$hide=/p/valores.html

Como os EUA deveriam usar seu status de superpotência

Indicar:

Americanização e globalização são basicamente a mesma coisa há muitas gerações. Mas a visão dos EUA sobre o mundo – e a visão do mundo sobre...

Americanização e globalização são basicamente a mesma coisa há muitas gerações. Mas a visão dos EUA sobre o mundo – e a visão do mundo sobre os EUA – está mudando. Em um rápido tour pelo estado atual política internacional em 2016, Ian Bremmer discute os desafios de um mundo onde nenhum país ou aliança enfrenta os desafios da liderança mundial e questiona se os EUA estão prontos para liderar pelo exemplo, não pela força.


Quando vimos ao TEDx, sempre pensamos em tecnologia, no mundo mudando, tornando-se mais inovador. Pensamos na ausência de condutores. Todos estão falando sobre carros sem condutor e eu amo o conceito de um carro sem condutor, mas quando entro em um, sabe, quero que ande bem devagar, quero ter acesso ao volante e ao freio, só por precaução, certo? Não sei vocês, mas não estou preparado para um ônibus sem condutor. Não estou preparado para um avião sem condutor.


Que tal um mundo sem condutor? E faço essa pergunta porque estamos cada vez mais em um.

Não é para ser assim. Somos o número um, os Estados Unidos são o todo poderoso. Americanização e globalização, há várias gerações, são praticamente a mesma coisa. Seja com a Organização Mundial do Comércio, com o FMI, o Banco Mundial, os Acordos de Bretton Woods sobre a moeda; essas eram instituições americanas, nossos valores, nossos amigos, nossos aliados, nosso dinheiro, nossos padrões. Era assim que o mundo funcionava.


Então, é um tanto interessante. Se querem ver a cara dos EUA, aqui está. Essa é nossa visão de como o mundo é governado. O presidente Obama no tapete vermelho, descendo do Air Force One, é uma imagem bem agradável, muito confortável.


Não sei quantos de vocês viram a viagem para a China na semana passada e o G20. Meu Deus! Não é? Foi assim que aterrisamos para a mais importante reunião dos líderes mundiais na China. A Conselheira de Segurança Nacional estava na pista, sendo prolixa, não havia tapete vermelho, deixaram a traseira do avião de fora, juntamente com a mídia e todas as outras pessoas.


Mais tarde, no G20, bem, aí está Obama.

(Risos)

Oi, George. Oi, Norman. Estão com cara de quem vai entrar em uma luta, não é? E entraram: durante 90 minutos, falaram sobre a Síria. Era sobre isso que Putin queria falar. Cada vez mais ele dita as regras. É ele quem quer fazer algo aqui. Não há muita admiração ou confiança mútua, mas os americanos não estão dando ordens.

E quando todos os 20 se juntarem? Claro, quando os líderes estiverem no palco, os americanos vão fazer sua parte. Opa!

(Risos)


Xi Jinping parece estar bem. Angela Merkel tem – sempre tem – aquela expressão, ela sempre faz isso. Mas Putin está dizendo ao presidente turco Erdogan o que fazer e Obama está pensando: “O que está acontecendo ali?”

Entendem? E o problema é que não é um G20, o problema é que é o mundo onde vivemos é G-Zero, uma ordem mundial em que não há um só país ou aliança que enfrente os desafios da liderança global. O G20 não funciona, o G7 e todos os nossos amigos já eram. E a globalização continua. Bens, serviços, pessoas e capital estão se movendo além das fronteiras mais rapidamente do que nunca, mas a americanização não.

Então, se os convenci disso, quero fazer duas coisas ainda nesta palestra. Quero falar sobre as consequências disso, para o mundo todo. Vou dar a volta nele. E depois quero falar sobre o que pensamos aqui nos Estados Unidos e em Nova York.

Quais são as consequências? Por que estamos aqui? Bem, estamos aqui porque os Estados Unidos gastaram US$ 2 trilhões com guerras no Iraque e no Afeganistão que fracassaram; não queremos mais fazer isso. Temos altos números das classes média e trabalhadora que acham que não se beneficiaram com as promessas da globalização, e não querem que ela aconteça. E temos uma revolução na energia: não precisamos da OPEP e do Oriente Médio como antes. Produzimos tudo bem aqui nos Estados Unidos. Os americanos não querem ser o agente mundial da segurança, nem o arquiteto do comércio global. Os americanos não querem nem ser entusiastas de valores globais.

