$hide=/p/valores.html

TED: Isabel Allende conta histórias de paixão.

Para quem não conhece, Isabel Allende Llona é uma escritora chilena considerada uma das principais revelações da literatura latino-americana...

Para quem não conhece, Isabel Allende Llona é uma escritora chilena considerada uma das principais revelações da literatura latino-americana nos anos 80. Sua obra é marcada pela ditadura no Chile, implantada com o golpe militar que em 1973 derrubou o presidente Salvador Allende (1908-1973), primo de seu pai.

Isabel Allende Llona



Escreveu o best-seller A Casa dos Espíritos em 1982 e ganhou reconhecimento de público e crítica. A obra foi filmada em 1993 por Bille August, com Jeremy Irons e Meryl Streep.

Em 1995 lançou o livro auto-biográfico Paula, que a autora escreveu para a sua filha que estava em coma devido a um ataque de porfiria. Isabel Allende resolveu contar a sua história para ajudar a filha a lembrar dos fatos, pois a autora não sabia se a sua memória voltaria após a saída do coma. Sua filha não voltou do coma e morreu algum tempo depois.

É frequentemente confundida com a filha do presidente Salvador Allende, deposto no golpe militar liderado pelo General Augusto Pinochet em 11 de setembro de 1973, a senadora que também se chama Isabel Allende. Uma das coisas que diferencia as duas é que a filha dizia que acreditava que o pai se suicidou, enquanto a escritora sempre acreditou em assassinato. A seguir, a transcrição da palestra dada no TED2010:


Clique em View subtitles para ver legendas em português

Muito obrigada. É realmente assustador estar aqui entre os mais inteligentes dos inteligentes. Estou aqui para contar algumas histórias de paixão. Há um antigo ditado judeu que eu amo.

O que é mais verdadeiro que a verdade? A resposta: a história


Sou uma contadora de histórias. Quero transmitir algo que é mais verdadeiro que a verdade sobre nossa humanidade. Todas as histórias me interessam e algumas me assombram, até que eu termine de escrevê-las. Alguns temas continuam se repetindo: justiça, lealdade, violência, morte, temas sociais e políticos, liberdade. Estou consciente do mistério que nos rodeia, então eu escrevo sobre coincidências, premonições, emoções, sonhos, a força da natureza, mágica.

Nos últimos 20 anos, eu publiquei alguns livros, mas vivi em anonimato até fevereiro de 2006, quando carreguei a bandeira olímpica nas Olímpiadas de Inverno na Itália. Isso me fez uma celebridade. Agora as pessoas me reconhecem nas lojas da Macy's e meus netos pensam que sou bacana. (Risos)

Permitam-me contar sobre meus quatro minutos de fama. Um dos organizadores da cerimônia olímpica, da cerimônia de abertura, me chamou e disse que eu tinha sido selecionada para ser uma das porta-bandeiras. Eu respondi que certamente havia estavam enganados, pois sou tão distante de ser uma atleta quanto possível. Realmente, eu nem sabia se conseguiria dar a volta no estádio sem um andador. (Risos)

Disseram-me que isso não era brincadeira. Seria a primeira vez que somente mulheres carregariam a bandeira olímpica. Cinco mulheres, representando cinco continentes, e três medalhistas de ouro olímpico. Minha primeira pergunta foi, naturalmente: O que devo vestir? (Risos)
Um uniforme, ela disse, e pediu minhas medidas. Minhas medidas! Eu me vi em uma parca felpuda, parecendo o boneco da Michelin. (Risos)



Em meados de fevereiro, eu estava em Turim, onde uma multidão entusiasmada aplaudia quando uma das 80 equipes olímpicas passava pela rua. Aqueles atletas tinham sacrificado tudo para competirem naqueles jogos. Todos mereciam vencer, mas há o elemento sorte. Um respingo de neve, um centímetro de gelo, a força do vento, podem determinar o resultado de uma corrida ou um jogo. Entretanto, o que mais importa - mais que treinamento ou sorte - é o coração. Somente um coração destemido e determinado conseguirá a medalha de ouro. Tudo diz respeito a paixão. As ruas de Turim estavam repletas de pôsteres vermelhos anunciando o slogan das Olimpíadas:

A paixão mora aqui.


