GM estuda realidade aumentada em para-brisas laser

General Motor estuda utilizar realidade aumentada ao longo de todo para-brisas dos automóveis.




Um equipamento que possui sensores que detectam para onde o motorista está olhando e imagens projetadas por laseres é como o Enhanced Vision System, da GM, transforma o para-brisas do automóvel em um painel onde oferece informações úteis para a condução mais segura do veículo.



Ao contrários dos sistema Heads Up Display (HUDs) já existentes, essas imagens ocupariam todo o para-brisa e destacaria informações visuais importantes a partir de dados capturados por sensores e câmeras.

Enhanced Vision System. O HUD da GM

Muito útil, conforme é mostrado no vídeo, em dias chuvosos, com neblina, e certamente, com o uso dos sensores infravermelhos, poderia ser um auxílio importante à noite. Situações onde a visibilidade fica especialmente prejudicada.



Via Gizmodo Brasil, Aberto Até de Madrugada, Jalopnik.com

Internet é um direito fundamental para 4 em cada 5 adultos

Pesquisa relizada em 26 países para a BBC mostra que 79% das pessoas pesquisadas consideram a internet um direito fundamental do ser humano.
A internet deve ser um direito fundamental

O levantamento coletou dados de quase 28 mil pessoas sendo que mais da metade usavam a Internet. Segundo o levantamento:

87% das pessoas que usam a internet defenderam o direito de ter acesso a ela.
71% das pessoas que não usam também disseram que deveriam ter o mesmo direito.

O direito à comunicação não pode ser ignorado.
Dr. Hamadoun Toure. Secretário-geral da União Internacional das Telecomunicações (UIT)


Alguns países se destacam pelo elevado percentual dos entrevistados que consideraram o acesso à Internet como o seu direito fundamental, entre eles Coréia do Sul (96%), o país mais conectado na Terra, e México (94%). O Brasil foi um dos países que mais defenderam esse ponto de vista, com 91% dos entrevistados concordando com o direito ao acesso à internet. Entre os europeus, o país que mais despontou nesse quesito foi a Turquia (90%). A China também teve um alto percentual (87%).

Internautas


A maioria dos usuários da web é muito positiva sobre as mudanças que a internet trouxe para as suas vidas, com forte apoio à informação disponível, o que traz maior liberdade e social networking.

Pouco mais da metade (51%) disse gostar de navegar em sites de relacionamentos sociais, como o Facebook e o MySpace, mas apenas 30% afirmou que a rede é um bom lugar para se encontrar um namorado ou namorada. No Brasil, o número dos internautas entrevistados que navegam nas redes sociais é maior que a média mundial, chegando a 60%.

O papel da internet como fonte de entretenimento, ferramenta para pesquisas e compra de produtos e serviços, e espaço para um debate criativo foi menos mencionado entre os aspectos mais valorizados da rede.

O reverso da medalha


No entanto, houve uma certa preocupação a respeito de expressar opiniões e fraudes online. Os perigos da fraude, a facilidade de acesso a conteúdo violento e explícito e preocupações sobre privacidade foram os aspectos mais preocupantes para os questionados.

Preocupações que dizem respeito à internet

Cerca de um terço deles (32%) diz que as fraudes são o aspecto mais preocupante da internet. Outros 27% acreditam que o pior problema é o conteúdo violento e explícito presente em muitos sites.

Para os brasileiros, o principal problema da web é a violência e o conteúdo explícito, com 36%, sendo que o temor das fraudes também é muito alto (35%).

Praticamente metade das pessoas que responderam à pesquisa (49%) acredita que a internet não é um lugar seguro para elas expressarem suas opiniões. Na Alemanha, este número sobe para 72% dos entrevistados, acompanhado de 71% na França e 70% na Coreia do Sul.
O Japão está entre os países onde a maioria dos usuários da web não sentem que podem expressar as suas opiniões online com segurança (65%), ao lado da China (55%). Contrastando com o bloco dos desconfiados, a maioria dos indianos (70%), quenianos (73%) e ganenses (74%) considerou que poderiam expressar suas opiniões com segurança.
O Brasil pertence ao grupo dos paranóicos onde 56% discordam que a Internet é um lugar seguro para expressar suas opiniões.

Para 90% dos entrevistados, a rede mundial de computadores é um “bom lugar para se aprender”. No Brasil esse número é ainda maior e alcança 96%.

E 78% dos internautas sentem que a internet lhes garante mais liberdade. Liberdade em todos os sentidos, inclusive para compras online. Segundo a Folha o comércio online no Brasil cresceu 30% no ano passado.

O que pensamos a respeito da internet

Síndrome da China


A sondagem também mostrou que 53% dos entrevistados defendem a ideia de que a internet não deveria ter regulação do governo. Na China, onde há uma forte regulação por parte dos governantes e onde o Google tem tido problemas constante com a censura do país sendo até alvo de ataques cibernéticos onde dados de ativistas chineses foram interceptados de seus servidores, causando um conflito diplomático entre Washington e Beijing. Cerca de 40% dos entrevistados disseram que a rede não deveria ter regulação por parte do governo, o que chega a ser surpreendente já que os entrevistados não estão sob um regime democrático, o que poderia levar os entrevistados a temerem revelar a opinião. E se apenas 6% dos entrevistados dizem temer a censura governamental, no país da Grande Muralha esse percentual chega a 29%.