Aí, temos a Europa, e a aliança mais importante do mundo é a relação transatlântica. Mas agora está mais fraca do que jamais esteve desde a Segunda Guerra Mundial. Todas as crises, os diálogos sobre Brexit, a cobertura financeira entre os franceses e os russos, ou entre os alemães e os turcos, ou entre os britânicos e os chineses.

A China quer exercer mais liderança. Eles querem, mas apenas na esfera econômica, e querem seus próprios valores, padrões e moeda concorrendo com os dos EUA. Os russos também querem. Podemos ver isso na Ucrânia, nos Países Bálticos, no Oriente Médio. Mas não com os americanos. Querem suas próprias opções e imposições. É por isso que estamos onde estamos.


Então, o que acontece daqui para a frente? Comecemos pelo mais fácil: Oriente Médio.

(Risos)

Sabem, deixei um pouco de fora, mas dá para ter uma ideia. Há três razões pelas quais o Oriente Médio tem tamanha estabilidade. A primeira é porque havia uma disposição para proporcionar certo nível de segurança militar vinda dos EUA e aliados. A segunda é que era simples tirar muito dinheiro fácil do solo porque o petróleo era caro. E a terceira: não importa quão ruim eram os líderes, as populações estavam adormecidas. Elas não tinham a capacidade, e muitas não tinham o desejo, de se rebelar.

Bem, posso dizer que, em um mundo G-Zero, essas três razões são cada vez menos reais, bem como estados fracassados, terrorismo, refugiados e o resto. O Oriente Médio todo desmorona? Não, os curdos vão se dar melhor e, com o tempo, Iraque, Israel e Irã. Mas, de uma forma geral, não é um bom cenário.


Tudo bem, e esse cara? Está se virando muito bem, apesar das dificuldades. Não há dúvidas de que ele está superando as expectativas. Mas, em longo prazo – não quis dizer isso. Mas, em longo prazo, em longo prazo, se acham que os russos foram contrariados quando EUA e Europa expandiram a OTAN até suas fronteiras quando disseram que não o fariam, e com a UE intrometendo-se, esperem só até os chineses colocarem centenas de bilhões de dólares em cada país ao redor da Rússia onde ela pensava ter influência. Os chineses vão dominar tudo. Os russos vão catar as migalhas. Em um mundo G-Zero, serão dez anos bem tensos para o Sr. Putin.

Isso não é tão ruim, certo? A Ásia está bem melhor. Há verdadeiros líderes pela Ásia, eles têm grande estabilidade política, já estão lá há algum tempo. Sr. Modi na Índia, Sr. Abe, que provavelmente assumirá um terceiro mandato pelo Partido Liberal Democrata no Japão, também Xi Jinping, que está se consolidando no poder, o líder mais poderoso da China desde Mao. Essas são as três principais economias da Ásia. Mas, veja, há problemas na Ásia. Vemos o combate no Mar da China Meridional. Vemos que Kim Jong Un, nos últimos dias, testou mais uma arma nuclear. Mas os líderes da Ásia não sentem necessidade de erguerem bandeiras, de serem xenófobos, de permitirem o aumento das tensões geopolíticas transfronteiriças. Eles querem focar estabilidade e crescimento econômicos em longo prazo. E é isso mesmo que estão fazendo.

Vejamos a Europa. A Europa parece um pouco assustada nesse ambiente. Muito do que vem acontecendo no Oriente Médio está sendo, de fato, levado para as margens da Europa. Vemos Brexit e as questões do populismo por todos os países da Europa.