Não é sempre verdade? O coração é o que nos motiva e determina nosso destino. Isso é o que preciso para meus personagens em meus livros: um coração apaixonado. Eu preciso de não-conformistas, dissidentes, aventureiros, forasteiros e rebeldes, que questionem, subvertam as regras e assumam riscos. Pessoas como todos vocês nessa sala. Pessoas boazinhas com bom senso não são personagens interessantes. (Risos) Eles só são bons como ex-cônjuges. (Risos) (Aplausos)

Ela [Somaly Mam] nos contou sobre garotinhas que era estupradas por homens que acreditavam que transar com uma virgem muito jovem os curaria da AIDS.


No vestuário do estádio, encontrei as outras porta-bandeiras: três atletas e as atrizes Susan Sarandon e Sophia Loren. Também, duas mulheres com corações apaixonados: Wangari Maathai, do Quênia, ganhadora do prêmio Nobel, que plantou 30 milhões de árvores. E devido a disso, ela mudou o solo e o clima em alguns lugares na África, e, é claro, a situação econômica de muitos povoados. E Somaly Mam, uma ativista cambojana que luta apaixonadamente contra a prostituição infantil. Quando ela tinha 14 anos, seu avô a vendeu para um bordel. Ela nos contou sobre garotinhas que era estupradas por homens que acreditavam que transar com uma virgem muito jovem os curaria da AIDS. E de bordéis onde as crianças são forçadas a receber cinco, 15 clientes por dia, e se elas se rebelarem, são torturadas com eletricidade.

No vestuário, eu recebi meu uniforme. Não era o tipo de traje que eu normalmente uso, mas estava longe de parecer o boneco da Michelin que eu tinha imaginado. Nada mal, mesmo. Eu parecia uma geladeira. (Risos) Mas todas as outras porta-bandeiras também pareciam, exceto Sophia Loren, o símbolo universal da beleza e paixão. Sophia tem mais de 70 anos e continua linda. Ela é sexy, esbelta, com um lindo bronzeado. Agora, como se pode ter um lindo bronzeado e nenhuma ruga? Eu não sei. Quando a perguntaram em uma entrevista na TV: "Como pode estar tão bem?" Ela respondeu: "Postura. Minhas costas estão sempre retas, e eu não faço barulhos de gente velha." (Risos)

Então, aqui vão alguns conselhos de uma das mulheres mais lindas da Terra. Sem grunhidos, sem tosses, sem resfôlegos, sem falar sozinha, sem peidar. (Risos) Bem, ela não disse isso exatamente. (Risos)

Postura. Minhas costas estão sempre retas, e eu não faço barulhos de gente velha.
Sophia Loren


Por volta da meia moite, fomos convocadas para uma ala do estádio, e os autofalantes anunciaram a bandeira Olímpica, e a música começou - a proposíto, a mesma música que inicia aqui, a Marcha de Aida. Sophia Loren estava bem na minha frente - ela é 30 cm mais alta que eu, sem contar a cabeleira. (Risos) Ela andou elegantemente, como uma girafa na savana africana, segurando a bandeira em seu ombro. Eu corri atrás - (Risos) - na ponta dos pés, segurando a bandeira com o braço estendido, para que minha cabeça ficasse bem debaixo da maldita bandeira. (Risos)

Todas as câmeras estavam, é claro, na Sophia. Foi bom pra mim, pois na maioria das fotos eu apareço também, embora quase sempre entre as pernas de Sophia. (Risos) Um lugar onde a maioria dos homens gostaria de estar. (Risos) (Aplausos)

Os melhores quatro minutos de toda minha vida foram esses, no estádio olímpico. Meu marido fica ofendido quando eu digo isso - embora eu tenha lhe explicado que o que fazemos em nossa privacidade normalmente leva menos que quatro minutos - (Risos) - então ele não deveria levar para o lado pessoal. Tenho todas as fotos desses magníficos quatro minutos, porque eu não quero esquecé-los quando a velhice destruir meus neurônios.

80% de todos os refugiados e desabrigados no mundo são mulheres e meninas.


