Qual será a próxima revolução científica?

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Ao longo da história, a especulação tem impulsionado uma ciência bela e revolucionária, abrindo nossos olhos para universos inteiramente nov...

Ao longo da história, a especulação tem impulsionado uma ciência bela e revolucionária, abrindo nossos olhos para universos inteiramente novos. "Não estou falando da ciência que engatinha como um bebê", diz Eric Haseltine. "Estou falando da ciência que anda a passos largos." Nesta palestra, Haseltine, de forma apaixonada, nos leva aos limites da corrida intelectual por novas ideias: uma que já fez história, e outra que está mergulhando numa das maiores questões da humanidade com admirável ambição (e uma saudável dose de ceticismo por parte de muitos).

Esta noite, vou compartilhar com vocês minha paixão pela ciência. Não estou falando da ciência que engatinha como um bebê. Estou falando da ciência que anda a passos largos. Estou falando de Darwin, estou falando de Einstein, estou falando da ciência revolucionária que vira o mundo pelo avesso. Hoje vou falar sobre duas ideias que poderão fazer isso. Digo "poderão" porque a maioria das ideias revolucionárias está errada e mesmo as certas dificilmente têm o impacto que queremos que tenham.

Para explicar por que escolhi essas duas ideias, vou começar com um mistério. Viena, Áustria, 1847. Ignaz Semmelweis era um médico severo, compulsivamente rigoroso, que dirigia duas maternidades. Elas eram idênticas, exceto por uma coisa. Em uma das clínicas, morriam três vezes mais mulheres logo após o parto, de febres altas. Tentando descobrir a diferença que estava causando aquilo, Semmelweis investigou tudo o que pôde. Saneamento? Não. Procedimentos médicos? Não. Ventilação? Não.

O quebra-cabeça permaneceu sem solução até ele autopsiar um médico que tinha morrido de um corte de um bisturi infectado. Os sintomas do médico eram idênticos aos das mães que estavam morrendo. Como era possível? Como poderia um médico homem ter a mesma coisa que as parturientes? Semmelweis rastreou tudo o que o médico tinha feito antes de adoecer, e descobriu que ele tinha autopsiado um corpo. Será que algo tinha entrado no machucado e o matado? Cada vez mais empolgado, Semmelweis procurou alguma possível relação entre os cadáveres no necrotério e as mães mortas na sala de parto, e acabou descobrindo. Acontece que, no hospital com altas taxas de mortalidade, mas não no outro, os médicos faziam partos imediatamente após autopsiarem corpos no necrotério. Ahá! Os cadáveres estavam contaminando as mãos dos médicos e matando suas parturientes. Assim, ele determinou que os médicos esterilizassem as mãos, e as mortes pararam. Dr. Ignaz Semmelweis tinha acabado de descobrir a doença infecciosa.

Mas os médicos daquele tempo achavam que ele estava louco, pois sabiam, e já por centenas de anos, que os gases ou vapores fétidos chamados miasmas causavam doenças, e não aquelas partículas hipotéticas que não conseguiam ver. Levou-se 20 anos para o francês Louis Pasteur provar que Semmelweis estava certo. Pasteur era um agroquímico que tentava descobrir por que o leite e a cerveja estragavam tão facilmente. E descobriu que a culpa era das bactérias. Ele também descobriu que elas podiam matar as pessoas exatamente da mesma forma que as pacientes de Semmelweis estavam morrendo.

Agora vamos para o assunto desta noite, em duas ideias. Vimos que Semmelweis foi um revolucionário. E por duas razões. Primeiro, ele abriu nossos olhos para um mundo completamente novo. Conhecíamos as bactérias desde a década de 1680. Só não sabíamos que elas matavam pessoas. E ele também estraçalhou ideias que eram caras às pessoas. Miasmas não matavam pessoas; bactérias matavam pessoas.

Assim, isso me traz às duas ideias sobre as quais quero falar hoje. Uma abriu nossos olhos para um universo completamente novo, e a outra ataca crenças antigas.

Vamos começar com Dr. Eric Betzig. Ele é um físico que abriu nossos olhos para um mundo inteiramente novo ao violar as leis da física. Betzig é um verdadeiro rebelde. Ele largou um emprego no respeitado Bell Laboratory, onde inventava microscópios para a biologia, porque achou que os cientistas pegavam suas brilhantes invenções e faziam um péssimo trabalho com elas. Então, ele se tornou um homem do lar, mas nunca perdeu sua paixão por descobrir como conseguir microscópios que vissem cada vez mais detalhes que nunca tinham sido vistos antes ou jamais poderiam ser vistos. Isso é crucial para entendermos como as células funcionam, e como o câncer funciona, e como algo 150 vezes menor do que uma cabeça de alfinete pode fazer todas essas coisas incríveis, como produzir proteínas e mover cargas, e essas coisas todas.

Porém, há um problema. Existem as leis da física, e uma das leis da física é o chamado limite da difração. O limite da difração é meio quando você vai ao oftalmologista e consegue ler até um certo ponto, não importa a qualidade dos seus óculos.

Esse era considerado um problema impossível de ser resolvido. Mas um dos amigos de Betzig descobriu como pegar uma molécula minúscula, menor do que o melhor microscópio conseguia ver, e fazê-la acender e fluorescer. "Ahá!" Betzig falou. "Penso que talvez as leis da física não sejam tão incontornáveis assim."

