Dados são lindos

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O primeiro vulcão que neutralizou sua emissão de carbono. Tudo é uma questão de como visualizamos os dados. É o que nos conta David McCandle...

O primeiro vulcão que neutralizou sua emissão de carbono. Tudo é uma questão de como visualizamos os dados. É o que nos conta David McCandless em A Beleza da Visualização de Dados. Uma palestra do TED selecionada para você.


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Os gráficos sempre foram uma ótima ferramenta para dar sentido a uma coleção de números. Por exemplo: tendo uma lista de 100 números desordenados. Como responder rapidamente qual é o maior e o menor deles? Se fosse traçado um gráfico você teria essa informação de imediato.



Mas a Era da Informação pela qual estamos passando nos traz uma quantidade de dados sem precedentes na história, sendo que uma das formas eficazes de lidarmos com esse tsunami diário de informações é observá-lo através de infográficos, de preferência interativos. Que molda a informação de acordo com nosso interesses dando a impressão de que podemos manipular a informação. O que ajuda a internalizar ainda mais dando sentido aos temas.

Um dos magos dessa habilidade de criar insights e exibí-los através do design criativo da representação dos dados é o designer e jornalista David McCandless:

Parece que estamos sofrendo de excesso de informação ou abundância de dados. E a boa noticia é que pode haver uma solução fácil pra isso, e é usarmos mais os nossos olhos. E assim visualizando informação, para que possamos ver os padrões e conexões que importam e então projetar a informação para que faça mais sentido, ou conte uma estória, ou nos permita focar apenas na informação que for importante. Se não funcionar, informação visualizada pode simplesmente parecer muito legal.

Então, vamos ver. Este é o Billion Dollar Gram (Diagrama de Bilhões de Dólares), e essa imagem surgiu de uma frustração que tive com relatos de montantes de bilhões de dólares na imprensa. Isto é, não fazem sentido sem o contexto. 500 bilhões por esse duto. 20 bilhões por essa guerra. Não faz o menor sentido, então a única maneira de entender é de forma visual e relativa. Então, eu peguei um monte de figuras de várias fontes de notícias e então coloquei em escala de acordo com as quantidades. E as cores aqui representam a motivação por trás do dinheiro. Então, roxo é luta, e vermelho é doação, e verde é lucro. E o que você pode ver de imediato é que você começa a se relacionar diferente com os números. Você pode vê-los literalmente. Mas o mais importante é que você começa a ver padrões e conexões entre os números que, de outra forma, estariam desmembradas entre várias notícias.



Deixem-me destacar alguns dos quais eu gosto bastante. Esse é a receita da OPEP, essa caixa verde aqui -- 780 bilhões por ano. E esse pequeno pixel no canto -- três bilhões -- é o fundo de mudanças climáticas deles. Americanos, pessoas incrivelmente generosas -- mais de 300 bilhões por ano, doados para caridade todos os anos, comparado com a quantidade de ajuda estrangeira dada pelas 17 mais importantes nações industrializadas em 120 bilhões. E é claro, a guerra do Iraque, prevista a custar 60 bilhões lá 2003. E cresceu de leve. O Afeganistão cresceu agora para 3.000 bilhões. Então agora é ótimo porque agora temos essa textura, e podemos adicionar números a ela também. Então podemos dizer, bem, que surge uma nova figura... vamos ver: dívida africana. Quanto deste diagrama vocês acham que será ocupado pela dívida que a África tem com o Ocidente? Vamos ver. Aí está. 227 bilhões é o que a África deve. E a crise financeira recente -- quanto desse diagrama ela pode ocupar? O que custou para mundo? Vamos dar uma olhada nisso. "Dooosh", acho que esse é o efeito sonoro apropriado para tanto dinheiro. 11.900 bilhões. Então, visualizando essa informação, nós a transformamos em um cenário que você pode explorar com os seus olhos, um tipo de mapa mesmo, um tipo de mapa de informação. E quando você está perdido em informação, um mapa de informação até que é útil.