Quero carregar eternamente em meu coração a palavra chave das Olimpíadas: Paixão. Assim, aqui vai uma história de paixão. O ano é 1998, o lugar é um campo de concentração para refugiados Tutsi no Congo. A propósito, 80% de todos os refugiados e desabrigados no mundo são mulheres e meninas. Podemos chamar esse lugar no Congo de campo da morte, porque os que não são assassinados, morrerão de doenças ou de fome. Os protagonistas dessa história são uma jovem mulher, Rose Mapendo, e seus filhos. Ela esta grávida e viúva. Os soldados a forçaram a assistir seu marido ser torturado e morto.
De alguma forma ela consegue manter suas sete crianças vivas, e alguns meses mais tarde, dá luz a gêmeos prematuros. Dois minúsculos garotinhos. Ela corta o cordão umbilical com um graveto e o amarra com seu próprio cabelo. Ela dá a seus filhos os nomes dos comandantes do campo para ganhar a benção deles e poder alimentá-los com chá preto, já que seu leite não pode sustentá-los. Quando os soldados invadem sua cela para estuprar sua filha mais velha, ela agarra sua filha e se recusa a largá-la, mesmo quando eles apontam uma arma para sua cabeça. Milagrosamente, a família sobrevive por 16 meses, e então, por extraordinária sorte, e o coração apaixonado de um jovem americano, Sasha Chanoff, que consegue colocá-la em um avião de resgate americano, Rose Mapendo e seus nove filhos pousam no Phoenix, Arizona onde agora vivem e prosperam.


Rose Mapendo e seus bebês


Mapendo, em suaíli, significa grande amor. As protagonistas de meus livros são mulheres fortes e apaixonadas como Rose Mapendo. Eu não as invento. Não há necessidade para isso. Eu olho em volta e as vejo em todas as partes. Tenho trabalhado com mulheres e para mulheres toda minha vida. Eu as conheço bem. Nasci em tempos antigos, no fim do mundo, em uma família católica patriarcal e conservadora. Não foi por acaso que aos cinco anos, eu já era uma feminista extremista - embora o termo não tivesse chegado ao Chile ainda, então ninguém sabia o que havia de errado comigo. (Risos)

Feminismo está fora de moda? Sim, para mulheres privilegiadas como minha filha e todas nós aqui hoje, mas não para a maioria de nossas irmãs no resto do mundo


Descobriria em breve que havia um alto preço a pagar pela minha liberdade e por questionar o patriarcado. Mas eu estava feliz em pagar, porque para cada golpe que recebia, eu dava dois. (Risos) Um vez, quando minha filha Paula tinha 20 anos, ela me disse que feminismo estava fora de moda, que eu deveria seguir em frente. Tivemos uma briga memorável. Feminismo está fora de moda? Sim, para mulheres privilegiadas como minha filha e todas nós aqui hoje, mas não para a maioria de nossas irmãs no resto do mundo que ainda são forçadas a casamentos prematuros, prostituição, trabalho forçado. Elas têm crianças que não querem ou que não podem alimentar. Elas não têm controle sobre seus corpos ou suas vidas. Elas não têm educação ou liberdade. Elas são estupradas, castigadas e, às vezes, mortas impunemente. Para a maioria das mulheres do ocidente, hoje, ser chamada de feminista é um insulto.

Feminismo nunca foi sexy, mas asseguro-lhes que nunca deixei de flertar, e raramente sofri de falta de homem. (Risos) O feminismo não está morto, de forma alguma. Evoluiu. E se você não gosta do termo, troque-o, pelo amor de Deus. Chame-o de Afrodite, ou Venus, ou perua, ou o que quiser, o nome não importa, contanto que nós entendamos o que significa e o apoiemos.