Vou dizer que, em longo prazo, em um mundo G-Zero, a expansão europeia já terá ido longe demais. A Europa foi à Rússia, foi ao Oriente Médio, e, se o mundo estivesse, mesmo, ficando mais plano e mais americanizado, seria menos preocupante, mas, em um mundo G-Zero, os países mais próximos à Rússia e ao Oriente Médio, na verdade, têm diferentes capacidades econômicas, diferentes estabilidades sociais e preferências e sistemas políticos diferentes da Europa Central. A Europa conseguiu realmente expandir por meio do G7, mas, com o G-Zero, a Europa ficará menor. A Europa Central, países como Alemanha, França e outros, ainda funcionará, será operante, estável, rica e integrada. Mas a periférica, países como Grécia, Turquia e outros, não vai ficar tão bem assim.

América Latina: muito populismo fez as economias não irem tão bem. Foram mais contrários aos EUA por décadas. Cada vez mais estão voltando. Vemos isso na Argentina, vemos com a abertura de Cuba, veremos na Venezuela, quando Maduro cair. Veremos no Brasil, após o impeachment, e quando, finalmente, um novo e legítimo presidente for eleito. O único país que vemos caminhar em outra direção é o México, com a impopularidade de seu presidente Peña Nieto. Poderemos ver um afastamento dos EUA nos próximos anos. A eleição nos EUA terá grande influência nisso, também.

(Risos)

África, certo? Muitas pessoas disseram que essa finalmente será a década da África. Em um mundo G-Zero, é um momento ótimo para alguns países africanos. Para os bem governados, com muita urbanização, muitas pessoas inteligentes, mulheres entrando para o mercado, empreendedorismo decolando. Mas, para a maioria dos países da África, será muito mais incerta: condições climáticas extremas, radicalismo, tanto do islamismo quanto do cristianismo, governança fraca, fronteiras desprotegidas, alta migração forçada. Esses países podem sair do mapa. Veremos uma segregação extrema ocorrer entre vencedores e derrotados por toda a África.

Enfim, de volta aos Estados Unidos. O que eu penso sobre nós? Porque há muitas pessoas irritadas, não aqui no TEDx, eu sei, mas nos Estados Unidos, meu Deus, após 15 meses de campanha, nada mais justo. Entendo isso. Muitos estão irritados porque dizem:

“Washington não funciona, não confiamos no sistema, odiamos a mídia”.

Puxa, até globalistas como eu estamos dando a cara a tapas.

Vejam, eu acho que temos que reconhecer, meus colegas campistas, é que, quando somos perseguidos por um urso, no contexto global, não precisamos correr mais do que o urso, apenas temos que correr mais que os outros campistas.

(Risos)

Acabei de falar com vocês sobre nossos colegas campistas. Certo? E, dessa perspectiva, estamos bem. Muitas pessoas nesse contexto dizem: “Vamos investir no dólar, em imóveis em Nova York. Vamos mandar nossos filhos para universidades americanas”. Sabem, nossos vizinhos são fantásticos: Canadá, México e dois grandes conjuntos de água. Sabem quanto a Turquia adoraria ter vizinhos assim? Esses vizinhos são fantásticos.

O terrorismo é um problema nos Estados Unidos. Sabemos bem disso aqui em Nova York. Mas é um problema muito maior na Europa do que aqui. É um problema muito maior no Oriente Médio do que na Europa. Esses são fatores de grande importância. Aceitamos 10 mil refugiados sírios e estamos reclamando amargamente disso. Sabem por quê? Porque eles não podem nadar até aqui. Certo? Os turcos adorariam ter apenas 10 mil refugiados sírios. Os jordanianos, os alemães, os britânicos. Não é? A situação não é essa. Essa é a realidade dos Estados Unidos.

Parecer ser muito boa.

Aqui está o desafio: em um mundo G-Zero, deve-se liderar pelo exemplo.

Se sabemos que não queremos mais ser os agentes do mundo, que não seremos os arquitetos do comércio global, não seremos os entusiastas dos valores globais, não vamos mais agir como antes, o século 21 está mudando, devemos liderar pelo exemplo, ser tão convincentes que todos os outros ainda vão dizer: “Eles não são apenas os campistas mais rápidos. Mesmo quando o urso não está nos perseguindo, é bom estar aqui. Queremos imitá-los”.