Eu quero mostrar outro cenário a vocês agora. Precisamos imaginar como um cenário dos medos do mundo pode parecer. Vamos dar uma olhada. Isto é tempestade em um copo d'água , uma linha do tempo do pânico da mídia global. (Risos) Então, já vou legendar isso pra vocês. Mas a altura aqui, que eu quero destacar, é a intensidade de certos medos, como mostrado na mídia. Deixe-me destacá-los. Então isso, gripe suína -- rosa. Gripe aviária. SARS -- amarronzado aqui. Lembrem-se dessa. O bug do milênio -- desastre terrível. Esses pequenos picos verdes são colisões de asterórides. (Risos) E no verão, aqui, vespas assassinas.

(Risos)

Por que existe essa falha aí? Vocês vêem onde ela começa? Setembro de 2001, quando tivemos algo bem real para temer.


Então isso é como os nossos medos podem ser representados ao longo do tempo na nossa mídia. Mas o que eu amo - e eu sou um jornalista - e o que eu amo é achar padrões escondidos; adoro ser um detetive da dados. E existe um padrão muito interessante e estranho escondido nessa informação que você só consegue ver quando o visualiza. Deixem-me destacá-lo para vocês. Olhem essa linha. Isso é um cenário para vídeo games violentos. Como vocês podem ver, existe um padrão regular meio estranho nos dados, picos gêmeos todo ano. Se olhamos mais de perto, vemos esses picos ocorrerem no mesmo mês todo ano. Por quê? Bem, em Novembro, os jogos do Natal são lançados, e deve haver uma maior preocupação sobre seu conteúdo. Mas Abril não é um mês particularmente massivo para video games. Por que Abril? Bem, em Abril de 1999 foi o tiroteio de Columbine, e, desde então, aquele medo tem sido lembrado pela mídia e ecoa gradualmente pelo mente coletiva durante o ano. Temos restrospectivas, aniversários, casos judiciais, até mesmo tiroteios imitando, todos empurrando aquele medo pro cotidiano. E existe outro padrão aqui também. Vocês conseguem ver? Vêem essa falha aqui? Existe uma falha, e ela afeta todas as outras estórias. Por que existe essa falha aí? Vocês vêem onde ela começa? Setembro de 2001, quando tivemos algo bem real para temer.

Então, tenho trabalhado como jornalista apurador por mais ou menos um ano, e fico escutando uma frase o tempo todo, que é a seguinte: "Dados são o novo petróleo." E dados são o tipo de recurso onipresente que podemos formatar pra prover novas inovações e novas perspectivas, e está ao redor, e pode ser extraído facilmente. E não é nenhuma grande metáfora nesses tempos, especialmente se você vive perto do Golfo do México. mas eu acho que adaptaria um pouquinho essa metáfora, e diria que dados são o novo solo.

Porque para mim, parece um meio fértil, criativo. Sabe, ao longo dos anos, online, nós plantamos uma quantidade gigantesca de informações e dados, e irrigamos com redes e conectividade, e isso foi feito por empregados e governos sem pagamento. E, ok, eu estou explorando a metáfora um pouquinho. Mas é um meio muito fértil e visualizações, infográficos, visualização de dados, eles se parecem com flores desabrochando desse meio. Mas se você olhar diretamente, é só um monte e números e fatos disconexos. Mas se você começar a trabalhar com eles e manipulá-los de um certo modo coisas interessantes poderão aparecer, e padrões diferentes poderão ser revelados.

Deixem-me mostrar isto. Vocês conseguem adivinhar o que esses dados dizem? O que cresce duas vezes por ano, uma na Páscoa e, depois, duas semanas antes do Natal, tem um mini pico todas as segundas-feiras e depois some no verão.