No Japão, México e Rússia em torno de três quartos dos entrevistados disseram que não podiam viver sem ela.

Apesar do entusiasmo geral com a ferramenta, a maioria (55%) disse que poderia viver sem a internet. Já no Brasil essa sensação é ainda maior (71%).

A pesquisa foi realizada pelo instituto internacional GlobeScan para a série SuperPotência da BBC, que durante o mês de março vai trazer reportagens e análises explorando o poder da internet. Foram entrevistados 27.973 adultos de 26 países, em novembro de 2009 e fevereiro de 2010. Dos que responderam às perguntas, 14.306 (mais da metade) são usuários da internet.

No Brasil, a pesquisa foi realizada em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, em Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São
Paulo que representa 16% da população adulta total do país.

A pesquisa mostrou ainda que a maioria dos usuários entrevistados veem como positivas as mudanças que a internet trouxe às suas vidas, principalmente o volume e a variedade de informações que ela oferece.

Para acessar os dados levantados e a metodologia empregada na pesquisa clique AQUI (PDF em inglês).


Fonte: BBC, BandNews FM

Onde o Brasil faz fronteira com a Europa

Claro que não estamos falando da fronteira geográfica. Estamos nos referindo à Guiana Francesa. A União Européia fazendo fronteira com o Brasil.


O Haiti se tornou independente da França em 1804; a Guiana, da Inglaterra, em 1966; o Suriname, da Holanda, em 1975. E a Guiana Francesa? Depois da independência de Belize, em 1981, tornou-se o único país continental na América Latina totalmente ligado a um Estado europeu.

Colônia esquecida por muito tempo, subpovoada, desvalorizada e improdutiva.
Frank Schwarzbeck. No ensaio A Guiana Francesa: um "caso continental"


Todavia, algumas ilhas do Caribe continuem sendo consideradas territórios europeus, como as francesas Martinica e Guadalupe; as holandesas Aruba, Bonaire e Curaçao; e as inglesas Caimã e Bermuda (além das Ilhas Falklands, disputada pelos ingleses e pelos hermanos e conhecidas como Malvinas, abaixo da linha do Equador).

Pouco se fala sobre o território. Caiena, atualmente a capital, francesa oficialmente desde o ano de 1604, foi um ponto de apoio decisivo no lucrativo comércio da área do Caribe.

Caiena, na Guiana Francesa, sempre foi uma colônia extremamente marginal, habitada por povos indígenas em que as plantações escravagistas funcionavam muito mal.
Michael Zeuske. Historiador da Universidade de Colônia (Alemanha)


Em 1763, a metrópole tentou colonizar a região, povoando-a com cidadãos franceses. A tentativa se mostrou desastrosa, pois o clima inóspito da Guiana Francesa custou a vida de milhares de pessoas, o que levou a região a ficar conhecida como "inferno verde".

Em 1851, estabeleceu-se ali a colônia penal de Kourou, e por muitos anos recebeu os prisioneiros sentenciados à "guilhotina seca".

Após anos de insurreições anticolonialistas e anti-escravistas, o Haiti conquistou sua independência em 1804.

Para não perder também as demais colônias, a França as declarou 'não colônias', nomeando-as territórios nacionais de ultramar. Dentre as medidas adotadas, os salários foram dobrados.
Michael Zeuske


Pouco depois da Segunda Guerra Mundial, a Guiana Francesa passou a ser oficialmente um departamento da França. Com a mudança, seus habitantes adquiriram todos os direitos e obrigações dos demais cidadãos franceses.

Poucos europeus estão cientes de que a União Europeia tem uma fronteira com o Brasil. Visto que a Guiana Francesa e as ilhas de Martinique e Guadalupe são departamentos franceses, seus habitantes gozam do Estado social em pleno Caribe.
Bert Hoffmann. Membro do Instituto de Estudos Globais de Hamburgo


A proximidade com a linha do Equador faz da Guiana Francesa um local estratégico e privilegiado para a exploração espacial. Criada no final da década de 1960, a construção de uma base espacial francesa, o centro espacial Kourou, e sua utilização pela Agência Espacial Europeia para o lançamento de foguetes Ariane propiciou o desenvolvimento de "Alta tecnologia em meio a selva", conforme comentou Hoffmann ao DW. Trazendo benefícios para a região.



Os nativos da Guiana Francesa são, formalmente, cidadãos franceses. Apesar disso, existe um questionamento sobre a identidade desse povo, o qual se vê dividido entre duas realidades. Enquanto as demais ilhas da região têm uma identidade própria por pertencerem ao Caribe, a Guiana Francesa não se sente necessariamente francesa, em que pese o fato de seus habitantes carreguarem um passaporte da União Europeia e, em suas escolas, estudarem com os mesmos livros dos estudantes de Paris.

