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Será este o nosso último século?

Falando como um astrônomo e "um preocupado membro da raça humana", Sir Martin Rees examina o nosso planeta e seu futuro de uma per...

Falando como um astrônomo e "um preocupado membro da raça humana", Sir Martin Rees examina o nosso planeta e seu futuro de uma perspectiva cósmica. Ele insiste em ações para prevenir consequências nefastas de nosso desenvolvimento científico e tecnológico.

Se escolhermos 10.000 pessoas ao acaso, 9.999 têm algo em comum: seus interesses estão focados sobre ou perto da superfície da Terra.



O que sobra é um astrônomo, e eu pertenço a essa raça estranha. (Risos) A minha palestra será dividida em duas. Primeiro, falarei como astrônomo, e depois como um membro preocupado da raça humana. Mas vamos começar lembrando que Darwin mostrou como somos o resultado de 4 bilhões de anos de evolução. E o que tentamos fazer na astronomia e cosmologia é recuar além do início simples de Darwin, para colocar a Terra em seu contexto cósmico.

Permitam-me mostrar alguns slides. Esse foi o impacto que ocorreu semana passada em um cometa. Se tivessem enviado uma bomba atômica, teria sido muito mais espetacular que o que realmente aconteceu nesta Segunda-feira. Então esse é mais um projeto para a NASA Isto é Marte, visto pela European Mars Express e, na virada do ano, essa visão artística tornou-se realidade quando um para-quedas pousou em Titã, a lua gigante de Saturno. Ele pousou na superfície. Essas são imagens tiradas em sua descida Aquilo parece uma praia, e de fato é, mas o oceano é de metano líquido -- à temperatura de -170 ºC Se formos além de nosso sistema solar, veremos que as estrelas não são pontinhos de luz piscante. Cada uma é como o Sol, com uma comitiva de planetas à sua volta, e podemos ver lugares onde se formam estrelas, como a Nebulosa da Águia. Vemos estrelas morrendo. Em 6 bilhões de anos, o Sol ficará assim. E algumas estrelas morrem espetacularmente em uma explosão de supernova, deixando resíduos como estes.

Em uma escala ainda maior, vemos galáxias inteiras de estrelas. Vemos ecossistemas completos onde gás é reciclado. E para o cosmologista, essas galáxias são como átomos, por assim dizer, em um universo imenso. Essa foto mostra um pedaço do céu tão pequeno que seriam necessários 100 pedaços como este para cobrir a lua cheia no céu. Em um telescópio normal, veríamos uma área vazia, mas vemos aqui centenas de manchas pequenas e apagadas. Cada uma é uma galáxia, assim como a nossa ou Andrômeda, que parecem tão pequenas e apagadas porque sua luz levou 10 bilhões de anos para chegar a nós. As estrelas nessas galáxias provavelmente não têm planetas em suas órbitas. Há poucas chances de vida lá -- porque não houve tempo para a fusão nuclear nas estrelas fabricar silício e carbono e ferro, os elementos básicos para planetas e para a vida. Acreditamos que tudo isso surgiu de um Big Bang -- um estado quente e denso. Então como um Big Bang amorfo transformou-se em nosso complexo cosmos?

Vou mostrar uma simulação em vídeo 10^16 vezes mais rápido que o tempo real que mostra um pedaço do universo onde as expansões tiveram início. Com o tempo avançando em bilhões de anos, você verá estruturas evoluírem, enquanto a gravidade alimenta pequenas variações de densidade, e estruturas se desenvolvem. E após 13 bilhões de anos, teremos algo que se parece muito com nosso universo. E nós comparamos universos simulados como este -- eu mostrarei uma simulação melhor ao final desta palestra -- com o que nós vemos de fato no céu. Bem, nós podemos retroceder até os estágios iniciais do Big Bang, mas ainda não sabemos o que explodiu, nem por quê.

