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A evolução das línguas na península ibérica

Animação mostra como se deu 1000 anos de evolução das línguas naquela região da Europa. Estas transformações exibem um pouco da efervescênci...

Animação mostra como se deu 1000 anos de evolução das línguas naquela região da Europa. Estas transformações exibem um pouco da efervescência política e cultural no último milênio com seus reflexos nos dias atuais.


Foi dessa península (onde atualmente se encontra a Espanha e Portugal) que veio o português (o português é a 5ª língua mais falada no mundo, a 3ª mais falada no hemisfério ocidental e a mais falada no hemisfério sul da Terra.) e o espanhol (ou castelhano,  língua mais usada na internet depois do inglês e do mandarim. É também a  língua mais estudada e a  língua da comunicação internacional, só perdendo para o inglês, em todo o mundo). Vamos entender um pouco dessa história?

A Península Ibérica já foi chamada de muitos nomes de acordo com o povo que a dominava. Entre eles, destacam-se os nomes Ibéria e Hispania. Iberia foi o nome grego dado à península Ibérica, ainda que eles só conhecessem a parte em torno do rio Ebro. Já Hispania era o nome romano da península.

Muitas línguas já eram faladas pelos povos ibéricos antes da ocupação românica, o mapa a seguir mostra a situação na península em 300 a.C.



Acredita-se que a Península Ibérica era habitada inicialmente por povos autóctones (nativos aborígenes), que vieram a ser conhecidos como iberos. Posteriormente, cerca de 1000 a.C. ou antes, chegaram à região povos Indo-Europeus de origem celta, que coexistiram com os iberos habitando regiões distintas: os celtas viviam principalmente na zona Norte e Ocidental da península, enquanto que os iberos viviam na zona Sul e Leste. Na meseta central, os povos celtas mesclaram-se com os povos iberos dando origem aos celtiberos, que não se devem confundir com os celtas ibéricos (celtas da Península Ibérica, que em inglês se denominam de celtiberians).

Foram os geógrafos gregos que deram o nome de Ibéria, provavelmente derivado do rio Ebro (Iberus), a todas as tribos instaladas na costa sudeste. Avieno no poema Ode Marítima (século IV d.C.) relata as aventuras de um navegador grego nos finais do século VI a.C. que descreve a existência de várias etnias na costa meridional atlântica, que já praticavam a cultura megalítica e seriam, provavelmente, os responsáveis pelo comércio com o atlântico norte — os estrímnios e os cinetes (ou cónios).

Gregos e fenícios-cartagineses também habitaram a península, onde estabeleceram pequenas colônias-feitorias comerciais costeiras semipermanentes de grande importância estratégica. Contudo estes últimos povos terão exercido influências mínimas para a ascendência dos povos da península, contribuindo apenas culturalmente, por exemplo com o alfabeto greco-ibérico para as escritas paleohispânicas.
O basco já era falado muito antes dos romanos introduzirem o latim na Península Ibérica. Por não ter línguas aparentadas conhecidas, o basco é claramente diferente das outras línguas europeias.
Em síntese, essa é a história da península pouco antes da invasão romana que iniciou-se no contexto da Segunda Guerra Púnica (218 a.C.-201 a.C.), quando as legiões de Roma, sob o comando do cônsul Cneu Cornélio Cipião, para ali se movimentaram taticamente, a fim de atacar pela retaguarda os domínios de Cartago na região.

Mapa Étnico-Linguístico da Península Ibérica cerca de 200 a.C.
De fato, a influência cartaginesa na península Ibérica permitia um expressivo reforço, tanto de suprimentos quanto de homens, a Cartago. A estratégia do senado romano visava, assim, enfraquecer as forças cartaginesas, afastando os seus exércitos da península Itálica.

A derrota dos cartagineses, no entanto, não garantiu a ocupação pacífica da península.
A partir de 194 a.C., registraram-se choques com tribos de nativos, denominados genericamente Lusitanos, conflitos que se estenderam até 138 a.C., denominados por alguns autores como guerra lusitana.
A disputa foi mais acesa pelos territórios mais prósperos, especialmente na região da atual Andaluzia.