(Estariam os nativos reclamando de barriga cheia? Afinal, se ela não fosse francesa nem poderia se chamar Guiana. Como se chamaria? Guiana II, a missão? :-P - devaneios de um blogueiro)



Em fevereiro de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e presidente francês Nicolas Sarkozy, se reuniram na Guiana Francesa para discutir uma aliança militar estratégica com a França, problemas de tráfico de ouro na fronteira e dar início à construção de uma ponte que ligará o território francês e o Brasil.

Prevista para ficar pronta este ano, a ponte seria a primeira conectando um território europeu às Américas.


Maquete eletrônica do projeto da ponte sobre o Rio Oiapoque (Imagem: Maia Melo Engenharia)


Mineiros ilegais do Brasil, com frequência bem armados, contrabandeiam ouro de lá e causam danos ambientais na Guiana Francesa.

Essa é a única fronteira em que os brasileiros criam mais problemas do que nossos vizinhos.
Delegado Mauro Sposito, coordenador de Operações Especiais de Fronteiras da Polícia Federal brasileira


Adaptado de Guiana Francesa: onde o Brasil faz fronteira com a Europa - DW.
Fonte: Lula e Sarkozy discutem defesa e exploração de ouro na Guiana - G1

Humanos poderiam regenerar tecido como as salamandras

Pesquisadores acreditam que os seres humanos podem regenerar tecido danificado, sem marca de cicatriz, apenas desligando um gene.


Reconstituir completamente um tecido ou mesmo brotar um novo membro no lugar de um decepado pode não ser algo que apenas ao organismo de seres mais simples como planárias e dos tritões possuem. Pelo contrário, parece que o que nos impede de ter esse poder de reconstituição é devido a algo que os seres humanos possuem a mais.
Os cientistas acreditam que um gene denominado p21 pode controlar a cura regenerativa, e ao desligá-lo, nós, seres humanos poderíamos realizar nossa própria regeneração.

Um estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences, sugere que o potencial para se curar sem cicatriz, ou até mesmo para regenerar um membro, embora de forma limitada, pode estar dormente em células humanas, mantido sob controle pelo gene p21. Um grupo de ratos de laboratório modificados geneticamente para não ter o p21 foram capazes de regenerar o tecido removido cirurgicamente até que nenhuma prova da cirurgia permanecesse.



Essa descoberta teve sua origem há mais de dez anos, durante outro experimento, quando uma equipe do The Wistar Institute liderada pela Dra. Ellen Heber-Katz percebeu que um rato havia perdido o furo feito como controle em sua orelha sem deixar marca de cicatriz.

Tentando achar uma explicação para o fenômeno, a equipe descobriu que o p21 estava particularmente inativo no animal. Inibindo o gene em outros ratos, os estudiosos conseguiram comprovar a ação do p21 no sistema de reconstituição.

Assim como um tritão que perdeu um membro, estes ratos irão substituir o tecido em falta ou danificado por um tecido saudável que não tem nenhum sinal de cicatrização.
Professora Heber-Katz


Essencialmente, ao se desligar o gene p21 permite-se que as células adultas passem a se comportarem como células-tronco pluripotentes, constituindo qualquer tipo de tecido necessário.

Todavia, há um porém. O gene p21 está estreitamente ligado ao gene p53. Um regulador da divisão celular que, atuando sem controle, pode levar a vários tipos de cânceres.



O gene p21 age como um freio natural para o p53, cessando a divisão celular, no caso de danos no DNA. Dessa forma, desligar o p21 pode permitir que as células participem da cura regenerativa, contudo, ao se fazer isso corremos riscos que incluem a divisão celular desenfreada (em bom português: câncer).

Inesperadamente, todavia, nos ratos de laboratório livres da atuação do p21 não houve surto de câncer, mas sim um aumento da apoptose, ou suicídio celular, que orienta as células danificadas a se auto-destruirem.

Os efeitos combinados de um aumento de células altamente regenerativas e apoptose pode permitir que as células destes organismos se dividam rapidamente sem ficar fora de controle e se tornar cancerosas.
Professora Heber-Katz


Aparentemente, devido a atuação de algum tipo notável de controle permite as células regenerativas trabalhar, e deixa a apoptose regular a divisão celular descontrolada, de uma forma equilibrada. Esse seria exatamente o tipo de comportamento observado em criaturas que se regeneram de forma natural, como as lagartixas. Essa divisão que não sai de controle e não se torna cancerígena é também observada em embriões de mamíferos.


O amputado mais famoso do Brasil. Esperança de regeneração no futuro com o p21.


Ainda será preciso realizar novas pesquisas para que se obtenha alguma aplicação prática da descoberta, mas a equipe já especula a possibilidade de, um dia, desenvolvermos uma maneira de acelerar a cura em humanos ao se desativar temporariamente o p21.

Enquanto nós estamos apenas começando a compreender as repercussões desses achados, talvez um dia nós vamos ser capazes de acelerar a cicatrização em humanos inativando temporariamente o gene p21.
Professora Heber-Katz


Quando esse dia chegar, só manteremos as quelóides se quisermos aumentar o sex-appeal.

