cordel Coreia do Norte Coreia do Sul Corpo Coruja cosmética Cosmologia Crash Course Criança Criatividade Crime Crime Digital crise crise econômica crônica crônicas Cronologia CSS Cuba Culinária Cultura Curiosidades custos fixo custos variáveis Dança DAO Darwin Davos Debate Decoração demência Demografia Denúncia Dermatologia Desastre Natural Descoberta desconto duplicatas Desenho instrucional Desenvolvimento de jogos Design Design Instrucional Destaque Dia das Mães Dia do professor diabetes Dicas Didática Dieta diplomacia Direito Direito Eleitoral Direito Internacional Direito Tributário Direitos Humanos Disney Distrito Federal Documentário Doutorado download Drogas Drone Dubai e-Book e-governo EBC Ecologia Economia Editoração Eletrônica Educação Educação a Distância Educação Corporativa educação física Educação sexual Efeitos Sonoros Egiptologia Eleições Eleições 2014 Eleições 2018 Eletricidade eletrônica Embrapa empreendedorismo enciclopédia endocrinologia Enem Energia Energia Alternativa Energia Nuclear Engenharia Engenharia Agrícola Engenharia Civil Engenharia de materiais Engenharia de Software Engenharia Genética Engenharia Mecânica Enretenimento Ensino a Distância Ensino Superior Entomologia Entretenimento Entrevista Entrevista. Epidemiologia Epistemologia Equador Escândalo Escritório Espaço Espanha Espanhol Espeleologia Espetáculo Espionagem Esporte Estação Estágio Estatísticas estrutura de dados Ética EUA Europa Evento Evolução Exercícios físicos Exobiologia experiência fábulas Facebook Farmacologia Favo Feminismo Férias Ferramentas FIFA Filantropia Filmes Filosofia Finlândia Firefox Física Física Quântica Fisiologia Fisioterapia Flagrante Flamengo Folclore Fome Fonética Fonoaudiologia Fotografia Fotos em 360 graus França Francês frases Fraude Freeware Futebol Futurologia gadget Gafe Gastroenterologia Gastronomia Geek Genética Geofísica Geografia Geologia Geometria geopolítica Gerenciamento do Tempo Geriatria Gestão de Competências Gestão de Configuração Gestão de Pessoas Gestão de Projetos Gestão do conhecimento Ginecologia Glass Google Governo GPS Gradiente gramática Gravidez Grécia Grécia Antiga Guerra Guerra Civil Guinness H2 Haiti hardware História HIV Hololens homenagem Horologia HPV HTML Humor Humor Negro IBGE IBM ICIJ Idioma IHC ilo ilusão ilusionismo Imagem 3D Imagens Imagine Cup Império Romano Imprensa Impressora 3D Imunologia Incêndio Inclusão digital Índia Índios Infectologia Infográfico Informática Inglaterra Inglês Inovação Inspiração Inteligência Artificial intercâmbio Interface Interfaces Hápticas Internacional Internacionalização da Amazônia Internet Internet das Coisas Inundação Invenção Inventos iPad IPEA iphone Irã Iraque Israel Japão Java Java. jogos Jogos educativos Jogos Olímpicos Jornalismo Justiça Kinect Le Monde Diplomatique Brasil Le Monde Diplomatique Brasil Letras Lexicografia Liderança Life Hacking Linguística Literatura Livro Lógica Logística Loterias Lua Maçonaria Malásia Malvinas Malware Mapa Mário Sérgio Conti Marte Mastologia Matemática Matemática Financeira maternidade Mecânica Mecânica dos Fluidos Mecatrônica Medicina Medicina Esportiva Medicina Veterinária Meio Ambiente Mel melanoma Memória memorização Mente Mercado de Trabalho mercosul Mestrado meteorologia Metodologia Científica México Microbiologia Microsoft Mídia Social Militar Mineralogia Mistério MIT Mitologia Mobilidade Mobilidade Urbana MonaVie Montanhismo Moodle Mossad Motivação Movimento Maker MSF Mudança Climática Mulher Multimídia museu Música MVC Nanotecnologia Nasa Natação Natal Natureza Negócios Netflix Neurociência Neurologia Nicolelis Nordeste Noruega notícias Novidades Novo Enem Números Nutrição Obama Obesidade Observatório da Imprensa Obstetrícia Oceanografia odontologia Offshore Leaks oftalmologia Olimpíadas oncologia ONU