Eu aceito respostas. (Platéia: Chocolate). David McCandless: Chocolate. Você pode querer colocar um pouco de chocolate dentro. Alguma outra idéia? (Platéia: Shopping.) DM: Shopping. É terapia das compras pode ajudar. (Platéia: Licença de Saúde.) DM: Licença de Saúde. É, vocês vão decididamente querer uma folga. Vamos ver?



(Risos)

(Aplausos)

Então, a informação aqui, Lee Byron e eu, pegamos 10,0000 atualizações do Facebook para a frase "separar" e "separaram-se" e esse foi o padrão que achamos -- pessoas se liberando para as férias de primavera, (Risos) voltando de finais de semana péssimos na segunda, ficando solteiros durante o verão. E então o dia mais baixo do ano, claro: Dia de Natal. Quem faria isso? Então existe uma quantidade "titânica" de informação lá fora agora, sem precedentes. Mas se você fizer o tipo certo de pergunta, ou se trabalhar do jeito certo, coisas interessantes podem vir à tona.

Informação é bonita. Dados são bonitos. Eu me pergunto se eu poderia fazer minha vida bela. E aqui esta meu curriculum visual Não tenho certeza se deu muito certo. Bem quadrado. As cores não são muito boas. Mas eu queria mostrar uma coisa pra vocês. Eu comecei como programador, e depois trabalhei como escritor por muitos anos, uns 20, em impressos, online e depois em propaganda, e só recentemente eu comecei a fazer design. E eu nunca fui a escola de design. Nunca estudei arte nem nada. Eu meio que aprendi fazendo. E quando eu comecei a fazer design, Eu descobri uma coisa estranha sobre mim mesmo. Eu já sabia fazer design, mas não era como se eu fosse incrivelmente brilhante nisso, mas eu era sensível às idéias de gradess e espaço e alinhamento e tipografia. É quase como se estar exposto a toda essa mídia durante os anos tivesse colocado um aprendizado de design adormecido dentro de mim. E eu não me sinto diferente de ninguém

Eu sinto isso todos os dias, todos nós agora estamos sendo afetados pelo design da informação. Está sendo derramado nos nossos olhos através da web, e somos todos visualizadores agora; estamos exigindo um aspecto visual para a nossa informação. E existe algo quase mágico sobre a informação visual. É sem esforço; literalmente jorra. E se você está navegando por uma densa selva de informação, passando por um lindo gráfico ou uma ótima visualização de informação, é um alívio, é como atravessar uma clareira na selva. E eu estava curioso sobre isso, e isso me levou ao trabalho de um físico dinamarquês chamado Tor Norretranders, e ele converteu a banda larga dos sentidos em termos de informática.

Então aqui vamos nós. Isso são os seus sentidos, entrando nos seus sentidos a todo segundo. Seu senso de visão é o mais rápido. Tem a mesma largura de banda que a de uma rede de computadores. Então você tem o tato, que tem a velocidade de um USB. E depois tem audição e visão, que têm a capacidade de um disco rígido. E você tem o pobre, velho paladar, que é mais ou menos a capacidade de uma calculadora de bolso. E aquele pequeno quadrado no canto, 0.7 porcento, é a quantidade de que estamos realmente conscientes. E muito da sua visão -- a maior parte é visual, e está jorrando. Inconscientemente. E o olho é extremamente sensível a padrões em variações de cor, formato e padrão. Ele os ama, e os chama de belos. É a linguagem do olho. E se você combinar a linguagem do olho com a linguagem da mente, que é sobre palavras, números e conceitos, você começa a falar duas línguas simultâneamente, uma melhorando a outra. Então, você tem o olho, e insere os conceitos. E tudo aquilo -- são duas linguagens trabalhando ao mesmo tempo.