Fonte: Info, Popular Science, The Guardian

Aparelho para cegos enxergarem com a língua

Um equipamento pioneiro, desenvolvido nos EUA, permitirá pessoas cegas a ler usando a língua.
Soldado cego que enxerga com a língua

Segundo os cientistas da Universidade de Pittsburgh, o equipamento funciona melhor com pessoas que já tiveram a visão normal antes. Por causa dessa característica do gadget, um dos primeiros voluntários é um ex-soldado britânico que ficou cego após um ataque no Iraque.



O soldado que ficou sem visão após um ataque por uma granada propelida por foguete no Iraque há três anos, foi equipado com um dispositivo que lhe permite "ver" com a língua, permitindo-lhe visualizar as formas, ler palavras e caminhar sem ajuda.

Fazer o soldado voltar a "ver" foi possível através da estimulação eletrotátil para aumento ou substituição sensorial, uma área de estudo que abrange o uso da corrente elétrica codificada para representar informações sensoriais aplicando essa corrente à pele, informações que um indivíduo não pode captar por meio dos canais normais, que envia a informação ao cérebro.



Por meio dessa técnica, o cérebro aprende a interpretar essa informação sensorial como se fosse enviada através do canal tradicional para cada dado.

Na ponta da língua: indivíduo recebe estímulos elétricos na língua e consegue perceber formas de modo simplificado

É o que acontece, por exemplo, com o código Braille. A pessoa consegue perceber o caracter, que normalmente seria uma informação enviada para o canal visual, usando para isso o tato.

Não vemos com os olhos; a imagem ótica não vai além da retina, onde é transformada nos padrões nervosos espaço-temporais de [impulsos] nas fibras óticas nervosas. O cérebro recria as imagens para análise dos padrões de impulso.
Dr. Bach-y-Rita. Pioneira no estudo da tecnologia


O dispositivo, denominado BrainPort, consiste de uma pequena câmara de vídeo conectada a um par de óculos de sol e é ligado por fios a uma espécie de pirulito feito com um material semelhante ao plástico que funciona como um receptor que os
usuários colocam sobre a sua língua para receber os impulsos elétricos.

É apenas um protótipo, mas o potencial de mudar a minha vida é grande. Permitiu-me pegar objetos afastados em linha reta, eu posso chegar e pegá-los quando antes eu esbarrava em coisa ao meu redor.
Craig Lundberg. Soldado que está testando o BrainPort


O Major-general Gale Pollock, um oficial dos EUA aposentado que trabalhou no programa de desenvolvimento, disse que o BrainPort envia informações para 400 pontos na conexão da língua. Projetistas pretendem atualizar o dispositivo para que estimule 4.000 pontos, proporcionando uma imagem mais clara.

O novo aparelho poderá custar mais de US$ 15 mil.

Atualização: Homúnculo Sensitivo



Na psicologia o homúnculo é a representação diagramática proporcional do corpo animal em relação às partes destes, representadas no córtex somestésico e motor.

A área neural, nessa representação, corresponde a cada porção corpórea. Assim, como a face tem uma maior quantidade de nervos e conseqüentemente de corpos de neurônios, o desenho terá uma imensa face, com um tronco pequeno, braços grandes com mãos enormes, pernas pequenas com pés médios. (fonte: Wikipedia)

Olhando o homúnculo sensitivo, parece lógico escolher a língua como um receptor para substituir o olhos (ao lado das mãos) por ser uma região com grande quantidade de terminações neurais.

Fonte: HowStuffWorks,Sky News, The Guardian, G1

Excesso de TV leva ao sobrepeso, excesso de computador não

Crianças que passam longos períodos em frente à televisão correm um risco muito maior de ficarem com sobrepeso do que aquelas de passam um longo tempo em frente ao computador.
Crianças em frente à TV

Foi o que mostrou um levantamento feita pela escola infantil de Lund, cidade ao sul da Suécia, conduzido pela enfermeira da enfermeira da escola, Pernilla Garmy.
A enfermeira reviu as respostas fornecidas em um questionário enviado a todas as crianças da escola primária.

Os resultados são conclusivos.
Pernilla Garmy. Enfermeira


O estudo mostra que o risco de estar acima do peso é diretamente afetado pela existência de uma televisão na sala, enquanto longos períodos passados na frente do computador não tem qualquer influência sobre o peso de uma criança.

Uma teoria para os resultados do inquérito postula que o uso de um computador exige mais atividade por parte do usuário - que pode estar conversando ou jogando jogos - do que assistindo televisão, um tempo gasto passivamente que favorece o consumo de lanches rápidos.

Televisão pode facilitar a obesidade

Essa pesquisa certamente carece (e merece) uma confirmação com uma amostra mais extensa e, porque não dizer, confiável.

Contudo, nos dá algo para ponderar já que a TV está sofrendo perdas significativas no números de horas que as pessoas gastam assistindo esse tipo de mídia devido a forte concorrência da internet.