Feminismo está fora de moda? Sim, para mulheres privilegiadas como minha filha e todas nós aqui hoje


E aqui vai outra história de paixão, e esta é triste: o lugar é uma pequena clínica para mulheres em Bangladesh. O ano é 2005. Jenny é uma jovem higienista bucal americana, que foi para a clínica como voluntária durante suas três semanas de férias. Ela está preparada para limpar dentes, mas quando ela chega lá, descobre que não há médicos, não há dentistas e a clínica é somente uma cabana cheia de moscas. Do lado de fora, havia uma fila de mulheres que esperaram várias horas para serem atendidas. A primeira paciente sente dores lancinantes, pois tem alguns molares podres. Jenny percebe que a única solução será removê-los. Ela não tem licença para isso, ela nunca fez isso antes. Ela arrisca muito e está apavorada. Ela nem ao menos tem os instumentos adequados, mas felizmente ela trouxe um pouco de anestésico. Jenny tem um coração valente e apaixonado. Ela murmura uma prece e segue com a operação. No final, a paciente aliviada beija suas mãos. Naquele dia, a higienista arrancou muitos outros dentes.

Na manhã seguinte, quando ela chegou a, assim chamada, clínica. Sua primeira paciente estava esperando-a com seu marido. O rosto da mulher parecia uma melancia. Estava tão inchado que não se podia ver seus olhos. O marido, furioso, ameaçou matar a americana. Jenny está aterrorizada com o que tinha feito, mas então o tradutor explica que a condição da paciente não tinha nada a ver com a operação. No dia anterior, seu marido espancou-a por não estar em casa a tempo para preparar seu jantar.

Milhões de mulheres vivem dessa forma hoje. Elas são as mais pobres das pobres. Embora mulheres façam dois-terços do trabalho mundial, elas têm menos que 1% dos ativos mundiais. Elas recebem menos que os homens pelo mesmo trabalho, se ganharem alguma coisa, e elas continuam vulneráveis porque não têm independência financeira, e são constantemente ameaçadas de exploração, violência e abuso. É fato que dar educação e trabalho às mulheres, habilidade de controlar sua própria renda, herança e propriedade, beneficia a sociedade. Se uma mulher tiver o poder, seus filhos e sua família ficarão melhor. Se as famílias prosperarem, o vilarejo prosperará, e, eventualmente, todo o país também.

Wangari Maathai vai a uma vila no Quênia. Ela fala com as mulheres e explica que a terra está estéril porque elas cortaram e venderam as árvores. Ela convence as mulheres a plantar e regar as novas árvores, gota a gota. Depois de cinco ou seis anos, eles têm uma floresta, o solo fica enrriquecido e a vila é salva. As sociedades mais pobres e atrasadas são sempre aquelas que menosprezam suas mulheres. Essa verdade óbvia ainda é ignorada pelo governo e também pela filantropia Para cada dólar dado a um programa direcionado para mulheres, 20 dólares são dados a programas direcionados para homens. Mulheres são 51% da população. Dar-lhes poder mudará tudo -- mais do que tecnologia e design e entretenimento. Eu posso lhes assegurar que mulheres trabalhando juntas – ligadas, informadas e educadas - podem trazer paz e prosperidade a esse planeta abandonado. Hoje, em qualquer guerra, a maioria das mortes é de civis, principalmente mulheres e crianças. Elas são as que mais sofrem. Homens controlam o mundo, e vejam a bagunça em que vivemos.

O que eu mais temo é poder com impunidade


Que tipo de mundo nós queremos? Essa é uma questão fundamental. Faz sentido participar da atual ordem mundial? Nós queremos um mundo onde a vida é preservada e a qualidade de vida é acessível a todos, e não somente aos privilegiados. Em janeiro, eu vi uma exibição das pinturas de Fernando Botero na biblioteca de Berkeley, Califórnia. Nenhum museu ou galeria nos Estados Unidos, exceto pela galeria de Nova York, que tem trabalhos de Botero, ousou mostrar as pinturas, pois o tema é a prisão de Abu Ghraib. São pinturas enormes da tortura e abuso de poder, no estilo volumoso de Botero. Ainda não consegui tirar aquelas imagens da minha mente, ou do meu coração.



O que eu mais temo é poder com impunidade. Tenho medo do abuso de poder e do poder para abusar. Em nossa raça, os machos alfa definem a realidade, e forçam o resto da matilha a aceitar essa realidade e a seguir suas regras. As regras mudam todo o tempo, mas sempre os beneficiam, e nesse caso, o incentivo fiscal funciona perfeitamente, apesar de não funcionar na economia. Os incentivos servem primeiro aos ricos e depois aos pobres. Mulheres e crianças, especialmente as pobres, são as últimas. Até o mais miserável dos homens tem alguém de quem possa abusar -- uma mulher ou uma criança. Estou de saco cheio do poder que alguns exercem sobre muitos, seja pelo gênero, renda, raça ou classe.