Então usaremos esse novo tipo de linguagem, se vocês quiserem, pra alterar nossas perspectivas ou mudar nosso ponto de vista. Deixem-me fazer uma pergunta simples com uma resposta muito simples. Quem tem o maior orçamento militar? Tem que ser os Estados Unidos, certo? Massivo. 609 bilhões em 2008 -- 607, na verdade. Tão massivo, de fato, que pode conter todos os outros orçamentos militares do mundo dentro dele. Glump, glump, glump, glump. glump. Agora, você pode ver o débito total da África ali e o orçamento do Reino Unido para referência. Então isso pode ir de encontro a nossa visão dos Estados Unidos como país de guerra, máquina miltar, querendo passar por cima do mundo com seu enorme complexo militar industrial. Mas é verdade que os Estados Unidos têm o maior orçamento militar? Porque é um país incrivelmente rico. Na verdade, é tão enormemente rico que pode conter as outras quatro economias das principais nações industrializadas dentro de si, é tão rico. Então seu orçamento militar é certamente enorme. Então, pra ser justo e para alterar a nossa perspectiva, temos que trazer outro conjunto de dados, e esse conjunto de dados é um PIB, ou os ganhos do país. Quem tem o maior orçamento comparado ao PIB? Vamos dar uma olhada. Isso muda a figura consideravelmente. Outros países aparecem que você, talvez, não estivesse considerando. e os americanos caem pra oitavo.



Agora você também pode fazer isso com soldados. Quem tem mais soldados? Tem que ser a China. Claro, 2.1 milhões. Novamente, de encontro a sua visão que a China é um regime militarizado pronto para mobilizar as suas forças enormes. Mas é claro, a China tem uma enorme população. Então se fizermos o mesmo, vemos uma figura radicalmente diferente. A China cai para número 124. Na verdade tem um exército mínimo quando você leva em conta outras informações. Então, valores absolutos, como o orçamento militar, num mundo conectado, meio que não fornecem uma visão geral. Não são tão verdadeiras quanto poderiam ser.

Precisamos de valores relativos que estejam conectados com outros dados. para termos uma visão mais completa, e isso pode nos levar a mudar nossa perspectiva. Como Hans Rosling, o mestre, meu mestre, disse: "Deixe o conjunto de dados mudar a sua mente" E se puder fazer isso, talvez também possa mudar a sua atitude.

Olhem pra este. Eu sou um pouco louco por saúde. Eu amo tomar suplementos e estar em forma, mas eu nunca entendo o que está acontecendo em termos de evidência. Tem sempre evidências conflitantes. Devo tomar vitamina C? Deveria estar comendo broto de trigo? Esta é uma visualização de toda a evidência para suplementos nutricionais. Esse tipo de diagrama é chamado de corrida de balão. Então quanto mais alto na imagem, mais evidência existe para cada suplemento. E as bolhas correspondem à popularidade de acordo com o cliques no Google. Então você pode meio que compreender imediatamenet a relação entre eficácia e popularidade, mas você também pode, se você hierarquizar a evidência, mais ou menos fazer uma linha de "vale a pena". E então os suplementos acima dessa linha valem ser investigados. mas somente nas condições listadas a abaixo. E os suplementos abaixo da linha talvez não valham a pena ser investigados.



Agora, essa imagem constitui uma enorme quantidade de trabalho. Nós pegamos uns 1.000 estudos da PubMed o banco de dados biomédico, e nós compilamos e hierarquizamos todos. e foi incrivelmente frustrante pra mim porque tive um livro de 250 visualizações para fazer para o meu livro, e eu passei um mês fazendo isso, e só consegui preencher duas páginas. Mas isso aponta para o fato de que visualizar a informação desta forma é uma forma de compressão do saber. É uma maneira de juntar uma enorme quantidade de informação e entendimento num espaço pequeno. E uma vez que você tenha trabalhado aqueles dados, uma vez que você limpou aqueles dados, e uma vez que estiver lá, você pode fazer coisas legais como esta.