Mas os computadores não se livram facilmente quando o critério adotado é a saúde do usuário. Por exemplo, estudos apontam que um uso maior da tecnologia pode facilitar o desenvolvimento de sintomas de depressão em adultos.

Fonte: The Local

Tutorial: Editor de templates interativo do Blogger

Finalmente! A Google finalmente resolveu fazer um editor de templates interativo decente que vai facilitar, e muito, a vida dos blogueiros.


É sempre a mesma história. Um internauta resolve criar um blog, entra no Blogger, escolhe um de seus templates, ajusta alguma cores e se sente feliz por ter criado um blog em poucos minutos.
Mas logo percebe que precisa de mais colunas, mais espaço no rodapé, uma largura maior na área de gadgets e aí não tem jeito. Precisa se embranhar na selva de linhas de HTML e estilos CSS ou ainda correr atrás de dicas de blogueiros com mais expertise e torcer para que, ao mexer em uma coisa, as outras não parem de funcionar.

Para minimizar esse problema o Blogger trouxe essa ferramenta online que pode levar a plataforma a um passo além de seus competidores mais próximos. Trata-se de um editor de templates interativo que você pode acessar através do Blogger in Draft (Blogger em Rascunho). Um espécie de laboratório onde o Google lança para teste suas inovações da plataforma antes de incorporar em definitivo no Blogger (e sempre traz um diferencial na edição das configurações do Blogger).

Para acessar a ferramenta basta clicar em Designer de Modelo dentro na aba Layout.

Veja a seguir as principais opções do editor de templates:

1 - Escolher o modelo do seu blog nunca foi tão fácil. E o resultado é conferido na hora pelo painel de visualização na parte inferior.



2 - Em seguida, é só escolher a figura que servirá de pano de fundo entre dezenas categorizadas por assunto. Assim fica mais fácil selecionar pelo estilo do seu blog.



3 - Os esquemas de cores (chamados de temas) são configurados dinamicamente. Você escolhe sua tonalida preferida com esse sofisticado Color Picker (seletor de cores) e as cores dos outros elementos da página mudam para combinar com sua escolha.



4 - Um, duas, três colunas? Você é quem sabe como quer o layout das suas páginas sem precisar meter a mão no código. E ainda pode ter uma coluna (sidebar) subdividida, desde que o modelo escolhido suporte a diagramação.



5 - O número de colunas do rodapé mereceu atenção especial. Combinado com as opções do layout do corpo, a possibilidades totalizam 24 combinações de diagramação de colunas.



6 - Para ajustar a largura de cada sidebar, nada de digitar linhas de código de estilo. Basta apenas arrastar os controles deslizantes e ver em tempo real como aquele gadget que ultrapassou os limites da borda vai encaixar em seu projeto de interface.



7 - As configurações gerais de fontes, cores e bordas dos elementos da sua página são executadas na opção Avançado. A cor da borda da postagem ou o tamanho do título do gadget é facilmente verificado, principalmente, devido a uma linha tracejada vermelha indicando o que será afetado pelas mudanças.



8 - Mesmo assim, um dia você pode querer se diferenciar indo além das opções oferecidas e vai querer codificar manualmente seus estilos CSS. Para isso o item Adicionar CSS está disponível permitindo verificar em tempo real qual será o reflexo das alterações no seu template.


Um template tão customizado quanto o do Blog Brasil Acadêmico não será facilmente adaptado para uma ferramenta automática da noite para o dia. Mas se um dia partirmos para um layout do zero certamente esse editor será de grande valia.
Mas para os blogueiros que estão iniciando um novo projeto de blog ou que querem testar suas experiências com CSS on-the-fly essa aplicação web vai ser uma mão na roda. Fiquei bem impressionado. Podia ter sido feito antes, mas a Google parece ter acertado em cheio na tentativa de conquistar corações e mentes dos blogueiros.
Para experimentar acesse: Blogger in Draft (Blogger em Rascunho)

Entrevista: Daniel Villas Bôas da Cia de Comédia SeteBelos

Veja a Entrevista realizada no dia 10/03/2010 com o ator Daniel Villas Bôas que faz o papel da Morte na peça "Terror - A Comédia" da Cia. de Comédia Setebelos de Brasília, cujo trabalho já foi mostrado aqui em outras oportunidades.

Terror. A Comédia


Blog Brasil Acadêmico:Você é o líder do grupo?

- Não sou o líder do grupo não (risos). No grupo todos os integrantes tem o mesmo peso. As decisões são tomadas em grupo. E o grupo é dividido de forma que cada um tenha uma tarefa, como por exemplo, blog, figurino, etc. Cada componente completa o grupo.

Blog Brasil Acadêmico: Como e quando nasceu o grupo SeteBelos?

- A primeira apresentação do grupo foi em setembro de 2005, quando surgiu para o público pela primeira vez. Nós fazíamos juntos uma oficina de teatro, onde nos juntamos para fazer comédia. O grupo começou a fazer apresentações por causa da oficina e o pessoal começou adorar, gostar muito, então nós vimos que tínhamos uma sintonia boa, que levávamos um certo jeito para comédia, assim resolvemos nos aventurar no mundo da comédia. Fizemos a primeira peça - Cinta Liga da Justiça -, que foi lotadíssimo e a galera nos surpreendeu, então vimos que era isso que queríamos para o resto da vida. Foi assim que surgiu.