Mapa da conquista romana da Hispânia, desde o início da Segunda Guerra Púnica (219 a. C.) até às Guerras Cantábricas (29 a. C.). Apresenta os avanços territoriais com a localização dos principais povos pré-romanos a divisão original das províncias da Hispânia Citerior e Hispânia Ulterior.
Ao iniciar-se a fase imperial romana, a Pax Romana de Augusto também se fez sentir na Hispania: com o fim das Guerras Cantábricas, a partir de 19 a.C., as legiões ocuparam a região norte peninsular, mais inóspita, ocupada por povos cântabros e astures. Com esta ocupação, asseguravam-se as fronteiras e pacificava-se a região, de modo a que não constituísse ameaça para as populações do vale do rio Ebro e da chamada Meseta, já em plena Romanização.

Divisão provincial de Diocleciano que vigorou c.300 a 410,
e cuja inovação mais importante foi a criação das chamadas 
diocesis
Integradas no período das migrações que ocorreu entre os anos 300 a 800 em toda a Europa, denomina-se invasões bárbaras à série de migrações de vários povos germânicos para a península Ibérica, que viriam a alterar radicalmente a organização da região até então denominada Hispânia sob o Império Romano. Essas migrações marcaram a transição da Antiguidade para a Idade Média e terão sido desencadeadas pelas incursões dos Hunos e pressões populacionais a partir da Europa central.

A partir de 409 chegaram à Lusitânia, província romana que correspondia sensivelmente ao Centro e Sul de Portugal e a Cáceres, Badajoz, Salamanca e parte de Segovia e Madri na Espanha — os grandes bandos de alanos, vândalos e suevos, povos que tinham sido violentamente arrancados das suas terras pela invasão dos hunos e que, depois dessa expulsão, se deslocaram pela Europa, para Ocidente, em busca de novas terras onde se instalar. Em linhas gerais, os alanos eram oriundos da região do Cáucaso; os Vândalos constituíam-se em povos germânicos de origem escandinava; e os suevos, também germânicos, eram aparentados com os grupos anglo-saxões que, por esta altura, foram instalar-se na Inglaterra.

Entre estes, apenas os suevos apresentavam uma organização política. A esta invasão assistiu Paulo Orósio, presbítero de Braga, que deixou registrado que "depressa trocaram a espada pelo arado e se fizeram amigos". Organizaram um reino que abrangia a Galiza e tinha capital em Braga; o reino alargou-se depois para o Sul do rio Douro. Neste reino nasceria a língua e nacionalidade galaico-portuguesa.

Com as invasões desapareceram todos os quadros do Estado, mas manteve-se de pé a organização eclesiástica. A maior parte da população hispano-romana era cristã e o território se encontrava dividido em paróquias. Ainda no século V, os Suevos aceitaram a nova religião, que mais tarde seria também adotada pelos Visigodos.

Para conquistar o domínio da península Ibérica, os Visigodos tiveram que enfrentar Suevos, Alanos e Vândalos que já haviam se fixado na região. Em compensação, obtêm de Roma o direito de se estabelecer como federados.

Afinal, já com grande parte da península fora do seu controle, o Imperador Romano do Ocidente, Honório (r. 395-423), encarregou a sua irmã, Galla Placidia, e seu marido, o rei visigodo Ataulfo, de restaurar a ordem, concedendo-lhes o direito de se instalarem na península desde que cooperassem na defesa e manutenção da região.

Os visigodos conseguiram subjugar os suevos e expulsar os vândalos, que migraram para o Norte de África. Em 484, estabeleceram Toledo como capital.

Mapa da península Ibérica nos anos 470 d.C., antes da queda de Roma,
mostrando a ocupação após as campanhas de Teodorico II e a fuga dos Vândalos
Porém, mais tarde, os Visigodos seriam gradualmente empurrados da Gália pelos Francos, perdendo o seu reino de Tolouse, embora seu reino de Toledo tenha subsistido na Península Ibérica até 711, data em que se deu início a uma invasão muçulmana que os confinou a um pequena região nas Astúrias.

Note-se que a ocupação visigótica não constituiu uma invasão propriamente dita, já que os visigodos foram, inclusive, assistidos no governo por hispano-romanos: o latim permaneceu a língua oficial e o cristianismo favoreceu a coesão dos povos na península Ibérica.

A invasão muçulmana da Península Ibérica refere-se a uma série de deslocamentos militares e populacionais ocorridos a partir de 711, quando tropas islâmicas oriundas do Norte de África, sob o comando do general Tárique, cruzaram o estreito de Gibraltar, penetraram na península Ibérica, e venceram Rodrigo, o último rei dos Visigodos da Hispânia, na batalha de Guadalete, pondo fim ao Reino Visigótico de Toledo.