O processo eleitoral desse ano não está dando boas opções de liderança pelo exemplo. Hillary Clinton diz que vai ser como nos anos 90. Ainda podemos ser os entusiastas dos valores. Ainda podemos ser os arquitetos do comércio global. Ainda podemos ser o agente mundial. E Donald Trump quer nos levar de volta aos anos 30. (Risos) Ele diz: “É do nosso jeito ou rua. Se não gosta, o problema é seu”. Nenhum dos dois reconhece uma verdade fundamental do G-Zero:

Mesmo que os EUA não estejam em declínio, está ficando objetivamente mais difícil para os americanos imporem sua vontade, ou até terem grande influência na ordem global.

Estamos realmente preparados para liderar pelo exemplo? O que teríamos que fazer para resolver isso após novembro, após a chegada do novo presidente? Ou teremos que ter uma nova crise que nos force a reagir. Uma depressão faria isso. Ou outra crise financeira mundial. Ou, Deus nos livre, outro 11 de setembro. Ou, na ausência de uma crise, precisamos perceber que o vazio, a desigualdade, os desafios, que crescem cada vez mais nos EUA, já são urgentes o bastante para obrigar nossos líderes a mudarem e que temos voz para isso. Com nossos celulares, individualmente, temos a voz para exigir que mudem.

Há, claro, uma terceira alternativa, talvez a mais provável, que é não fazermos nenhuma dessa coisas e, em quatro anos, vocês convidam-me novamente, e eu farei esse discurso mais uma vez.

Muito, muito obrigado.

Fonte: TED
[Visto no Brasil Acadêmico]