Esse é um desafio para a ciência do século XXI Se meu grupo de pesquisa tivesse uma logotipo, seria este: um uróboro, onde se vê o micro-mundo à esquerda -- o mundo quântico -- e à direita a imensidão do universo com planetas, estrelas e galáxias. Entretanto, sabemos que esses universos são unidos -- há ligações entre esquerda e direita. O mundo quotidiano é determinado por átomos, e como eles se unem para formar moléculas. Estrelas são alimentadas pelas reações entre os núcleos desses átomos. E como aprendemos recentemente, galáxias mantêm-se unidas pela força gravitacional da assim chamada "matéria escura" partículas em enormes enxames, muito menores que os núcleos atômicos. Mas queremos compreender a síntese representada no topo. O mundo quântico é compreendido. Do lado direito, a gravidade governa. Einstein nos explicou isso. Mas a missão inacabada para a ciência do século XXI é unir o cosmos e o mundo quântico com uma teoria unificada -- simbolizada aqui, gastronomicamente, no topo da figura. (Risos) E até termos essa síntese, não seremos capazes de compreender o início de nosso universo porque quando nosso universo era do tamanho de um átomo, efeitos quânticos podiam perturbar tudo.

Assim, precisamos de uma teoria que unifique o muito grande e o muito pequeno, o que não temos ainda. Uma ideia, a propósito -- e eu assumo o risco de dizer que irei especular daqui em diante -- é que nosso Big Bang não foi o único. Uma ideia é que nosso universo tridimensional pode estar inserido em um espaço com mais dimensões, assim como você pode imaginar nessas folhas de papel. Você pode imaginar formigas sobre elas pensando que estão em um universo bidimensional, sem se dar conta que há outra população de formigas na outra folha. Então pode haver outro universo a apenas um milímetro do nosso, mas não o percebemos porque esse milímetro é medido em alguma quarta dimensão espacial, e nós estamos presos em nossas três. Assim acreditamos que a realidade física pode ser muito mais que o que nós normalmente chamamos de nosso universo -- o rescaldo de nosso Big Bang. E aqui está outra imagem. Abaixo, à direita, está representado o nosso universo, que no horizonte não está além disso, mas mesmo isso é apenas uma bolha, por assim dizer, em uma realidade mais ampla. Muitas pessoas suspeitam que, tal como passamos de acreditar em um sistema solar para zilhões de sistemas solares, de uma galáxia para muitas galáxias, temos que passar de um Big Bang para muitos Big Bangs. Talvez esses muitos Big Bangs mostrando uma imensa variedade de propriedades.

Bem, voltemos a essa imagem. Há um desafio simbolizado no topo, mas há outro desafio para a ciência simbolizado na parte inferior. Queremos não apenas sintetizar o muito grande e o muito pequeno, mas queremos compreender o muito complexo. E as coisas mais complexas somos nós mesmos. no meio do caminho, entre átomos e estrelas. Dependemos das estrelas para criar os átomos de que somos feitos. Dependemos da química para determinar nossa estrutura complexa. Claramente, temos que ser grandes, comparados aos átomos, para termos camadas sobre camadas de estruturas complexas. Também temos claramente que ser pequenos, comparados a estrelas e planetas -- caso contrário seríamos esmagados pela gravidade. E de fato, estamos no meio. Seriam necessários tantos humanos para fazer um sol quanto há átomos em nós. A média geométrica entre a massa de um próton e a massa do sol é 50 kg, em um fator de 2, a massa de cada pessoa aqui. Bem, da maioria de vocês, ao menos. A ciência da complexidade é provavelmente o maior desafio de todos, maior que a do muito pequeno, à esquerda e a do muito grande, à direita. E é esta ciência, que não apenas ilumina nossa compreensão do mundo biológico, mas também transforma nosso mundo mais rápido que nunca. E mais que isso, está provocando novas formas de mudanças.

E eu agora passo para a segunda parte de minha palestra, e o livro "Our Final Century" foi citado. Se eu não fosse um britânico modesto, mencionaria o livro eu mesmo. e diria ainda também que está disponível em brochura.

(Risos)

E que nos EUA foi chamado "Our Final Hour" ["Hora Final", no Brasil] porque os americanos gostam de retorno imediato.