Blog Brasil Acadêmico: Você é casado, solteiro, tem namorada?

- Eu tenho namorada.

Blog Brasil Acadêmico: Péssima notícia para as fãs... Por falar nisso, como é o assédio dos fãs?

- O pessoal que vem falar com a gente sobre nosso trabalho é maravilhoso, é muito gratificante, porque a gente tenta realmente fazer um trabalho com muito carinho, tentamos agradar gregos e troianos. As vezes, quando estamos no shopping, numa palestra ou num show, o pessoal pára para tirar fotos com a gente e nós adoramos. Tem gente que acha invasivo, mas nós adoramos o contato com os fãs. Ficar sabendo o que estão achando da peça, as críticas, parar e conversar, sentar num lugar, tomar um suco, isso a gente adora, adora, adora. Para a gente é bem legal mesmo, show de bola!

Blog Brasil Acadêmico: É bom ser bem acessível para os fãs.

- Com certeza.



Blog Brasil Acadêmico: Vocês tem bastante presença na Internet, qual é a importância do Orkut?

- A Internet em geral é muito importante para a gente, o orkut então mais ainda, porque é um site que a galera está acessando todos os dias, constantemente entrando nas comunidades, participando. Então para nós é importante o feedback do público, o que estão achando, o que está agradando mais, onde tem que melhorar. O orkut com a comunidade é legal por isso, e é um feedback por vontade própria, não pedimos nem esperamos, só nossa adorei tal coisa, é ótimo nesse sentido, e também tem a questão da divulgação, para convidar para um espetáculo novo ou uma nova temporada, um festival.

Links:
* Comunidade no Orkut
* Site


Blog Brasil Acadêmico: E o blog?

- Da mesma forma o Blog é um espaço para colocarmos mais a nossa cara, o que a gente gosta, acha curioso, para o pessoal entrar e acompanhar mais um pouquinho sobre a gente.

* Blog


Blog Brasil Acadêmico: No YouTube vocês emplacaram um viral com o Leônidas Fontes nadando na 202 Norte, totalmente alagada. Qual foi o impacto daquele vídeo e dos vídeos do SeteBelos no YouTube?

- O vídeo do Leônidas Fontes foi um sucesso gigante no Brasi inteiro e até no mundo, porque recebemos muitas mensagens de comunidades do Brasil em outros países (Holanda) dizendo que já conhecia o Leônidas Fontes. Quando estorou mesmo, o vídeo ficou em primeiro lugar, como o vídeo mais visto do mês, o mais comentado do mês, e por aí vai. O impacto foi show de bola, porque demos muitas entrevistas para jornais por conta desse vídeo. O Leônidas virou um ícone no Brasil, um herói brasileiro. É muito bom porque dá uma visibilidade não só no palco. Mas a gente tenta ocupar vários meios de comunicação, Internet, palcos, participação na televisão, CQC, pílulas de humor na Rádio TransAmérica. E na Internet o maior sucesso é esse vídeo do Leônidas Fontes.



Outro vídeo que fez muito sucesso foi o Mexeu com o Danilo mexeu comigo, que foi uma promoção que o Danilo lançou no twitter, que inclusive fomos nós que ganhamos a promoção, em poucos dias o vídeo recebeu milhares de visualizações e foi show de bola.



Blog Brasil Acadêmico: A Internet está virando uma praça de guerra para as celebridades pelo jeito.

- (Risos) A gente entra para brincar, mostrar nossa visão do mundo, tudo com bom humor, levando tudo na brincadeira.

Blog Brasil Acadêmico: Recentemente foi comemorado o dia internacional da mulher. Por que não tem "Uma Bela" no meio dos sete belos? Não faz falta uma mulher no grupo?

- Com certeza faz falta, mas o grupo se formou naturalmente, foram seis pessoas que tiveram uma sintonia muito boa, meio parecido, o jeito de pensar igual mesmo. É difícil juntar um grupo de pessoas e dar certo. E a gente sabe que já era, vai dar certo para o resto da vida. Não tivemos um processo de seleção, foi bem natural mesmo. Nos bastidores, preferimos as mulheres, porque nada melhor que as meninas lá fora tratando com o público, a mulher leva mais jeito para falar, mais paciência, mais simpática. E geralmente as mulheres tem mais organização. As vezes faz uma faltazinha sim, mas a gente completa com a nossa produção, com nossos assistentes, e por aí vai.

Blog Brasil Acadêmico: O grupo Os Melhores do Mundo teve uma grande projeção, apareceu na TV Globo, no programa Fantástico. Como vocês se relacionam profissionalmente com eles? Há uma troca entre os grupos de teatro de Brasília?