Com o domínio muçulmano de oito séculos, a influência do árabe — idioma dos conquistadores berberes — foi decisiva na configuração das línguas ibéricas, entre as quais se incluem o castelhano/espanhol e o português.

Nos séculos seguintes, os muçulmanos foram alargando as suas conquistas na península, assenhoreando-se do território designado em língua árabe como al-Andalus, que governaram por quase oitocentos anos.

Califado de Córdova (cerca do ano 1000)

No sul, sob domínio árabe, as comunidades hispânicas que conviviam com as comunidades judaica e árabe falavam moçárabe. Esta é a língua na qual foram escritos os primeiros poemas, as Jarchas, que conservam uma forma estrófica de clara origem semítica, a moasajas.

Os povos falantes de Árabe deixaram no castelhano um abundante vocabulário de cerca de 4.000 termos. Com o tempo foram caindo em desuso mas há vestígios modernos, palavras de uso comum como tambor, adobe, alfombra, zanahoria, almohada, e a expressão ojalá, como em português "oxalá" que significa "queira Deus" (literalmente: queira Alá). Cabe assinalar que penetrou na gramática castelhana a preposição árabe hatta (حتى), que se converteu na preposição espanhola hasta e no português como até.

A Reconquista foi o movimento ibérico cristão iniciado no século VIII que visava à recuperação dos Ibéricos cristãos das terras perdidas para os invasores árabes.
O catalão desenvolveu-se por volta do século IX e é uma língua românica, assim como o português, o francês ou o espanhol, derivada do latim vulgar. Hoje é língua materna de 5,2 milhões de pessoas, sendo que 9 milhões são capazes de falá-la e 11,5 milhões conseguem compreendê-la.
Os muçulmanos não conseguiram ocupar a região montanhosa das Astúrias, onde muitos refugiados resistiram bravamente.

Línguas faladas na península no ano 1000.

Mas a ideia de guerra santa, pela cruz cristã, só viria na época das Cruzadas (1096). A reconquista de todo o território peninsular durou cerca de sete séculos, só ficando concluída em 1492 com a tomada do reino muçulmano de Granada pelos Reis Católicos.
O primeiro passo para converter o castelhano em língua oficial do reino de Castela e Leão foi dado por Afonso X. Foi ele quem mandou compor em romance, e não em latim, as grandes obras históricas, astronômicas e legais. O castelhano era a língua dos documentos notários e da Bíblia traduzida sob as ordens de Afonso X. Graças ao Caminho de Santiago, entraram na língua escassos galicismos que foram propagados pela ação dos trovadores da poesia cortesã e provençal.



As línguas portuguesa e espanhola expandiram-se por meio dos descobrimentos e posteriores colonizações executados por Portugal e Espanha a partir do século XV. Os portugueses levaram seu idioma para a América do Sul, África e Ásia, sendo essa expansão iniciada a partir de 1415.

Os espanhóis levaram o idioma castelhano principalmente para as Américas, sendo hoje a língua com o maior número de falantes do continente.

É relevante notar que somente o castelhano (dentre os idiomas da Espanha), falado originalmente na região de Castela e na capital, Madri, foi disseminado a fim de aculturação e colonização para a América Espanhola; isso é justificado, pois uma vez que os então reinos de Castela e Leão (reunificados com outros) exerceram domínio político sobre os demais, esse idioma tornou-se o mais prestigiado, de cunho "oficial" e amplamente usado pelos colonizadores e "conquistadores" espanhóis.

Mapa do século XVIII gravado em cobre e pintado à mão,
representando várias características 
topográficas da Península Ibérica.
Hoje, também há comunidades significativas que usam o castelhano em regiões dos Estados Unidos, principalmente no seu sudoeste, e em regiões limítrofes do Brasil.

Durante o regime de Franco (1939-1975), o uso do catalão foi banido, da mesma forma que as outras línguas regionais na Espanha, como o basco e o galego. Após a morte de Franco em 1975 e a restauração da democracia, recuperou o seu estatuto e a língua catalã é hoje usada na política, educação e nos meios de comunicação social, incluindo o jornal Avui ("Hoje") e o canal de televisão TV3 da Televisió de Catalunya (TVC).

Línguas faladas na península no ano 2000.

Veja mais sobre as línguas ibéricas na Wikipedia:
Fonte: Wikipedia
[Via BBA]

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Brasil Acadêmico: A evolução das línguas na península ibérica
A evolução das línguas na península ibérica
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