Em nossa raça, os machos alfa definem a realidade, e forçam o resto da matilha a aceitar essa realidade e a seguir suas regras.


Eu acho que chegou a hora de fazermos mudanças fundamentais em nossa civilização. Mas para a mudança real, precisamos de energia feminina para comandar o mundo. Precisamos de muitas mulheres em posições de poder, e precisamos passar a energia feminina aos homens. Estou falando de homens com mentes jovens, é claro! Velhos não têm esperança, precisamos esperar que eles morram primeiro. (Risos)

Sim, eu adoraria ter as longas pernas de Sophia Loren e seios lendários. Mas se pudesse escolher, preferiria o coração de guerreira da Wangari Maathai, Somaly Mam, Jenny e Rose Mapendo. Quero fazer desse mundo um bom lugar. Não melhor, somente bom. Por que não? É possível. Olhe nessa sala. Todo esse conhecimento, energia, talento e tecnologia. Vamos levantar nossos traseiros, arregaçar nossas mangas e trabalhar, APAIXONADAMENTE, para criar um mundo quase perfeito. Muito obrigada.

Fonte: Wikipedia, TED2010
[Via BBA]

Comentários

BLOGGER: 2
Loading...

$hide=/p/valores.html

[/fa fa-cloud/ Nuvem de categorias]$hide=mobile

Nome

#existepesquisanobrasil A divulgar Abelha Acessibilidade acessório Acidente Acidentes Acústica Adágios Adestramento Administração adulto Aerodinâmica Aeronáutica África Agência Brasil Agência Fiocruz Agência Porvir Agência Senado Agência USP Agricultura Agropecuária AIDS Alcoolismo Alemanha Alerta Algoritmo Alimento Alzheimer Amazon Amazônia América Latina Análise Combinatória Anatomia Android Animação Animais de Estimação Animal Antropologia Apicultura App Apple Apresentação aquário Argentina Arqueologia arquitetura Arte Astrobiologia Astrofísica Astronomia Ativismo Áudio Audio FX Áustria Autismo Auto-ajuda Automobilismo Automóvel aventura Aviação Aviônica Bahia Balonismo Banco de Dados Beber e Dirigir biblioteconomia Bicicleta Biografia Biologia Biologia Marinha bioquímica Biotecnologia Bitcoin Blog Blogger Boato Bomba borderô de desconto Botânica BRASA BRASA Leads Brasil Brasília BRIC Browser Bugs CAD Calor Câmera lenta Campanha cardiologia Carnaval carreira Cartografia Casemods Caso Isabella Nardoni Caso Snowden Ceará Celebridades celular Células-Tronco Cérebro Charge China Cibercultura Ciclovia Cidadania Ciência Cinema Clip Cliparts Cloud computing Coaching Comédia competência Complemento de dois Comportamento Computação Computação em grade Computação forense Computação Gráfica Computação Móvel Comunicação e Marketing Concurso Concurso Cultural de Natal Concursos Público Concursos Públicos Conectômica Conferência Congresso em Foco Conspiração Consumidor Consumismo contabilidade Contos Copa do Mundo Cordel Coreia do Norte Coreia do Sul Corpo Coruja cosmética Cosmologia Crash Course Criança Criatividade Crime Crime Digital crise crise econômica crônica crônicas Cronologia CSS Cuba Culinária Cultura Curiosidades custos fixo custos variáveis Dança DAO Darwin Davos Debate Decoração demência Demografia Denúncia Dermatologia Desastre Natural Descoberta desconto duplicatas Desenho instrucional Desenvolvimento de jogos Design Design Instrucional Destaque Dia das Mães Dia do professor diabetes Dicas Didática Dieta diplomacia Direito Direito Eleitoral Direito Internacional Direito Tributário Direitos Humanos Disney Distrito Federal Documentário Doutorado download Drogas Drone Dubai e-Book e-governo EBC Ecologia Economia Editoração Eletrônica Educação Educação a Distância