Então eu converti isso em um aplicativo interativo, para que eu possa gerar essa aplicação online -- essa é a visualização online -- e eu posso dizer, "É, genial." Ele se recria. E eu posso dizer, "Tá, só me mostra as coisas que afetam a saúde do coração." Então vamos filtrar isso. Então coração está filtrado, então se eu.. se estiver curioso sobre isso. Eu penso, "Não, não. Eu não quero nenhum sintético. Eu só quero ver plantas e -- só mostre ervas e plantas. Eu tenho todos os ingredientes naturais." Agora este aplicativo está se recriando a partir dos dados. Os dados estão todos guardados num Google doc, e está literalmente se gerando através desses dados. Entõa os dados estão vivos agora; é uma imagem viva, e eu posso atualizá-la em um segundo. Novas evidências aparecem -- eu só mudo uma linha na planilha. Doosh! Novamente, a imagem se recria. Então é legal. Está meio que viva.

Mas meio que pode ir além dos dados. e pode ir além dos números. E eu gosto de aplicar visualização de informação a idéias e conceitos. Esta é uma visualização do espectro político numa tentativa de eu tentar entender como funciona e como as idéias são filtradas do governo para a sociedade e cultura, para famílias, indivíduos, nas suas crenças e de volta novamente num ciclo. O que eu amo dessa imagem é que é ela é feita de conceitos, ela explora a nossa visão do mundo e nos ajuda -- me ajuda pelo menos -- a ver o que os outros pensam, a ver de onde eles estão vindo. E é uma sensação muito legal a de fazer isso.



E o que foi mais legal pra mim projetando isso, foi que, quando eu estava projetando essa imagem, eu queria desesperadamente que este lado, o lado esquerdo, fosse melhor do que o lado direito -- sendo um tipo de jornalista, uma pessoa de esquerda -- mas eu não podia, porque eu teria criado um diagrama desequilibrado, tendencioso. Então, pra realmente criar uma imagem completa eu teria que honrar as perspectivas da direita e ao mesmo tempo, meio que de forma desconfortável reconhecer quantas daquelas qualidades estavam realmente em mim, o que foi, muito, muito irritante e desconfortável. (Risos) Mas não tão desconfortável, porque existe algo não ameaçador sobre ver uma perspectiva política, versus ouvir ou ser forçado a ouvir uma. É realmente -- você é capaz de ter pontos de vista conflitantes de forma boa, quando você consegue vê-los. É até legal interagir com eles. porque é visual. Isso é o que é legal pra mim, ver como os dados podem mudar a minha perspectiva e mudar minha cabeça -- bela, adorável informação.

Então, só pra fechar, Eu queria dizer que me parece que o design é resolver problemas e prover soluções elegantes. E design de informação é resolver problemas da informação. E parece que nós temos um monte de problemas da informação na nossa sociedade atualmente, desde o excesso e da saturação até a queda da confiança e ceticismo fugidio e falta de fransparência ou até mesmo falta de interesse. Eu quero dizer, eu acho a informação muito interessante. Ela tem uma qualidade magnética que me atrai.

Visualizar informação pode nos dar uma solução rápida para esses tipos de problema. E mesmo quando a informação é terrível, o visual pode ser bem bonito. E muitas vezes podemos ter clareza ou a resposta para uma pergunta simples rapidamente, como esta, o recente vulcão da Islândia.



Qual estava emitindo mais CO2? Os aviões ou o vulcão? Os aviões parados ou o vulcão? Então podemos dar uma olhada. Olhamos os dados e vemos. é, o vulcão emitiu 150.000 toneladas; os aviões parados teriam emitido 345.000 se estivessem no céu. Então essencialmente, tivemos nosso primeiro vulcão carbono-neutro.

(Risos)

(Aplausos)

Tivemos nosso primeiro vulcão carbono-neutro.


E isso é lindo. Obrigado.

(Aplausos)

Fonte: Information is Beautiful
[Via BBA]

COMMENTS

BLOGGER: 1
  1. Essa da separação vista pelo Facebook, é surpreendente.

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