(Risos)

Mas meu tema é que neste século, não apenas a ciência mudou o mundo mais rápido que nunca, mas em novas e diferentes formas. Medicamentos, modificações genéticas, inteligência artificial, talvez implantes em nossos cérebros, podem mudar os seres humanos, em si. E os seres humanos, corpo e características, não mudaram por centenas de anos. Isso pode mudar neste século. Isso é novo em nossa história. E o impacto humano no meio-ambiente -- efeito estufa, extinções em massa, e assim por diante -- não tem precedentes, também. E assim, esse século traz um desafio. Bio- e ciber- tecnologias são ambientalmente benignas pois oferecem propostas maravilhosas, enquanto, além disso, reduzem a pressão por energia e recursos. Mas terão um lado sombrio. Em nosso mundo interconectado, novas tecnologias podem permitir que apenas um fanático, ou um maníaco, com a mentalidade de quem atualmente cria virus de computador, possa causar algum tipo de desastre. De fato, uma catástrofe pode surgir de um simples acidente técnico -- erro, em vez de terror E mesmo uma pequena probabilidade de uma catástrofe é inaceitável quando o prejuízo pode ter consequências globais.

De fato, alguns anos atrás, Bill Joy escreveu um artigo expressando grande preocupação sobre robôs nos dominando, etc, eu não vou seguir nessa linha, mas é interessante que ele tinha uma solução simples que ele chamou de renúncias por partes. Ele queria desistir das partes perigosas da ciência e manter as partes boas. Isso é absurdamente ingênuo por duas razões. Primeiro, qualquer descoberta científica tem consequências benignas assim como malignas. E também, quando um cientista faz uma descoberta, normalmente não tem noção de quais aplicações poderão surgir. Assim isso significa que temos que aceitar os riscos se desejamos usufruir dos benefícios da ciência. Temos que aceitar que haverá riscos. E eu penso que teremos que retornar ao que aconteceu no pós-guerra, após a 2ª Guerra Mundial, quando cientistas nucleares envolvidos no desenvolvimento da bomba atômica estavam, muitos deles, preocupados em fazer todo o possível para alertar o mundo sobre seus perigos.

E eles se inspiraram não no jovem Einstein, que fez o grande trabalho com a Relatividade, mas no velho Einstein, o ícone dos posteres e camisetas, que falhou em seus esforços para unificar as leis da Física. Ele foi prematuro, mas foi a bússola moral -- inspiração para os cientistas preocupados com o controle de armas E talvez a maior pessoa viva é talvez alguém que tive o privilégio de conhecer: Joe Rothblatt. Também em seu escritório bagunçado, como podem ver Ele tem 96 anos, e fundou o movimento Pugwash. Ele persuadiu Einstein, em seu último ato, a assinar o famoso memorando de Bertrand Russell. E tornou-se um exemplo de cientista preocupado. E penso que para conduzir a ciência perfeitamente, para escolher quais portas abrir, e quais deixar fechadas, precisamos de personalidades como Joseph Rothblatt.

Não precisamos apenas de Físicos engajados, mas também de biólogos, especialistas em computação, assim como ambientalistas. E acho que acadêmicos e empresários independentes têm uma obrigação especial porque eles têm mais liberdade que os governantes, ou empregados sujeitos a pressões comerciais. Escrevi meu livro, "Hora Final", como um cientista, apenas um cientista qualquer. Mas há um aspecto, penso, no qual, sendo um cosmologista, ofereço uma perspectiva especial, que é oferecer consciência sobre o imenso futuro. A estupenda extensão do tempo do passado evolucionário é agora parte de nossa cultura comum -- fora do Cinturão Bíblico americano, pelo menos -- (Risos) mas a maioria das pessoas, mesmo os familiarizados com a evolução, não têm consciência de quanto tempo há pela frente.