Educação Corporativa educação física Educação sexual Efeitos Sonoros Egiptologia Eleições Eleições 2014 Eleições 2018 Eletricidade eletrônica Embrapa empreendedorismo enciclopédia endocrinologia Enem Energia Energia Alternativa Energia Nuclear Engenharia Engenharia Agrícola Engenharia Civil Engenharia de materiais Engenharia de Software Engenharia Genética Engenharia Mecânica Enretenimento Ensino a Distância Ensino Superior Entomologia Entretenimento Entrevista Entrevista. Epidemiologia Epistemologia Equador Escândalo Escritório Espaço Espanha Espanhol Espeleologia Espetáculo Espionagem Esporte Estação Estágio Estatísticas estrutura de dados Ética EUA Europa Evento Evolução Exercícios físicos Exobiologia experiência fábulas Facebook Farmacologia Favo Feminismo Férias Ferramentas FIFA Filantropia Filmes Filosofia Finlândia Firefox Física Física Quântica Fisiologia Fisioterapia Flagrante Flamengo Folclore Fome Fonética Fonoaudiologia Fotografia Fotos em 360 graus França Francês frases Fraude Freeware Futebol Futurologia gadget Gafe Gastroenterologia Gastronomia Geek Genética Geofísica Geografia Geologia Geometria geopolítica Gerenciamento do Tempo Geriatria Gestão de Competências Gestão de Configuração Gestão de Pessoas Gestão de Projetos Gestão do conhecimento Ginecologia Glass Google Governo GPS Gradiente gramática Gravidez Grécia Grécia Antiga Guerra Guerra Civil Guinness H2 Haiti hardware História HIV Hololens homenagem Horologia HPV HTML Humor Humor Negro IBGE IBM ICIJ Idioma IHC ilo ilusão ilusionismo Imagem 3D Imagens Imagine Cup Império Romano Imprensa Impressora 3D Imunologia Incêndio Inclusão digital Índia Índios Infectologia Infográfico Informática Inglaterra Inglês Inovação Inspiração Inteligência Artificial intercâmbio Interface Interfaces Hápticas Internacional Internacionalização da Amazônia Internet Internet das Coisas Inundação Invenção Inventos iPad IPEA iphone Irã Iraque Israel Japão Java Java. jogos Jogos educativos Jogos Olímpicos Jornalismo Justiça Kinect Le Monde Diplomatique Brasil Le Monde Diplomatique Brasil Letras Lexicografia Liderança Life Hacking Linguística Literatura Livro Lógica Logística Loterias Lua Maçonaria Malásia Malvinas Malware Mapa Mário Sérgio Conti Marte Mastologia Matemática Matemática Financeira maternidade Mecânica Mecânica dos Fluidos Mecatrônica Medicina Medicina Esportiva Medicina Veterinária Meio Ambiente Mel melanoma Memória memorização Mente Mercado de Trabalho mercosul Mestrado meteorologia Metodologia Científica México Microbiologia Microsoft Mídia Social Militar Mineralogia Mistério MIT Mitologia Mobilidade Mobilidade Urbana MonaVie Montanhismo Moodle Mossad Motivação Movimento Maker MSF Mudança Climática Mulher Multimídia museu Música MVC Nanotecnologia Nasa Natação Natal Natureza Negócios Netflix Neurociência Neurologia Nicolelis Nordeste Noruega notícias Novidades Novo Enem Números Nutrição Obama Obesidade Observatório da Imprensa Obstetrícia Oceanografia odontologia Offshore Leaks oftalmologia Olimpíadas oncologia ONU Opinião Óptica Oracle Oriente Médio Orkut Ornitologia ortografia Ortopedia Ótica Otorrinolaringologia Oxfam Pacifismo Paginadores paleontologia Paquistão Pará Paraguai parkinson Passeio virtual Patinação Pedagogia Pediatria Pensamentos performance Periférico Pesca Pesquisa Petição Petrobrás Petróleo Photoshop Pirataria planilha de custo Playstation 3 Plebiscito Pneumologia Podcast Poesia Poítica Politica Política Portugal português