- Com certeza. Saímos para jogar video-game um na casa do outro, sai para barzinho, vai no aniversário um do outro. Nosso relacionamento é muito bom. Inclusive, o pessoal dos Melhores do Mundo é bem humilde, o sucesso não subiu à cabeça, estão aí para ajudar, dão dicas. O pessoal é muito bacana mesmo. Com o pessoal do G7 é a mesma coisa, assim como com o grupo de Quatro é Melhor. Então a gente está super bem, e tenta dar dicas um para o outro, até porque tem espaço para todo mundo. E a gente quer mais a qualidade da comédia em Brasília.

Eu desejo que a pessoa vá à peça do G7 e adore, porque ela vai sair falando bem da comédia e consequentemente, um dia essa pessoa vai na peça do de Quatro é Melhor e depois na dos SeteBelos. Esse é o pensamento do nosso grupo. Nos damos super bem e tentamos nos aproximarmos cada vez mais.

Blog Brasil Acadêmico: Esse tipo de feedback, de depoimento, mostra como é amistosa a relação entre as trupes de Brasília. Eu me considero um fã, que fui pego por uma dessas peças e fui para outra, e para outra. E hoje nós fazemos esse trabalho de divulgação (do teatro) também, para colocar o teatro de Brasília no posto que ele merece.

- Legal, show de bola!



Blog Brasil Acadêmico: A gente que acompanha teatro de humor sabe que muitos de vocês fazem parte do Anônimos da Silva. Qual é a influência da trupe no estilo do grupo que faz o "É tudo improviso" da Band. Vocês inspiraram os Barbichas?

- É muito bom ter pessoas que mexem com improviso, até acaba ganhando uma versatilidade dentro do grupo. Porque um sabe tocar piano, outro sabe fazer acrobacia, outro dança, outro canta. Essa versatilidade vem para acrescentar ao grupo
SeteBelos é maravilhoso. E são quatro atores do grupo SeteBelos que fazem partes do Anônimos da Silva, e as pessoas que não são dos dois grupos se dão super bem, são todos irmãos. Um ajuda o outro, por exemplo, já aconteceu que de um dia para o outro, um dos atores da Cia. SeteBelos ter que ser operado de apendicite, e o ator não compareceria ao show à noite. Então tivemos que correr atrás da melhor pessoa para substitui-lo. Confiamos muito nos redatores, é quando entra muito a parte do improviso, a pessoa cai de paraquedas e tem que decorar o texto inteiro em uma tarde. E já aconteceram várias vezes, apendicite, pé quebrado, etc...

O Anônimos da Silva já está desde 2005 com show de improviso. O pessoal dos Barbichas disse que já tinha visto um vídeo nosso no YouTube, que inspirou nosso cenário. Já ficamos duas vezes em vice lugar no campeonato de improviso do Rio de Janeiro, o que acrescenta muito ao nosso trabalho. Até no palco isso reflete bastante, porque sempre no teatro o pessoal adora quando tem o improviso, o inesperado, o erro, o pessoal adora o erro, então a gente tem que tirar proveito do erro, fazer uma coisa boa, com a interação da plateia.

Blog Brasil Acadêmico: Essa última peça, "Terror - a comédia", como foi concebida e de quem é o texto?

- O texto é de toda a Cia. SeteBelos, o processo de criação é em conjunto, passa alguns meses em brainstorming de ideias, jogando várias ideias em cima do tema. Tudo é anotado, nada é desprezado; inclusive a pior piada é anotada, fica registrada. Talvez aquela piada horrível vira uma piada maravilhosa, e geralmente acontece isso; ela vira uma piada do nosso gosto. Depois a gente pára para juntar tudo dentro da trama que a gente escolheu, porque também há um brainstorming de tramas. Então tem a pessoa com mais jeito de incluir as ideias dentro da trama, que vai estruturar isso melhor. E conforme a peça vai sendo escrita, todo mundo vai opinando, sugerindo mudanças de texto, de personagem. Assim, o grupo vai interagindo e o texto final fica com a cara de todos do grupo.

Blog Brasil Acadêmico: A peça foi realmente produzida com capricho, com bonecos gigantes na entrada que, de cara, cria esse clima de "terror", que poderia ser chamado de "terrir". O figurino e a maquiagem também merece destaque. A iluminação e o cenário foram caprichados. Tinha até balinhas SeteBelos para o público (os dentistas vão faturar). Mas a novidade técnica principal é o som, que vocês anunciaram como um recurso inédito no teatro brasileiro. A primeira peça de teatro com som surround. Como surgiu essa ideia?



- Desde a nossa estreia até hoje o Marcelo, nosso sonoplasta, começou um trabalho incrível e que a gente não consegue imaginar outra pessoa fazendo o trabalho que não fosse ele. A ideia do som partiu dele mesmo, que é ter um som 5.1 surround, e fazendo pesquisa descobrimos que no Brasil não tinha nenhuma comédia com esse tipo de som. Assim, a Cia. SeteBelos é a primeira a apresentar uma comédia que utiliza esse som.