O Sol tem brilhado por 4,5 bilhões de anos, mas ainda restam 6 bilhões antes que seu combustível acabe. Nesse diagrama, um tipo de diagrama atemporal, estamos no meio. E haverá 6 bilhões de anos antes que isso aconteça, e toda a vida restante na Terra seja vaporizada. Há uma tendência irracional de imaginar que os humanos estarão lá, testemunhando a morte do Sol, mas qualquer vida e inteligência que exista então será tão diferente de nós, como somos das bactérias. Os desdobramentos da inteligência e complexidade ainda têm um longo caminho, aqui na Terra, e provavelmente muito além. Assim, ainda estamos no início do surgimento da complexidade de nossa Terra, e além. Se representarmos a existência da Terra em um ano, de Janeiro, quando foi formada, a Dezembro, o século XXI seria ¼ de segundo em Junho -- uma pequena fração do ano. Mas mesmo nesta abrangente perspectiva cósmica nosso século é muito, muito especial. O primeiro em que humanos podem mudar a si mesmos e ao seu planeta.

Como mostrei antes, não serão os humanos as testemunhas do fim do Sol, serão criaturas tão diferentes de nós quanto somos das bactérias. Quando Einstein morreu, em 1955, um tributo marcante a sua importância global foi essa gravura por Herblock, no Washington Post. A placa diz "Albert Einstein viveu aqui". E gostaria de finalizar com uma vinheta, por assim dizer, inspirada nessa imagem. Estamos familiarizados por 40 anos com essa imagem a beleza frágil de terra, oceanos e nuvens, contrastada com a paisagem estéril da Lua na qual os astronautas deixaram suas pegadas. Mas suponha que alguns alienígenas estejam observando nosso pálido ponto azul no cosmos há muito tempo, não apenas por 40 anos, mas por todos os 4,5 bilhões de anos de história de nossa Terra. O que eles teriam visto? Por quase todo esse imenso tempo, a aparência da Terra teria mudado muito gradualmente. As únicas mudanças globais abruptas seriam impactos de grandes asteróides ou super erupções vulcânicas. Além desses breves traumas, nada acontece repentinamente.

As massas continentais movem-se à deriva, calotas polares aumentam e diminuem, sucessões de novas espécies surgem, evoluem e extinguem-se. Mas em um brevíssimo momento na história da Terra, na última milionésima parte, algumas centenas de anos, os padrões de vegetação se alteraram mais rápido que antes. Isso sinalizou o início da agricultura. A mudança acelerou à medida que a população humana cresceu. Então outras coisas aconteceram ainda mais rapidamente. Em apenas 50 anos -- isso é apenas um centésimo de milionésimo da idade da Terra -- a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera começou a aumentar, de modo ameaçadoramente rápido.

O planeta tornou-se um intenso emissor de ondas de rádio -- o total emitido por todas as TVs e telefones celulares e emissões de radar. E algo mais aconteceu: Objetos metálicos -- ainda que muito pequenos, poucas toneladas, se muito -- escaparam para a órbita da Terra, alguns viajaram por luas e planetas. Uma raça de extraterrestres avançados observando nosso sistema solar de longe poderia prever com certeza o fim da Terra em mais 6 bilhões de anos. Mas poderiam eles prever essas transformações profundas a menos da metade da existência da Terra? Essas transformações induzidas pelo homem ocupando ao todo menos que um milionésimo do tempo decorrido e aparentemente ocorrendo com uma velocidade fora de controle? Se eles continuarem sua vigília, o que esses alienígenas hipotéticos vão testemunhar nas próximas centenas de anos? alguma convulsão encerrará o futuro da Terra? Ou sua biosfera se estabilizará? Ou alguns desses objetos metálicos lançados da Terra gerarão novos oasis, uma existência pós-humana, em algum outro lugar?

A ciência praticada pelo jovem Einstein continuará assim como nossa civilização. Mas para a civilização sobreviver, necessitaremos da sabedoria do velho Einstein -- humano, global, visionário. O que acontecer nesse século único e crucial irá repercutir pelo futuro remoto, e talvez muito além da Terra, muito além da Terra, como mostrada aqui. Muito obrigado

(Aplausos)


[Via BBA]

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Brasil Acadêmico: Será este o nosso último século?
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