Pós-graduação prazo médio Pré-sal Prêmio Nobel primatologia Primeira Guerra Mundial privacidade produtividade professor Hamilton Alves Programa Gratuito Programação Projeção Mapeada Projeto Truco Promoção Propaganda Psicanálise Psicologia Psicologia Animal Psiquiatria Pública publicidade Publieditorial Quadrinhos Quads Qualidade Qualidade de Vida química realidade aumentada realidade diminuída Realidade Misturada Realidade Virtual Reconhecimento de imagem Reconhecimento de voz Recorde Redação redes Referência Referendo Reforma Política Reino Unido Relacionamento Relações Internacionais Religião Responsabilidade Social Retrospectiva Review Rio 2016 Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul robótica Roda Viva Roma roteiro RSA Rússia Samsung Sanitarismo Santa Catarina São Paulo Saúde Savant Segunda Guerra Mundial Segurança Segurança da Informação Seleção Natural Séries serviço Serviço Online Sexologia sexualidade Show SIGGRAPH Simulação Singularity University Síria Sismologia Sistema operacional Sistemas de Numeração Sites de Busca Sociedade Sociologia Software Software Livre Sol Sono Sony SOPA Star Wars Suécia Sugestão de presentes Sun supercomputadores Sustentabilidade Tabagismo Taiwan Talento precoce taxa de juros efetiva taxa de juros nominal Taxas Equivalentes Taxidermia Teatro Técnicas de Estudo Tecnologia Tecnologia da Informação TED TED-Ed TedMed TEDx TEDx Rio+20 TEDxAmazônia TEDxAsaSul Telefonia Televisão Temas Tempo Tendências Teologia teoria das supercordas Terremoto Terrorismo Testes Tipologia Tomada de Decisão tradução Trânsito transporte tributo Trigonometria Tubarão Tunísia Turismo Tutorial Twitter Uber UFC UFG ufologia UFRJ Unicamp UNIFESP universidade Universidade Corporativa Universidade de Cambridge Universidade de Michigan Urbanismo Urologia USP Utilidade Pública Utilitário Vale Vaticano Veículo Autônomo Ventriloquismo Verão vestibular Vestimenta Vida Digital Vida Moderna Vida Selvagem Videogame Vídeos Vídeos 360 Violência Vírus Visão Computacional Vôlei Vulcanologia Watergate Política WCIT 2016 WCIT 2017 Web 2.0 Web Application Web Semântica Web Seminar webdesign Webinar widget WikiLeaks Wikipedia Windows Xadrez YouTube Zika Zoologia
false
ltr
item
Brasil Acadêmico: TED: Isabel Allende conta histórias de paixão.
TED: Isabel Allende conta histórias de paixão.
http://2.bp.blogspot.com/-iS3R1F-vqi4/TWk6d2rHlVI/AAAAAAAAFpE/-Tml2SOF3pQ/s400/isabel-allende.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-iS3R1F-vqi4/TWk6d2rHlVI/AAAAAAAAFpE/-Tml2SOF3pQ/s72-c/isabel-allende.jpg
Brasil Acadêmico
http://blog.brasilacademico.com/2011/02/ted-isabel-allende-conta-historias-de.html
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/2011/02/ted-isabel-allende-conta-historias-de.html
true
3049085869098582068
UTF-8
Nenhuma artigo encontrado. VER TODOS Leia mais Responder Cancelar resposta Apagar Por Início PÁGINAS POSTS Ver Todos Indicado para você CATEGORIA ARQUIVO BUSCA TODOS ARTIGOS Nenhum artigo corresponde ao critério procurado Ir para Início Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez agora 1 minuto atrás $$1$$ minutes ago 1 hora atrás $$1$$ hours ago Ontem $$1$$ days ago $$1$$ weeks ago mais de 5 semanas atrás Seguidores Seguir Este conteúdo é PREMIUM Por favor, compartilhe para liberar Copiar todo o código Selecionar todo o código Todos os códigos foram copiados para o clipboard Can not copy the codes / texts, please press [CTRL]+[C] (or CMD+C with Mac) to copy