Opinião Óptica Oracle Oriente Médio Orkut Ornitologia ortografia Ortopedia Ótica Otorrinolaringologia Oxfam Pacifismo Paginadores paleontologia Paquistão Pará Paraguai parkinson Passeio virtual Patinação Pedagogia Pediatria Pensamentos performance Periférico Pesca Pesquisa Petição Petrobrás Petróleo Photoshop Pirataria planilha de custo Playstation 3 Plebiscito Pneumologia Podcast Poesia Poítica Politica Política Portugal português Pós-graduação prazo médio Pré-sal Prêmio Nobel primatologia Primeira Guerra Mundial privacidade produtividade professor Hamilton Alves Programa Gratuito Programação Projeção Mapeada Projeto Truco Promoção Propaganda Psicanálise Psicologia Psicologia Animal Psiquiatria Pública publicidade Publieditorial Quadrinhos Quads Qualidade Qualidade de Vida química realidade aumentada realidade diminuída Realidade Misturada Realidade Virtual Reconhecimento de imagem Reconhecimento de voz Recorde Redação redes Referência Referendo Reforma Política Reino Unido Relacionamento Relações Internacionais Religião Responsabilidade Social Retrospectiva Review Rio 2016 Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul robótica Roda Viva Roma roteiro RSA Rússia Samsung Sanitarismo Santa Catarina São Paulo Saúde Savant Segunda Guerra Mundial Segurança Segurança da Informação Seleção Natural Séries serviço Serviço Online Sexologia sexualidade Show SIGGRAPH Simulação Singularity University Síria Sismologia Sistema operacional Sistemas de Numeração Sites de Busca Sociedade Sociologia Software Software Livre Sol Sono Sony SOPA Star Wars Suécia Sugestão de presentes Sun supercomputadores Sustentabilidade Tabagismo Taiwan Talento precoce taxa de juros efetiva taxa de juros nominal Taxas Equivalentes Taxidermia Teatro Técnicas de Estudo Tecnologia Tecnologia da Informação TED TED-Ed TedMed TEDx TEDx Rio+20 TEDxAmazônia TEDxAsaSul Telefonia Televisão Temas Tempo Tendências Teologia teoria das supercordas Terremoto Terrorismo Testes Tipologia Tomada de Decisão tradução Trânsito transporte tributo Trigonometria Tubarão Tunísia Turismo Tutorial Twitter Uber UFC UFG ufologia UFRJ Unicamp UNIFESP universidade Universidade Corporativa Universidade de Cambridge Universidade de Michigan Urbanismo Urologia USP Utilidade Pública Utilitário Vale Vaticano Veículo Autônomo Ventriloquismo Verão vestibular Vestimenta Vida Digital Vida Moderna Vida Selvagem Videogame Vídeos Vídeos 360 Violência Vírus Visão Computacional Vôlei Vulcanologia Watergate Política WCIT 2016 WCIT 2017 Web 2.0 Web Application Web Semântica Web Seminar webdesign Webinar widget WikiLeaks Wikipedia Windows Xadrez YouTube Zika Zoologia
false
ltr
item
Brasil Acadêmico: Como pousar em um cometa
Como pousar em um cometa
http://1.bp.blogspot.com/-BYyRCKzCf7E/VVew9Upp3rI/AAAAAAAAdFg/58hznWyPEFA/s400/com00.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-BYyRCKzCf7E/VVew9Upp3rI/AAAAAAAAdFg/58hznWyPEFA/s72-c/com00.jpg
Brasil Acadêmico
http://blog.brasilacademico.com/2015/05/como-pousar-em-um-cometa.html
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/2015/05/como-pousar-em-um-cometa.html
true
3049085869098582068
UTF-8
Nenhuma artigo encontrado. VER TODOS Leia mais Responder Cancelar resposta Apagar Por Início PÁGINAS POSTS Ver Todos Indicado para você CATEGORIA ARQUIVO BUSCA TODOS ARTIGOS Nenhum artigo corresponde ao critério procurado Ir para Início Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez agora 1 minuto atrás $$1$$ minutes ago 1 hora atrás $$1$$ hours ago Ontem $$1$$ days ago $$1$$ weeks ago mais de 5 semanas atrás Seguidores Seguir Este conteúdo é PREMIUM Por favor, compartilhe para liberar Copiar todo o código Selecionar todo o código Todos os códigos foram copiados para o clipboard Can not copy the codes / texts, please press [CTRL]+[C] (or CMD+C with Mac) to copy