Comentários

BLOGGER

$hide=/p/valores.html

[/fa fa-cloud/ Nuvem de categorias]$hide=mobile

Nome

A divulgar Abelha Acessibilidade acessório Acidente Acidentes Acústica Adágios Adestramento Administração adulto Aerodinâmica Aeronáutica África Agência Brasil Agência Fiocruz Agência Porvir Agência Senado Agência USP Agricultura Agropecuária AIDS Alcoolismo Alemanha Alerta Algoritmo Alimento Alzheimer Amazon Amazônia América Latina Análise Combinatória Anatomia Android Animação Animais de Estimação Animal Antropologia Apicultura App Apple Apresentação aquário Argentina Arqueologia arquitetura Arte Astrobiologia Astrofísica Astronomia Ativismo Áudio Audio FX Áustria Autismo Auto-ajuda Automobilismo Automóvel aventura Aviação Aviônica Bahia Balonismo Banco de Dados Beber e Dirigir biblioteconomia Bicicleta Biografia Biologia Biologia Marinha bioquímica Biotecnologia Bitcoin Blog Blogger Boato Bomba borderô de desconto Botânica BRASA BRASA Leads Brasil Brasília BRIC Browser Bugs CAD Calor Câmera lenta Campanha cardiologia Carnaval carreira Cartografia Casemods Caso Isabella Nardoni Caso Snowden Ceará Celebridades celular Células-Tronco Cérebro Charge China Cibercultura Ciclovia Cidadania Ciência Cinema Clip Cliparts Cloud computing Coaching Comédia competência Complemento de dois Comportamento Computação Computação em grade Computação forense Computação Gráfica Computação Móvel Comunicação e Marketing Concurso Concurso Cultural de Natal Concursos Público Concursos Públicos Conectômica Conferência Congresso em Foco Conspiração Consumidor Consumismo contabilidade Contos Copa do Mundo Cordel Coreia do Norte Coreia do Sul Corpo Coruja cosmética Cosmologia Crash Course Criança Criatividade Crime Crime Digital crise crise econômica crônica crônicas Cronologia CSS Cuba Culinária Cultura Curiosidades custos fixo custos variáveis Dança DAO Darwin Davos Debate Decoração demência Demografia Denúncia Dermatologia Desastre Natural Descoberta desconto duplicatas Desenho instrucional Desenvolvimento de jogos Design Design Instrucional Destaque Dia das Mães Dia do professor diabetes Dicas Didática Dieta diplomacia Direito Direito Eleitoral Direito Internacional Direito Tributário Direitos Humanos Disney Distrito Federal Documentário Doutorado download Drogas Drone Dubai e-Book e-governo EBC Ecologia Economia Editoração Eletrônica Educação Educação a Distância Educação Corporativa educação física Educação sexual Efeitos Sonoros Egiptologia Eleições Eleições 2014 Eleições 2018 Eletricidade eletrônica Embrapa empreendedorismo enciclopédia endocrinologia Enem Energia Energia Alternativa Energia Nuclear Engenharia Engenharia Agrícola Engenharia Civil Engenharia de materiais Engenharia de Software Engenharia Genética Engenharia Mecânica Enretenimento Ensino a Distância Ensino Superior Entomologia Entretenimento Entrevista Entrevista. Epidemiologia Epistemologia Equador Escândalo Escritório Espaço Espanha Espanhol Espeleologia Espetáculo Espionagem Esporte Estação Estágio Estatísticas estrutura de dados Ética EUA Europa Evento Evolução Exercícios físicos Exobiologia experiência fábulas Facebook Farmacologia Favo Feminismo Férias Ferramentas FIFA Filantropia Filmes Filosofia Finlândia Firefox Física Física Quântica Fisiologia Fisioterapia Flagrante Flamengo Folclore Fome Fonética Fonoaudiologia Fotografia Fotos em 360 graus França Francês frases Fraude Freeware Futebol Futurologia gadget Gafe Gastroenterologia Gastronomia Geek Genética Geofísica Geografia Geologia Geometria geopolítica Gerenciamento do Tempo Geriatria Gestão de Competências Gestão de Configuração Gestão de Pessoas Gestão de Projetos Gestão do conhecimento Ginecologia Glass Google Governo GPS Gradiente gramática Gravidez Grécia Grécia Antiga Guerra Guerra Civil Guinness H2 Haiti hardware História HIV Hololens homenagem Horologia HPV HTML Humor Humor Negro IBGE IBM ICIJ Idioma IHC ilo ilusão ilusionismo Imagem 3D Imagens Imagine Cup Império Romano Imprensa Impressora 3D Imunologia Incêndio Inclusão digital Índia Índios Infectologia Infográfico Informática Inglaterra Inglês Inovação Inspiração Inteligência Artificial intercâmbio Interface Interfaces Hápticas Internacional Internacionalização da Amazônia Internet Internet das Coisas Inundação Invenção Inventos iPad IPEA iphone Irã Iraque Israel Japão Java Java. jogos Jogos educativos Jogos Olímpicos Jornalismo Justiça Kinect Le Monde Diplomatique Brasil Le Monde Diplomatique Brasil Letras Lexicografia Liderança Life Hacking Linguística Literatura Livro Lógica Logística Loterias Lua Maçonaria Malásia Malvinas Malware Mapa Mário Sérgio Conti Marte Mastologia Matemática Matemática Financeira maternidade Mecânica Mecânica