Você não tem ideia do trabalho que é fazer uma peça que apresente um som com essa qualidade, para dar o efeito e tudo mais. Foi um investimento grande, mas valeu para fazer um diferencial, é bem interessante. É um preciosismo mesmo, porque muitas vezes a pessoa nem repara. Por exemplo, no momento que o cientista está subindo as escadas, o público acompanha os passos na direção em que o som está saindo. É bem bacana mesmo poder explorar outras manifestações do público. Foi um investimento que a gente quer, inclusive, levar para os outros espetáculos. Todos os nossos espetáculos que forem com som 5.1 será como o de cinema. O público está gostando muito. A gente nem divulgou muito antes da estreia, porque não sabíamos como seria a reação do público. A resposta está ótima e a tendência é só melhorar o som, para melhor aproveitar e ser melhor utilizado.

Blog Brasil Acadêmico: Eu mesmo fui um desses caras que ficou procurando por onde o cientista estava subindo, por qual escada.

- (risos)

Blog Brasil Acadêmico: A peça foi encenada no Auditório da UNIP. É difícil adaptar tantas caixas de som para configurar o recurso em outros teatros de Brasília?

- Cada sala tem uma característica. Em algumas salas o desafio será maior mesmo. Mas acredito que em todas as salas será possível reproduzir esse mesmo som. Mas o que preocupa, às vezes, é ter o maior número de pessoas sendo beneficiadas ou não porque vai depender do lugar onde a pessoa sentar em determinado teatro. Infelizmente são cinco caixas posicionadas em determinado ponto, e quem sentar no centro tem uma posição privilegiada porque pega o melhor do som 5.1.

Então no Teatro dos Bancários, pela sua configuração, o desafio será maior, porque nosso sonoplasta já falou que terá que ser bem planejado para beneficiar o máximo de pessoas possível. Mas que será possível fazer em todos os teatros sim, pois levaremos o equipamento para o teatro que formos.

Blog Brasil Acadêmico: Vocês estão com um serviço de delivery de ingresso? Como funciona? E qual é a abrangência e o custo do serviço?

- Começamos com o serviço de delivery no ano passado e o resultado foi incrível, o pessoal começou a ligar e participar do delivery. Então começamos ir à casa das pessoas entregar, parar, trocar uma ideia com cada um. E foi muito bacana porque passamos a conhecer muita gente, que acompanha nosso trabalho, que vai nos assistir sempre. Porque geralmente a gente fala com o publico lá fora, mas como é muita gente passando e aquela correria, a gente não consegue conversar.

Foi tão bom por conhecer as pessoas, que estamos colocando o serviço em todas as nossas temporadas. E é uma comodidade para a pessoa, porque é aquela correria, não tem como passar no teatro. Muitas vezes entregamos no trabalho da pessoa, em casa, na faculdade. Então o resultado é positivo em todos os sentidos, não tem ponto negativo. E a gente acaba dividindo, porque são vários lugares, alguns distantes, mas alguém do grupo vai passar por lá.



Blog Brasil Acadêmico: Vocês garantiram o patrocínio para montar uma peça mais cara. É essa a equação. É só o patrocínio aparecer que a produção cresce em qualidade?

- A nossa intenção é manter o maior padrão sempre, mas sem dúvida nenhuma faz toda a diferença o patrocínio, o investimento de uma outra empresa, que agora é da Academia Unique, para a gente ousar mais, junto com o patrocinador.

Blog Brasil Acadêmico: Quando e onde será a próxima apresentação do grupo agora em Março de 2010?

- A próxima apresentação será no Teatro Ulisses Guimarães - UNIP, na 913 Sul, no sábado (13) e no domingo (14).

A temporada em Taguatinga será no Centro Cultural SESI de Taguatinga, nos sábados (20,27) e nos domingo (21,28).

Sempre às 21h no sábado e às 20h no domingo.

Blog Brasil Acadêmico: Para encerrar, deixe uma mensagem do SeteBelos para os leitores do Blog Brasil Acadêmico.

- Quero dizer para os fãs que acompanham o blog que obrigado, primeiro, por acreditar no nosso trabalho, por acompanhar, e que é muito importante para a gente, o feedback de vocês. Infelizmente no começo do nosso trabalho, muita gente desacreditava, que não vai para a frente, não vai dar em nada. Isso tem na maioria dos trabalhos, mas no nosso principalmente porque a entrada no teatro é difícil mesmo. Mas quem acredita, dá um feedback, vem alimentar o nosso sonho e compra esse sonho, muitissíssimo obrigado.

A gente não tem palavras, a gente comenta entre a gente, é tão legal quando compra a ideia, compra o sonho e embarca nessa junto com a gente, porque a gente faz de tudo para dar certo. E realmente é um sonho, porque a gente está correndo atrás para que se concretize.

Então a participação do público, se gostou, chamar, divulgar, acompanhar, só temos a agradecer e abraçar essas pessoas junto com nosso sonho. Então é isso, muito obrigado e voltem sempre.



Depois desse depoimento não há muito a acrescentar: vá ao teatro você também.

Entrevista concedida por telefone ao nosso moderador Prof. Alexandre Gomes


Páginas:
Related Posts with Thumbnails