Assim, ele colocou um microscópio na sala da casa do seu amigo. Ele não tinha laboratório. Esse instrumento revolucionário fazia diferentes moléculas de proteína brilharem em cores diferentes, e, com um computador, ele foi capaz de transformar borrões muito vagos em pontos bem nítidos, produzindo imagens de clareza sem precedentes e surpreendentes.



Por esse trabalho, Eric Betzig ganhou, em 2014, o Prêmio Nobel. Por quê? Porque agora podemos ver com detalhes sem precedentes coisas que nunca vimos antes, e agora os médicos podem conhecer melhor coisas como o câncer.



Mas acham que ele se deu por satisfeito? Não. Ele queria filmes. O problema era que mesmo os microscópios incríveis inventados por ele eram muito vagarosos. Então, o que ele fez? Ele veio com uma ideia de 200 anos chamada padrão moiré. E que funciona assim: se pegarmos dois padrões muito finos e movê-los um sobre o outro, vamos enxergar um padrão bruto que um microscópio pode ver, mas que não poderia ser visto de outra forma. Ele aplicou essa técnica pegando uma imagem bem desfocada de uma célula e movendo padrões de luz estruturados sobre ela até a imagem da célula se tornar bem nítida. E eis aqui o resultado: um misterioso mundo novo, cheio de coisas estranhas se mexendo, fazendo coisas que não sabemos o que são. (Risos) Mas, quando descobrirmos, teremos um melhor conhecimento da própria vida.


Por exemplo, esses globos verdes aqui, o nome dessas coisas é clatrinas. São moléculas que protegem outras moléculas enquanto se movem nas células. Infelizmente, os vírus algumas vezes raptam-nas para infectar as células. Também veem-se coisas que lembram pequenos vermes embaralhados se movendo. São moléculas de actina. Infelizmente, os vírus também escalam essas coisas para entrar no núcleo das células para se replicarem e causarem doenças.

Agora que podemos ver os filmes do que está realmente acontecendo dentro de uma célula, temos uma chance muito melhor de curar doenças virais como a aids.

Por isso, quando vemos um filme assim, fica claro que Betzig abriu nossos olhos para um mundo completamente novo. Mas ele não abalou nenhuma crença que nos é cara.

Isso nos leva ao Dr. Aubrey de Grey, de Cambridge. De Grey sem dúvida faz os cientistas se contorcerem com uma ideia interessante: podemos ser imortais. Podemos vencer o envelhecimento. A maioria dos cientistas acha que ele é um excêntrico. (Risos) Qualquer aluno de biologia básica sabe que envelhecer é uma consequência inevitável da vida. Por exemplo, quando comemos, ingerimos o alimento e o metabolizamos, e isso libera os chamados radicais livres. Já devem ter ouvido falar deles. Também conhecidos como íons de oxigênio, eles se ligam ao nosso DNA, provocam uma mutação e causam o envelhecimento e a perda do nosso cabelo.

(Risos)

É simplesmente como, não, é exatamente como o oxigênio se ligando ao ferro e fazendo-o oxidar. Assim, envelhecemos porque enferrujamos.

(Risos)

Ah, e os cientistas também sabem que há algo chamado imortalidade: nas células cancerosas. Assim, se pararmos de envelhecer, vamos todos nos transformar em tumores malignos gigantes ambulantes.

Essas são crenças caras, mas será que De Grey está no caminho certo? Penso que ele merece mais atenção. Antes de mais nada, é difícil para mim vê-lo como um excêntrico. Sim, ele começou a vida como cientista da computação, e não como biólogo, mas ele conseguiu um PhD em biologia em Cambridge e publicou alguns trabalhos muito significativos sobre o DNA mitocondrial e montes de outras coisas. Em segundo lugar, ele organizou uma fundação antienvelhecimento que identificou sete causas diferentes do envelhecimento. Para mim, parecem bem plausíveis, e ele está firme na busca de solução para cada uma delas. Por exemplo, uma das razões para envelhecermos é a mutação sofrida pelo nosso DNA mitocondrial, e aí ficamos velhos, e nossas células perdem energia. Ele acredita, e tem argumentos convincentes, que com o uso de vírus podemos fazer terapia genética para consertar nosso DNA e rejuvenescer nossas células.

Mais uma coisa. Temos uma prova viva de que a extrema longevidade é possível. O pinheiro da espécie Pinus Longaeva vive mais de 5 mil anos. E algumas lagostas... não envelhecem nunca. (Risos)

Bem, isso não significa que de Grey vai revolucionar a expectativa de vida. Quero dizer, afinal, não somos árvores, e a maioria de nós não somos lagostas.

(Risos)

Quero crer que existam Darwins e Einsteins por aí, e vou lhes dizer por quê. Raciocinem comigo: há sete vezes mais pessoas hoje do que no tempo do Darwin. Há quatro vezes mais pessoas hoje do que no tempo do Einstein. Quando consideramos que a proporção de cientistas na população disparou, que existem hoje 7 milhões de cientistas, quero crer, e acredito, que há um por aí trabalhando agora mesmo no anonimato para sacudir nossas vidas e, não sei vocês, mas mal posso esperar para ser sacudido.

Obrigado.

(Aplausos)

Fonte: TED
[Visto no Brasil Acadêmico]

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