dos Fluidos Mecatrônica Medicina Medicina Esportiva Medicina Veterinária Meio Ambiente Mel melanoma Memória memorização Mente Mercado de Trabalho mercosul Mestrado meteorologia Metodologia Científica México Microbiologia Microsoft Mídia Social Militar Mineralogia Mistério MIT Mitologia Mobilidade Mobilidade Urbana MonaVie Montanhismo Moodle Mossad Motivação Movimento Maker MSF Mudança Climática Mulher Multimídia museu Música MVC Nanotecnologia Nasa Natação Natal Natureza Negócios Netflix Neurociência Neurologia Nicolelis Nordeste Noruega notícias Novidades Novo Enem Números Nutrição Obama Obesidade Observatório da Imprensa Obstetrícia Oceanografia odontologia Offshore Leaks oftalmologia Olimpíadas oncologia ONU Opinião Óptica Oracle Oriente Médio Orkut Ornitologia ortografia Ortopedia Ótica Otorrinolaringologia Oxfam Pacifismo Paginadores paleontologia Paquistão Pará Paraguai parkinson Passeio virtual Patinação Pedagogia Pediatria Pensamentos performance Periférico Pesca Pesquisa Petição Petrobrás Petróleo Photoshop Pirataria planilha de custo Playstation 3 Plebiscito Pneumologia Podcast Poesia Poítica Politica Política Portugal português Pós-graduação prazo médio Pré-sal Prêmio Nobel primatologia Primeira Guerra Mundial privacidade produtividade professor Hamilton Alves Programa Gratuito Programação Projeção Mapeada Projeto Truco Promoção Propaganda Psicanálise Psicologia Psicologia Animal Psiquiatria Pública publicidade Publieditorial Quadrinhos Quads Qualidade Qualidade de Vida química realidade aumentada realidade diminuída Realidade Misturada Realidade Virtual Reconhecimento de imagem Reconhecimento de voz Recorde Redação redes Referência Referendo Reforma Política Reino Unido Relacionamento Relações Internacionais Religião Responsabilidade Social Retrospectiva Review Rio 2016 Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul robótica Roda Viva Roma roteiro RSA Rússia Samsung Sanitarismo Santa Catarina São Paulo Saúde Savant Segunda Guerra Mundial Segurança Segurança da Informação Seleção Natural Séries serviço Serviço Online Sexologia sexualidade Show SIGGRAPH Simulação Singularity University Síria Sismologia Sistema operacional Sistemas de Numeração Sites de Busca Sociedade Sociologia Software Software Livre Sol Sono Sony SOPA Star Wars Suécia Sugestão de presentes Sun supercomputadores Sustentabilidade Tabagismo Taiwan Talento precoce taxa de juros efetiva taxa de juros nominal Taxas Equivalentes Taxidermia Teatro Técnicas de Estudo Tecnologia Tecnologia da Informação TED TED-Ed TedMed TEDx TEDx Rio+20 TEDxAmazônia TEDxAsaSul Telefonia Televisão Temas Tempo Tendências Teologia teoria das supercordas Terremoto Terrorismo Testes Tipologia Tomada de Decisão tradução Trânsito transporte tributo Trigonometria Tubarão Tunísia Turismo Tutorial Twitter Uber UFC UFG ufologia UFRJ Unicamp UNIFESP universidade Universidade Corporativa Universidade de Cambridge Universidade de Michigan Urbanismo Urologia USP Utilidade Pública Utilitário Vale Vaticano Veículo Autônomo Ventriloquismo Verão vestibular Vestimenta Vida Digital Vida Moderna Vida Selvagem Videogame Vídeos Vídeos 360 Violência Vírus Visão Computacional Vôlei Vulcanologia Watergate Política WCIT 2016 WCIT 2017 Web 2.0 Web Application Web Semântica Web Seminar webdesign Webinar widget WikiLeaks Wikipedia Windows Xadrez YouTube Zika Zoologia
false
ltr
item
Brasil Acadêmico: Como os EUA deveriam usar seu status de superpotência
Como os EUA deveriam usar seu status de superpotência
https://1.bp.blogspot.com/-k57hlC0BtyY/WnGGpHpnTSI/AAAAAAAAurY/OAuY8MdHND8S58PGdZmOLMgzTKT90VrwACLcBGAs/s400/Ian.jpg
https://1.bp.blogspot.com/-k57hlC0BtyY/WnGGpHpnTSI/AAAAAAAAurY/OAuY8MdHND8S58PGdZmOLMgzTKT90VrwACLcBGAs/s72-c/Ian.jpg
Brasil Acadêmico
http://blog.brasilacademico.com/2018/01/como-os-eua-deveriam-usar-seu-status-de.html
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/
http://blog.brasilacademico.com/2018/01/como-os-eua-deveriam-usar-seu-status-de.html
true
3049085869098582068
UTF-8
Nenhuma artigo encontrado. VER TODOS Leia mais Responder Cancelar resposta Apagar Por Início PÁGINAS POSTS Ver Todos Indicado para você CATEGORIA ARQUIVO BUSCA TODOS ARTIGOS Nenhum artigo corresponde ao critério procurado Ir para Início Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez agora 1 minuto atrás $$1$$ minutes ago 1 hora atrás $$1$$ hours ago Ontem $$1$$ days ago $$1$$ weeks ago mais de 5 semanas atrás Seguidores Seguir Este conteúdo é PREMIUM Por favor, compartilhe para liberar Copiar todo o código Selecionar todo o código Todos os códigos foram copiados para o clipboard Can not copy the codes / texts, please press [CTRL]+[C] (or CMD+C with Mac) to copy